Qual o melhor moedor de café para ter em casa?

Qual o melhor moedor de café para usar em casa? Essa é a dúvida do Fabiano Rampazzo, que enviou uma mensagem pelo Instagram pedindo uma ajudinha antes de comprar o seu.

Moer o café antes do preparo faz muita diferença no resultado da bebida e proporciona uma experiência completamente diferente quando se trata de qualidade de aromas e sabores. Se você não acredita, te convido a fazer o teste. Aí, você me pode me dizer: “ah! Não tenho moedor de café e é muito caro”.

Olha, existem boas opções a preços acessíveis. Para se ter uma ideia, a partir de R$ 60 você consegue comprar um produto legal e arrisco dizer que talvez nunca mais consiga tomar café de outra forma.

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Vamos fazer um comparativo de alguns produtos disponíveis no mercado para te ajudar a escolher a opção de melhor custo-benefício para o seu uso:

Compare e descubra qual o melhor moedor de café para ter em casa

Quando se trata de tipos de moedores, temos o moedor manual, que exige mais paciência e disposição, e o moedor elétrico, que ganha pela praticidade, mas deixa escapar um pouco das características sensoriais do café, já que produz mais calor durante o processo. Confira 5 opções:

1 . Moedor de café manual em inox e cerâmica 

Essa é uma opção de moedor de café manual interessante para os iniciantes, para os que não querem investir muito logo de cara e para viajantes também porque é portátil e não precisa de energia elétrica.

Ele é de aço inoxidável e o uso é simples: basta colocar o café, ajustar a lâmina de acordo com a granulometria desejada, fechar e girar  a manivela. Se você gosta de curtir o ritual do café e fazer isso manualmente não é um problema, vá em frente.  | Clique aqui para comprar

2 . Moedor de Café di Grano, Cadence MDR302-127, Marrom

A segunda opção também é compacta, portátil e tem um bom custo-benefício para iniciantes. Esse produto moí 50 gramas de café por vez e atende bem a quem vai usar em casa ou mesmo levar pra viajar.

A diferença com relação ao primeiro é que ele é elétrico e, por isso, mais prático para usar todos os dias. | Clique aqui para comprar

3 . Moedor de Café Manual Hario Slim

Aqui, temos uma alternativa de moedor de café manual para quem pode pode pagar um pouco mais, mas nem tanto. É portátil e dispensa o uso de energia.

Se você gosta de café, é possível que já tenha ouvido falar da qualidade dos produtos Hario. O ponto forte aqui são os níveis de moagem, que podem ser comparados aos elétricos de alto custo. | Clique aqui para comprar

4 . Moedor de Café 220V, Bialetti

Esse já é um moedor de café elétrico também para quem está disposto a pagar um pouco mais, mas nem tanto assim. A Bialetti é uma marca italiana, que leva o nome do inventor da cafeteira mais popular lá na Itália, a moka.

Ele é portátil, de aço inoxidável, pintura eletrostática e comporta até 50g de café por vez. Aqui paga-se um pouco mais pelo design e pela marca. | Clique aqui para comprar

5 . Moedor Express 127V, Tramontina

Esse aqui é um sonho para ter em casa e exige um investimento maior, mas não é impossível. É um moedor elétrico em aço inox escovado, com funil de 450 gramas para grãos, tela em LCD para exibir o número de doses ou xícaras, possibilidade de configuração do tipo e do tempo de moagem, além de ter o moedor com brocas cônicas.

São 60 configurações de moagem e um limitador de dosagem que ajuda a precisar a quantidade de café na hora do preparo da bebida. | Clique aqui para comprar

Agora já dá para saber qual o melhor moedor de café para você, certo? Avalie considerando o que cada um oferece frente à sua necessidade hoje. O que achou das recomendações? Você usa algum desses em casa? Compartilhe sua experiência aqui.

Se você tem alguma dúvida ou sugestão, faça como o Fabiano e escreva pra cá. Quem sabe sua questão não rende um post aqui também e ajuda mais pessoas? 

Foto de destaque: Depositphotos

Fake news

Nem tinha eu nascido direito e já tinha um primeiro causo para contar. Diz a lenda que minha mãe foi para a maternidade no carro da funerária, o único por perto e à disposição. Ou seja, a coisa já começou invertida, o que costuma ser o último veículo de todo mundo, aquele que não importa a marca, a cor, o ano ou o modelo, foi praticamente o meu primeiro.

Adiante, houve uma época da minha infância em que uma das minhas funções era ler a seção de necrologia do jornal para minha avó Alice. Uma vez por semana, eu pegava a organizadíssima agenda telefônica dela e pescava lá dentro o nome completo de uma de suas amigas. Depois, era só abrir o jornal e substituir o nome na notícia.

A vovozinha reagia rápido – e alto: “Morreu a Duduca”. Embora eu tivesse dito “Olga Caruccio”, ninguém daquela geração era chamado pelo nome de batismo. Depois ela começava a rir, pois não tinha como um guri de 12 anos enganar uma comerciante de 72. Até porque ela sabia de cabeça a idade das “migas” e nunca fechava com o que eu lia. E caso uma delas morresse a notícia chegava antes do impresso. Mas toda semana eu tentava aplicar o golpe.

Recentemente mudei de endereço e fui morar ao lado do cemitério. Toda vez que passo na calçada, não resisto a tentação de ler o painel de LED que mostra o nome dos(as) falecidos(as). E lembro do bom humor da minha avó numa longínqua manhã de quinta-feira (#tbt) em que levantei os dados completos da Tusnelda, digo, da dona “Zilda Doceira” e marquei um pontinho na batalha das fake news com a vovozinha.

Já deixei muito bem registrado no meu testamento – crônicas têm valor legal – que não quero saber de velório. Até já falei que era para não ter ninguém desmentindo minhas histórias, mas na verdade, não quero que saiam de lá reclamando do café, ou dizendo que estava frio. Até hoje, nunca vi alguém sair desses lugares elogiando alguma coisa, a não ser alguma prima que era uma criança desajeitada e que virou um mulherão. Ou o moleque espinhento que ninguém dava bola e que agora as mina pira no rapazote.

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CÁPSULA DE UM CAFEZINHO – O que eles disseram…

O velório é um defunto cercado de piadas por todos os lados”.

Max Nunes

 

Marcelo Lamas é cronista. Autor de “Indesmentíveis”, entre outros. O seu bisavô português Manoel Martins, tinha uma fita preta que costumava ser usada para comunicar falecimentos para a vizinhança. Vez por outra, ele escolhia um amigo e colocava a fita na frente da casa do sujeito, sem motivo, só pra ver a confusão.
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Cafeterias pelo mundo: como escolher quais visitar em viagens

Que eu gosto de falar sobre cafés e cafeterias pelo mundo, você já sabe. Mas, se já é difícil conhecer todas as que eu gostaria na cidade onde eu moro, como é que eu seleciono aquelas que vou visitar quando viajo? (Isso vale para viagens nacionais e internacionais, tá?)

Rá. É uma tarefa difícil, especialmente se você tem poucos dias em um determinado lugar. Atualmente, eu adoto alguns critérios e é sobre isso que eu vou falar neste artigo.

Dicas para selecionar as cafeterias pelo mundo: quais visitar na sua próxima viagem?

Para toda e qualquer viagem que eu mesma organizo, não tenho um roteiro específico e nem gosto muito desse formato “congelado” de viajar (claro que isso depende muito do nível de segurança do destino e é muito mais fácil para quem viaja sozinho ou com uma dupla que tenha bastante afinidade).

Acho legal descobrir cada canto de um jeito próprio. Ao sair andando ou pegar um ônibus, um metrô rumo a um ponto turístico, por exemplo, que você já vai conhecer, pode ser surpreendente estar atento para ver o que atrai os seus olhos, afinal nem tudo está nos guias e na internet e você pode gostar do que nem todo mundo gosta.

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Cafeterias pelo mundo não faltam e confesso que já passei mal ao ficar o dia todo só tomando café. Hoje em dia, estipulei o máximo de 4 cafés por dia e nunca depois das 18h30. Para alguns, isso já é muito. Não ignore as limitações do seu organismo, dá para se divertir e conhecer muita coisa sem ultrapassá-las.

Vamos às 4 recomendações:

1 . Pesquise as cafeterias que você deseja conhecer

Essa primeira dica funciona como uma prévia. Liste absolutamente todas as cafeterias que você iria: as que se dedicam a cafés especiais, as cafeterias históricas, aquelas que foram cenários de filmes ou séries que você gosta, a que a sua prima indicou, aquela super maravilhosa que serve cappuccino com latte art de ursinho você viu pelo Instagram, etc.

O livro Where to Drink Coffee ajuda bastante nessa fase. São mais de 600 endereços em 50 países com várias dicas de especialistas. Comprei recentemente e vou estrear na próxima viagem. Mesmo se você não é tão bom com o inglês, é fácil de entender.

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Em alguns lugares, o hábito do café é mais forte do que em outros, mas sempre tem café. Lista feita? Vamos em frente.

2 . Hotel com café da manhã ou não?

A segunda dica (e que tem muito a ver com o seu estilo de viagem) é a escolha da hospedagem. Não adianta chegar em Milão com 15 cafeterias para conhecer em 2 dias se você vai ficar em um hotel com café da manhã.

Vamos otimizar o seu orçamento. Pense comigo: você prefere reservar esse hotel com café da manhã ou tomar café em uma das cafeterias da sua lista? Assim, você consegue economizar de um lado, paga menos no hotel, e começa o dia já conhecendo um lugar diferente.

Talvez você curta:

Tenha a mesma linha de raciocínio ao reservar um hostel, um b&b (bed and breakfast) ou Airbnb. Isso vai muito do gosto de cada um. Se o café da manhã do hotel for muito maravilhoso, pode valer a pena riscar algum da sua lista.

3 . Defina minimamente o seu dia

A terceira dica para escolher as cafeterias pelo mundo que você vai conhecer é fazer um planejamento mínimo. Essa é a parte que eu mais sofro, mas é importante quando se tem limite de tempo.

Com a sua lista em mãos e já sabendo a localização da sua hospedagem, considere os pontos turísticos que vai visitar. Nessas horas um mapa físico ajuda muito (eu prefiro). Em geral, os hotéis ou hostels disponibilizam nas recepções. Pergunte para não gastar dinheiro sem necessidade. Vamos usar o dinheiro pro café.

 

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Risque no mapa os lugares que você vai visitar, inclusive as cafeterias. Com isso, você não perde tempo nem se frusta ao descobrir que no dia anterior passou ao lado de um lugar que queria muito conhecer, mas nem se deu conta que era ali.

Isso quase aconteceu comigo em Budapeste. Passei sem querer ao lado do New York Café, que é considerado o café mais bonito do mundo. Imagina se eu voltasse de lá sem ver isso? Sorte que eu estava hospedada bem perto. Foi pura coincidência. Ainda bem!

4 . Conte com as exceções e imprevistos

Última dica: como em toda viagem, exceções e imprevistos acontecem e temos que estar preparados. Isso vale para coisas boas e para as não tão boas.

Quando se trata das cafeterias, eu chego ao destino consciente de que, mesmo seguindo os passos anteriores, eu posso não dar conta de visitar tudo o que eu gostaria, principalmente se eu não estiver sozinha. Nem todo mundo tem a mesma vibe de coffee shop hunter.

Tem mais dicas legais aqui:

E outra: posso estar caminhando e encontrar alguma cafeteria muito incrível que não está listada e aí é preciso decidir na hora: 1) Paro ali e cancelo alguma das que estão pré-programadas; 2) Passo reto;  3) Acrescento só mais um espresso no meu dia, enquanto espero o celular carregar. Eu, geralmente, fico com a 3. Mas, lembra do que eu falei ali em cima: respeite os limites do seu organismo. Não tem nada pior do que passar mal em viagem.

#UmCafezinhoPeloMundo

O café é um ótimo recurso para conhecer a cultura local. O cappuccino na Itália pode ser completamente diferente daquele servido na Bélgica. Eu já falei sobre isso aqui em algum momento. É lógico que temos que levar em conta que o cappuccino nasceu na Itália, mas o gosto local influi bastante. Um jeito muito legal de reparar isso é observando o cardápio das cafeterias pelo mundo, as bebidas, as comidas e também os hábitos, o que as pessoas mais pedem.

Minha próxima viagem está marcada para fevereiro de 2019, mais pra frente vou dar mais detalhes aqui e pelas redes sociais. Se você ainda não me acompanha pelo Instagram e Stories, vai lá. Além de ter conteúdo diversificado, você pode ver mais de perto sobre essa fase de planejamento, dia a dia e tal…

E aí? Bora fazer o roteiro para conhecer mais cafeterias pelo mundo, coffee lover? Se essas dicas te ajudaram, me conta aqui. Será que você tem alguma outra para complementar essa minha lista? Vou adorar saber. Ah, compartilha com os amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Fernanda Haddad ©

Café e ciclismo: estudo da USP indica melhor desempenho

Ter uma vida agitada é a realidade de muita gente, principalmente nos grandes centros urbanos. Uma mente cansada traz um impacto direto no desempenho de trabalho e também na performance de atletas, mas, peraí… O que isso tem a ver com café? Vamos usar o exemplo de café e ciclismo.

Explico: a cafeína é capaz de atenuar e reverter a sensação de fadiga mental e ainda melhorar o desempenho de atletas de ciclismo, de acordo com pesquisa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.

Café e ciclismo: pesquisa da USP relaciona a melhora no desempenho de ciclistas após consumo de cafeína

O autor da pesquisa é Paulo Estevão Franco Alvarenga e, de acordo com ele, os atletas com fadiga mental acabam perdendo desempenho e elevam a percepção de esforço para a mesma intensidade de exercício, sem nenhuma alteração fisiológica na musculatura. Foi esse o ponto de partida para estudar possíveis manipulações que revertam os efeitos da fadiga mental sobre o desempenho de ciclistas.

“A cafeína é um recurso ergogênico com efeito potencial para reverter os efeitos da fadiga mental sobre o desempenho”, afirma Paulo Estevão Franco Alvarenga

O estudo intitulado Efeitos da ingestão de cafeína sobre o desempenho de ciclistas mentalmente fadigados durante um teste de ciclismo contrarrelógio de 20 km começou em 2016.

Ciclistas selecionados para a pesquisa foram ao laboratório por quatros vezes e se submeteram ao teste de contrarrelógio de 20 km, análise cortical e muscular. Havia uma amostra de ciclistas livres de qualquer manipulação, outra sob o efeito de fadiga mental e nas seguintes os indivíduos mentalmente fadigados faziam a ingestão de cafeína ou placebo.

O resultado

Os ciclistas com fadiga mental apresentaram uma redução de 4,8% na ativação do córtex pré-frontal e consequentemente aumentaram o tempo para concluir o contrarrelógio em aproximadamente 1%.

Ao ingerir cafeína, mesmo após a indução da fadiga mental, houve um aumento na ativação do córtex pré-frontal em aproximadamente 8% e redução no tempo de conclusão do teste em 1,8%.

“Os sujeitos ao ingerir cafeína perceberam menos esforço comparados com as demais condições. Além disso, com a ingestão de cafeína, eles apresentaram uma maior eficiência neuromuscular”, destaca Paulo.

O autor do estudo chama a atenção para um detalhe importante: mesmo já sendo consumida em nosso cotidiano quando nos sentimos mentalmente cansados, por meio de ingestão de café, por exemplo, a cafeína deve ser utilizada para atletas sob orientação de um nutricionista, respeitando as características de dosagem e tempo de efeito da substância.

O projeto de mestrado sobre café e ciclismo foi orientado pelo professor Flávio Pires, coordenador do Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exercício (GEPsE) da EACH, e também contou com a colaboração da professora Florentina Hettinga, da University of Essex, Inglaterra; de pesquisadores pós-doc e alunos de mestrado da EACH e de alunos de graduação da Faculdade de Ensino Superior de Bragança, em Bragança Paulista (SP).

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E já que estamos falando em café e ciclismo, continue a leitura e olha só a dica de cafeteria que une essas duas paixões:

Café e ciclismo em São Paulo

A dica é a Vélo48, um clube de ciclismo, que também é uma marca de roupa, um loja, uma agência de viagens, oficina e… Um café. Isso mesmo! A ideia começa com o ciclismo, mas se desdobra em uma série de produtos e serviços que “conversam” de alguma forma com esse universo. 

No café, por exemplo, os ciclistas encontram um ambiente super gostoso e com uma decoração que conta um pouco da história do ciclismo. O cardápio (assinado pela chef Regina Rambaldi) tem produtos orgânicos e naturais, com opções para café da manhã, almoço e lanches, que cabem em todos os tipos de dietas. Clique aqui e confira em detalhes.

Rua Amauri, 311, Jardim Europa, São Paulo/SP
Funciona de segunda a sábado, das 7h às 20h. Aos domingos, funciona das 7h às 18h.
Telefone: (11) 4780-0604

Você acha que café e ciclismo combinam? Se você chegou aqui porque adora as duas coisas, me conta aqui nos comentários. Como você vê essa relação?  

Foto: Depositphotos

Brunch na Catedral da Sé chega à 10ª edição

Está chegando o próximo brunch na Catedral da Sé, no centro de São Paulo. O evento chega à 10ª edição no dia 11 de novembro. Com a proposta de angariar fundos para ajudar a preservar e revitalizar um dos cartões-postais mais famosos da cidade, cada brunch conta com um chef diferente como responsável do cardápio.

Dessa vez, a convidada é chef Gil Gondim, autora da obra Conservas do Meu Brasil. Boa mineira que é, Gil é especialista  em compotas, geleias e antepastos, com forte influência da culinária italiana. Em seus cardápios, ela valoriza os sabores originários do Brasil, com as exóticas compotas de cajá, umbu e pêssego, além de suas paixões, as conservas de pinhão, pequi e palmito.

“Tenho uma preocupação especial com a origem e excelência dos produtos que entram em minha cozinha. Escolho pessoalmente”, conta.

Para o cardápio da 10ª edição do Brunch da Catedral da Sé destacam-se as tortas, quiches, antepastos, Avocado Toast e a Vichyssoise. E tem sobremesa também: clafoutis de mirtilo e torta Normanda de maçã e chantilly.

Quer saber mais detalhes? Fique tranquilo (a), que tem café, viu? Olha só:

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Brunch na Catedral da sé assinado por Gil Gondim

Data: 11/11
Horário: às 12h30
Local: 1º andar da Catedral da Sé
Endereço: Praça da Sé – São Paulo – SP
Valor: R$200 por pessoa.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo telefone (11) 95456–7632 (diretamente na Catedral) ou pelo site www.aloingressos.com.br

O que achou da ideia do Brunch na Catedral da Sé? Deve ser uma experiência incrível, sem contar a oportunidade de colaborar com a manutenção de um lugar tão cheio de história (eu amo passeios pelo centro! ). Fica aí a dica de programação para um domingo cafeinado e diferente. Conte sua opinião nos comentários e compartilhe nas redes sociais, claaaaro.  

Fotos: Divulgação/Catedral da Sé

Coffee Duo Boticário, a nova linha de perfumes da marca

Que o café tem um perfume bom, isso não dá pra negar. Muitas vezes, mesmo quem não gosta da bebida é atraído pelo seu aroma irresistível. Tanto é verdade que o mercado da beleza está atento: acaba de chegar a linha Coffee Duo Boticário, com duas novas fragrâncias, uma masculina e uma feminina, que prometem despertar a energia e a paixão do relacionamento. Ui!

Elas foram desenvolvidas à partir de um processo de infusão de grãos de café Arábica (eles a gente conhece bem, não é?) Agora, vamos conhecer um pouco mais sobre os produtos?

Coffee Woman Duo traz o exclusivo acorde Latte Macchiato, inspirado na mistura do amargor do café com a cremosidade do leite, além de frutas doces negras e delicadas flores.  A embalagem branca  com dourado é para nos lembrar da doçura e cremosidade do leite.

A versão masculina traz o acorde Café au Cream. Aqui a inspiração é a força do café, misturada com a cremosidade do licor, o frescor das especiarias e o calor do âmbar. A embalagem preta e prata mostram o lado mais intenso do café.

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Na linha feminina, tem também o leite hidratante de banho. Já para complementar a linha masculina, tem o hidratante corporal matte. Conheça:

Coffee Woman Duo Desodorante Colônia | 100 ml

Preço: R$ 129,90

Coffee Woman Duo Leite Desodorante Hidratante de Banho | 200 ml

Preço: R$ 44,90

 

Coffee Man Duo Desodorante Colônia | 100 ml

Preço: R$ 129,90

Coffee Man Duo Creme Desodorante Hidratante Corporal Matte | 200 ml

Preço: R$ 33,90

Os produtos da linha Coffee Duo Boticário estão disponíveis nas lojas em todo o país, no e-commerce e com as revendedoras de venda direta. Gostou da novidade? Conte aqui nos comentários. 

Fotos: Divulgação

Brunch em hotel: 5 boas opções em São Paulo

O brunch é uma refeição famosa nos Estados Unidos, mas surgiu na Inglaterra e também faz sucesso em outros lugares do mundo, inclusive aqui no Brasil. A palavra brunch nada mais é do que a junção de duas palavras: breakfast (café da manhã, em inglês) e lunch (almoço, em inglês). Fato é que tem café! Como adoro esse tipo de refeição e sei que muita gente curte também, elaborei uma listinha esperta com as alternativas de brunch em hotel, com os 5 melhores da cidade de São Paulo.

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Brunch em hotel em São Paulo: não precisa ser hóspede para aproveitar

Geralmente, o brunch de hotel conta com um cardápio de café da manhã, mas também tem opções de pratos com a cara do almoço. Todas as opções que vou sugerir aqui, paga-se um valor fixo por pessoa. Vamos ver?

1 . Renaissance 

No Hotel Renaissance, o brunch tem um buffet super variado e que muda a cada semana. No ambiente lindo e com vista, temos uma estação fixa com omeletes e ovos, tapioca, ovos Benedict, bacon, linguiça, batatas, pão de queijo, massas, salmão, escalope e sopa durante o inverno. Tem também mesa de pães e frios, saladas e sobremesas variadas, com prioridade aos ingredientes brasileiros. Brigadeiro, beijinho, gateau de açaí, pudim de leite, tortinha de cumaru com doce de leite são só algumas opções.  O brunch ocorre aos sábados e domingos, das 12h às 14h30.

> R$ 82 por pessoa *

> Endereço: Alameda Santos, 2233

> Telefone para reservas: (11) 3069-2233

 

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2 . Maksoud Plaza

O Maksoud Plaza é outro hotel em São Paulo que tem a opção de brunch, sempre aos domingos. Olha só o que tem no cardápio: pães e frios diversos, ovos mexidos com bacon, frutas e salada de frutas, sucos (inclusive detox), saladas variadas, massas, filé de salmão, ovos Benedict, iogurte com redução de frutas vermelhas, mini tapioca de muçarela ao alecrim e banana,  mini croque monsier,  camarão na taça, torradinhas de tartar de mignon, risoto de aspargos verdes, mini bobó com frutos do mar, sopinha Vichyssoise e tostado de queijo coalho com melaço de cana e sobremesas variadas. O Brunch 150 Maksoud é servido das 12h às 16h, exceto entre 23/12/2018 e 20/01/2019.

> R$ 105 por pessoa *, incluindo só bebidas não alcoólicas, e R$ 179, com direito a Mumm Brut Cuvée.

> Endereço:Rua São Carlos do Pinhal, 424

> Telefone para reservas: (11) 3145-8000

 

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3 . Emiliano

O Hotel Emiliano serve um brunch espetacular com pratos à la carte à vontade. No cardápio tem todos os típicos itens de café da manhã, com pães artesanais, ovos, frios, panquecas, geleias, cereais, frutas, sucos, café, chás, os clássicos ovos Benedictcroque monsieur e muito mais. Os pratos mudam semanalmente e o cardápio também tem opções ovolactovegetarianas e sem glúten, além de belas sobremesas. No valor estão inclusos vinhos branco e tinto da casa e espumante à vontade. O brunch é servido aos finais de semana e feriados, começa meio dia e vai até 16h.

> R$ 195* por pessoa

> Endereço: Rua Oscar Freire, 384

> Telefone para reservas: (11) 3068-4390.

 

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4 . Hilton 

No Hilton, o Armazém Morumbi serve um buffet bem variado de café da manhã, com pães, ovos, frios, geleias e tapioca. Tem também sopa, massas, carnes, acompanhamentos e saladas. Além de bebidas como café, leite, chá e suco de laranja, oferecem uma taça de espumante de welcome drink. O brunch é servido sempre aos finais de semana, das 12h30 às 15h30.

> R$ 85 por pessoa *

> Endereço: Av. das Nações Unidas, 12901

> Telefone para reservas: (11) 2845-0000

 

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5. Tivoli Mofarrej

No SEEN, aos domingos, das 12h30 às 16h, a experiência gastronômica é surreal e ainda temos uma linda vista 360° da cidade de São Paulo. No menu, temos: ovos Benedict, Mac and cheese rigatoni, fish and chips de bacalhau, além de pães (inclusive sem glúten), frios, bolos e frutas. E mais: saladas, massas, carnes, aves, peixes AND um sushi bar maravilhoso. As bebidas não alcoólicas estão inclusas e, de welcome drink, tem um Bloody Mary te esperando.

> R$ 150 por pessoa *. Crianças de até 5 anos não pagam e crianças até 11 anos pagam R$ 50.

> Endereço: ALAMEDA SANTOS, 1437.

> Telefone para reservas: (11) 3146-5923

 

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* Os preços foram checados na data de publicação do artigo e podem ser alterados.

E aí, gostou das alternativas de brunch em hotel na cidade de São Paulo? Conhece algum? Comente sobre suas experiências e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Foto de destaque: Depositphotos

Mostra traz café com aquarela, no Museu do Café, em Santos

Café para beber e também para pintar! Eu já falei aqui de alguns artistas que usam o café em seus trabalhos e esse é mais um exemplo. A exposição “Café com aquarela, uma experiência de imagem e contos”, fica no Museu do Café até o dia 4 de novembro de 2018.

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São 16 ilustrações que compõem a coleção assinada pelo artista plástico Rogerio Bessa Gonçalves. De acordo com ele, o grão proporciona um padrão cromático nas gravuras e possibilita tons dourados diversificados, que espelham as propriedades do líquido

As peças buscam destacar o uso da infusão na composição de trabalhos figurativos, oferecendo um produto com características obscuras e de um aspecto envelhecido. Elas foram criadas com variadas formas e intensidades de café, além de outros materiais pouco convencionais. A ideia do artista é fugir do convencional, propondo projetos gráficos sintetizados e novas alternativas técnicas.

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Museu do Café

Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico de Santos.
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 17h; Domingos, entre 10h e 17h.
Entrada: R$ 10 (inteira); R$ 5 (meia).Aos sábados, a visitação é gratuita.
A Cafeteria do Museu abre de segunda a sábado, das 9h às 18h. Aos domingos, funciona entre 10h e 18h.

“Café com aquarela, uma experiência de imagem e contos” fica até 4 de novembro, hein. Gostou da dica? Compartilha com os amigos. Conhece mais artistas que usam o café em suas obras? Conta aqui em baixo. 

Foto: Karina Frey/Museu do Café/Divulgação

Na mesa ao lado

Anos atrás estive em uma rede de restaurantes durante uma campanha publicitária, apelidada de concurso cultural. Era um convite para que os frequentadores ouvissem histórias nas mesas ao redor e que depois, as compartilhassem nas redes sociais usando uma hastag. E o prêmio? As mais legais “poderiam” ser reproduzidas nas páginas do restaurante.

Num primeiro momento achei estranho ir a um lugar para ficar ouvindo a conversa de outrem, principalmente se estivesse acompanhado. Seu par se acharia desinteressante ao vê-lo com as orelhas esticadas para a conversinha ao lado.

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Acontece que no nosso caso, éramos uma estudiosa do comportamento humano e um cronista. Combinamos de ouvir o que vinha da mesa da direita, onde havia outro casal. A conversa era impublicável. Pelo menos aqui neste espaço. Não fez falta. Não pretendíamos participar do “concurso”.

Daquele dia em diante, toda vez que frequentamos cafés – que costumam ter mesinhas coladas – procuramos nos concentrar nas nossas conversas. Mas vez por outra aparece um tema interessante nos arredores e assim, fazemos aquilo que chamamos de observação social. Nem sempre funciona. Quando o café chega à mesa, nossa atenção se volta para a xícara e já nos perdemos da história ao lado.

Em minha defesa, como contador de histórias, sigo a tese do Luiz Antônio Assis Brasil, autor de “A margem imóvel do rio” : “Um escritor não depende de uma súbita inspiração, mas, sim, de um estado permanente de atenção ao que está a sua volta”.

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Marcelo Lamas é cronista. Autor de Indesmentíveis.
@marcelolamasbr
marcelolamasbr@gmail.com

Foto: Depositphotos

Le Café Marly: o café do Louvre podia ser melhor

Por fora, bela viola. Por dentro… Não vá com tanta expectativa assim para o café. Quem visita Paris possivelmente tem o Museu do Louvre na programação. Se você é como eu e não pode ver a palavra café escrita em algum lugar, que já quer entrar pra ver qual é, segura a emoção quando passar pelo Le Café Marly, o café do Louvre, bem de frente às pirâmides.

Vale a pena visitar o Le Café Marly, o café do Museu do Louvre, em Paris?

O Le Café Marly foi inaugurado logo após a reforma do Museu e construção do Carrousel du Louvre, aquele shopping subterrâneo que tem a pirâmide invertida, e isso foi em 1993. Ele é realmente lindo e chama a atenção dos turistas. A decoração clássica, assinada por Olivier Gagnère e Yves Taralon, faz jus ao peso cultural do local.

Passei mais de um mês em Paris e pude conversar com moradores da cidade que confirmaram isso: é um lugar pouco frequentado por locais. Tinha acabado de passar o ano novo de 2017 para 2018 e eu fui encontrar um amigo brasileiro que também estava na cidade. Como ele gosta de café e me conhece bem, paramos para descansar (se é que é possível se cansar em Paris rs) e conversar.

Agora, o Le Café Marly é bom? A parada para apreciar a movimentação de selfies e fotos dos turistas pode não ser tão vantajosa. Pode ser que para almoço, jantar ou happy hour seja interessante, mas aí já não posso julgar porque fui apenas para tomar um cafezinho mesmo.

O café espresso não é lá grande coisa e custa 5 euros. Minha dica: se você tem um dinheirinho a mais, peça um chocolate quente (7,50 euros) e tenha paciência. O atendimento dos garçons (que são lindos!) é bem ruim. Esteja preparado (a)! Nada tão recomendado quando não se quer gastar muito.

Le Café Marly

Endereço: 93 Rue de Rivoli (Linha amarela do metrô – Palais Royal Musée du Louvre)
Horário de funcionamento: todos os dias, das 8h às 2h.

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Where to Drink Coffee

Gosta de dicas de cafeterias pelo mundo? Primeiro, continue acompanhando aqui. Meu objetivo de vida é visitar o máximo número de cafeterias que conseguir e compartilhar com você (adoro saber suas dicas também). Segundo, veja esse livro, uma das minhas descobertas mais felizes. Ele foi desenvolvido por 150 baristas e especialistas e traz 600 endereços para tomar café em 50 países, com dicas e tudo mais.

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O que achou do Le Café Marly? Já visitou? Conta aqui nos comentários. Vai para Paris logo e está fazendo seu roteiro? Comenta aqui também se essa dica te ajudou. 

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Fotos: Fernanda Haddad ©