O que aprendi ao tomar café com americano desconhecido

Eu estava em Milão. Tinha reservado pelo menos 20 dias para ficar num hostel: o Ostello Bello Grande, um dos lugares mais animados da cidade, onde chegam e vão embora pessoas do mundo inteiro, a todo momento. Mas, antes de contar sobre o café com americano, preciso voltar um pouquinho.

Um dias antes, o meu celular havia sido furtado ali dentro, numa das mesas do bar, que é aberto para não hóspedes na hora do famoso aperitivo italiano (o nosso happy hour). Dei bobeira. Ficava tanto tempo ali, ou trabalhando ou confraternizando, que talvez tivesse achado mesmo que estava em casa, literalmente.

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Conferi a câmera de segurança e fiz boletim de ocorrência, prova cabal de que finalmente eu estava conseguindo me comunicar em italiano.

Eu precisava muito do celular para trabalhar, o meu era novinho, 5 meses de uso. Era o momento certo de praticar tudo aquilo que eu vinha lendo nos livros de autoconhecimento. Não queria deixar que sentimentos ruins me tomassem.

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E pensei: “Confia, menina. Tudo acontece por uma razão. O que é que você tem a aprender com isso?”.

Me permiti sofrer por 5 minutos e soltei.

No dia seguinte, eu estava sentada trabalhando com o computador na mesma mesa em que o celular foi furtado, no mesmo lugar.

Eis que surge um cara para fazer seu check-in. Ele sentou na minha frente para preencher o formulário, colocou o seu welcome drink de um lado e seu celular de outro. O aparelho era idêntico ao meu, o mesmo modelo.

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Ele puxou conversa, perguntando o que eu tava fazendo ali, de onde eu era, etc. Todo mundo fazia cara de espanto quando eu dizia que estava viajando com passagens só de ida, inclusive ele, que é fotógrafo e estava numa jornada parecida.

Dei o alerta:

– Olha só… Fica atento com seu celular. Ontem, levaram o meu aqui nessa mesa.

Eu tinha contado um pouco sobre o meu trabalho, sobre como fazia para trabalhar viajando, e continuei no computador enquanto ele acabava de fazer o check-in no balcão da recepção.

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Peguei um café no bar, ele voltou com um café na mão também e me disse:

– Eu imagino que o celular esteja te fazendo muita falta, até pelo seu tipo de trabalho. Eu trouxe um aparelho extra, mais velhinho, de backup. Quer ficar com ele? Eu deixo com você.

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Eu fiquei assustada, achei que não tinha entendido direito. Afinal, quem é que oferece um iPhone para uma pessoa que conheceu há 5 minutos? Ele continuou:

– Eu vou ficar aqui por uns dias e, no máximo, vou visitar a região, tudo aqui perto. Mas, volto e pego o celular. O que acha?

Eu continuei sem resposta, incrédula. E ele:

– Bom, pense aí… Eu vou deixar minha mala no quarto e sair para comer. Quando eu voltar, você me diz.

O celular é importante mesmo para quem trabalha com internet, os meus clientes contavam comigo, tinha entregas a fazer.

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Na Europa não existe essa coisa de parcelar em 12x. Eu estava esperando receber de um trabalho e ainda ia ter que enviar o dinheiro da minha conta do Brasil para comprar um aparelho novo.

Aceitei. E fiquei emocionada depois, sozinha. Como é que pode encontrar a solução no mesmo lugar de onde surgiu o problema num intervalo de menos de 24 horas?

O gesto de gentileza desse garoto americano é algo de que nunca mais vou me esquecer. E digo mais: se eu não tivesse ficado no pé dele, ele nem teria voltado para buscar o celular. Aqui aprendi um pouco mais sobre desapego.

E quer saber sobre o que mais aprendi (na prática)? Confia! O universo pode te surpreender entre um café e outro.

 

Fernanda Haddad é idealizadora e editora do projeto @UmCafezinho. Formada em jornalismo, tem uma empresa de conteúdo e estratégia digital. Trabalhou no Grupo Bandeirantes por quase 5 anos, gerenciou o conteúdo do Universo Jatobá nos primeiros 2 anos de portal e trabalhou em outros projetos de Content Marketing para grandes marcas, em startup. Também é locutora e apaixonada por bulldogs e chocolate. Nas horas vagas, toma café, lê, vê um filme ou outro e escreve um pouquinho. Fernanda escreve às terças-feiras.

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18 livros sobre café para apaixonados pela bebida

Nem todo mundo que gosta de café, trabalha com café e, por isso, o processo de aprendizado sobre a bebida acaba sendo por meio de cursos, de livros, da internet e da vida mesmo, do dia a dia. Esse também é o meu caso e, como já compartilho alguns achados de livros sobre café no Instagram, me veio a ideia de fazer uma lista bacana e bem robusta aqui.

Livros sobre café para coffee lovers (e para presentear apaixonados pela bebida)

Fiz uma pesquisa dos livros sobre café disponíveis no mercado (em português e em inglês) e separei os 18 que acho mais interessantes, seja porque eu já tenho e gosto ou porque quero comprar. Muitos deles são bem lindos e servem, inclusive, para decorar sua sala ou seu cantinho do café.

Esses dias estive numa livraria para comprar um desses livros sobre café para uma amiga e não encontrei. Fiquei super desapontada. Então, já coloquei o link de compra de cada item para facilitar para quem quiser, ok? Vamos lá:

1 . O Livro do Café

Assinado pela especialista Anette Moldvaer, o Livro do Café traz desde a história até características das espécies, informações sobre safra e um roteiro dos maiores produtores do mundo. Para quem quer saber sobre métodos de preparo, ela descreve o passo a passo de vários deles, como: prensa francesa, Aeropress, sifão e espresso, entre outros. Ilustrações não faltam e também mais de 100 receitas quentes ou frias para se deliciar. | Clique aqui para comprar. 

2 . Dicionário Gastronômico. Café com suas receitas

O livro Dicionário Gastronômico. Café com suas receitas é lindo demais e pode decorar a sua casa tranquilamente, mas não só isso: ele trata de lendas antigas e folclóricas sobre a apaixonante história do cafezinho. É daqueles livros que inspiram a gente, sabe?

Se você faz parte do grupo de coffee lovers, então… Não tem jeito de não gostar! O conteúdo é super rico, inclusive de imagens | Clique aqui para comprar

3 . O sonho do café

Que eu sou fã do café illy, não é segredo. Até visitar a sede na Itália eu já fui.  Esse livro fala sobre tudo o que tem numa xícara de café: ciência, cultura, aroma,  lugares maravilhosos, história, arte, viagens, paixão e muito trabalho. Aqui no blog, eu falo de tudo isso e talvez seja esse o motivo  da minha identificação com a marca. Andrea Illy compartilha a trajetória da sua família e da sua empresa rumo à concretização do sonho de seu avô Francesco quando criou a marca: oferecer ao mundo o melhor café. Clique aqui para comprar

4 . Eu Amo Café – Mais de 100 Bebidas Com Café Deliciosas e Fáceis de Fazer

A autora e especialista Susan Zimmer compartilha dicas e técnicas para preparar o cafezinho perfeito em casa e muito mais. Ela fala da história do café no Brasil, da família d’Orvilliers, da politica café-com-leite, da queda da bolsa em 1929, dos tipos de cafés, das técnicas de preparação e traz também dicas de moagem dos grãos, além de receitas, inclusive com sobremesas e drinks com café. No livro Eu amo Café, também encontramos informações sobre as principais regiões brasileiras produtoras e sobre como é feito o controle de qualidade do café. | Clique aqui para comprar

5 . Café com Design. A Arte de Beber Café

Esse livro é para quem ama café, mas não só isso. É para quem ama também arte, arquitetura, design e novas tecnologias. Eu adoro falar aqui sobre as cafeterias históricas que já visitei, adoro trabalhar em cafeterias pelo mundo, e justamente por isso adorei essa ideia. O livro traz à tona esse conceito do café como agregador. Fala do café e fala também dos espaços dedicados a ele. O café é um motivo para as pessoas se encontrarem, se reunirem, trocarem ideias e as cafeterias são espaços perfeitos de socialização que estão acompanhando o avanço tecnológico. | Clique aqui para comprar

6 . Chefs: Café

Neste livro, você encontra receitas criativas de 28 dos melhores chefs de cozinha, que ensinam que o café é também um dos melhores temperos. Você vai entender sobre o que é um bom café, sobre a safra, sobre a escolha do melhor produto e, claro, sobre o preparo em casa. Nele, tem história também e as transformações motivadas pelo café em diferentes lugares do mundo. (Grande e de capa dura, é lindo para deixar exposto na sala). | Clique aqui para comprar

7 . Coffee Love: Café Design & Stories

Esse livro está em pré-lançamento na Amazon do Brasil no dia de publicação desse artigo, mas achei muito interessante a proposta do autor. Só tem em inglês por enquanto e fala da cultura do café desde o passado até os dias de hoje em todo o mundo. De acordo com o autor, os locais de consumo de café são indispensáveis na vida urbana em cada canto do planeta, com designs e estilos para todos os gostos, do minimalista ao extravagante. | Clique aqui para comprar

8 . Receitas com café… Bem simples

Esse é excelente para quem gosta de receitas diferentes e de testes na cozinha usando todos os tipos de café na culinária. Tem receitas de bolos, docinhos, biscoitos, sobremesas, drinks e até opções light. Algumas mostram, inclusive, como usar o café no preparo de carnes. As receitas fazem uso de todos os tipos de café: café pronto, essência, em pó, granulado e licores de café. Boa dica para quem gosta de surpreender a família ou receber amigos com algo diferente. | Clique aqui para comprar

9 . Guia do Barista

Esse é o novo Guia do Barista, que foi lançado recentemente e já falei sobre ele aqui no blog. A primeira edição foi lançada em 2007 e essa já é a quinta, com a proposta de abordar todos os temas referentes ao café para baristas e entusiastas. As informações vão desde a produção de café até a preparação da bebida perfeita, com dicas e receitas de drinques à base de café. Nesta edição, o capítulo sobre torra de café tem novidades. | Clique aqui para comprar

10 . The New Rules of Coffee

A tradução do título é: As novas regras do café. Esse é um guia (em inglês) bem ilustrado para apreciadores de café, com dicas práticas de como armazenar e servir e também de torrefação.

O livro traz fatos, folclore e cultura popular sobre café em todo o mundo e foi escrito pelos fundadores e editores do Sprudge, um blog americano que fala apenas sobre café desde 2009. O conteúdo do blog é excelente, fica mais uma dica. | Clique aqui para comprar

11 . Louco por Café. Antonello Monardo

O livro Louco por Café traz um conteúdo rico e bem ilustrado, com fotos e receitas exclusivas e surpreendentes preparadas pelo próprio Antonello Monardo.

Ele é da região da Calábria, no sul da Itália, e fez do café a sua missão de vida, que começou essencialmente pelo seu avô, Domenico, no século passado. | Clique aqui para comprar

12 . Where to drink coffee

Se você acompanha o blog por aqui ou pelas redes sociais, já deve ter visto esse livro (em inglês). É um guia feito pelos 150 melhores baristas e especialistas em café do mundo. Eles compartilham 600 lugares em 50 países para tomarmos os melhores cafés, como cafeterias, padarias e restaurantes e até alguns locais mais inusitados, como uma locadora e uma loja de automóveis.  Ideal para quem gosta muito de viajar e sempre tá pensando no café. Vou estrear na minha próxima viagem. | Clique aqui para comprar

13 . APAIXONADOS POR CAFé

Esse livro é um dos que eu mais vejo por aí. Apaixonados por café traz segredos dos baristas de vários lugares do mundo para fazer bons cafés em casa.

Ele é super bem ilustrado e tem dicas muito legais, inclusive de decoração do seu café usando moldes, free pour, calda e até escultura 3D com espuma.  | Clique aqui para comprar

14 . Craft Coffee: A Manual: Brewing a Better Cup at Home 

Um manual escrito por um entusiasta do café para os entusiastas do café, com várias dicas em vários métodos (em inglês). A ideia do autor é falar com quem não é profissional, mas deseja fazer um bom café em casa sem complicação.

A proposta é justamente simplificar para quem gosta de café, mas não sabe por onde começar, especialmente de uns tempos pra cá, com o crescente interesse sobre o mundo dos cafés especiais. | Clique aqui para comprar

15 . The World Atlas of Coffee: From Beans to Brewing – Coffees Explored, Explained and Enjoyed

Outro livro lindo que só achei em inglês: o Atlas Mundial do CaféPlantas do gênero Coffea são cultivadas em mais de 70 países, principalmente na América Latina equatorial, sudeste da Ásia e África. Para alguns países, incluindo a República Centro-Africana, Colômbia, Etiópia e Honduras, o café é o carro-chefe da economia. O livro mostra tudo, do pé de café até a xícara, com conteúdo organizado por continente e depois por país ou região. Acho esse deslumbrante! | Clique aqui para comprar

16 . Brew: Better Coffee at Home

Brew (em inglês) é outra opção de livro para entusiastas que querem aprender a fazer um bom café em casa e não para profissionais. 

O autor é especialista em café e quer desmistificar o café especial, ensinando de forma simples a comprar os melhores grãos e equipamentos, além de técnicas básicas para preparar o café coado, na prensa francesa ou na cafeteira italiana, por exemplo. Ele complementa com receitas de bebidas e drinks à base de café. | Clique aqui para comprar

17 . Coffee: A Global History

No livro Café: uma história global (em inglês), Jonathan Morris explica como o mundo adquiriu o gosto pelo café e por que a bebida tem um gosto tão particular cada lugar. Ele fala da história do café, dos personagens importantes que tomavam café, do por que, como e onde o faziam. Ele traz também conteúdo sobre as regiões e as formas de cultivo, as fazendas, o processamento, o comércio e a logística, além de receitas e de explorar o universo de corretores, torrefadores e fabricantes de máquinas, com imagens, histórias e fatos surpreendentes. | Clique aqui para comprar

18 . História do café

O último, em português, traz a história do café desde sua descoberta, contada por uma historiadora com elegância e bom humor. Ana Luiza Martins analisa também como o café no Brasil se tornou um marco e parte da história. Mais do que uma atitude simpática de bom anfitrião, oferecer um café é proporcionar uma das mais prestigiosas formas de convívio social. Esse aqui é para todos os coffee lovers que gostam de história e querem entender como tudo começou por aqui. Vale fazer um café para começar bem essa leitura, hein! | Clique aqui para comprar

Isso é o que eu chamo de viajar sem sair de casa. E aí, o que achou dessas opções de livros sobre café? Quais você quer e quais daria de presente para aquele amigo viciado na bebida? Conte aqui e compartilhe usando a hashtag #umcafezinhopelomundo. 

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Passagem só de ida e muito café durante 5 meses

Não tinha prazo definido. Tinha só uma vontade de viver um dia de cada vez, sair do automático, estar no presente. Foi por isso que resolvi comprar passagem só de ida para a Itália e viver na Europa. A ideia era morar em Milão. Eu gosto do ambiente urbano, a locomoção dali para outros lugares era mais fácil, na minha visão. A facilidade com o idioma e a cultura do café ajudaram muito na escolha também.

Eu já tinha morado numa pequena cidade na Itália para fazer o meu processo de cidadania italiana. Nessa época, eu já tinha começado a trabalhar por conta própria. Era só colocar o computador na mala e ficar atenta ao fuso e aos prazos dos clientes.

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Com o passaporte europeu em mãos, voltei para o Brasil para mais 8 meses até chegar a hora de comprar passagem só de ida e viver assim literalmente – só comprando passagens de ida mesmo – por 5 meses para vários lugares, entre Itália, França e Suíça. Eu nunca sabia o dia de ir embora. Achava uma promoção ou uma oportunidade e ia. Vivi intensamente um dos períodos mais especiais da minha vida, com muitos cafés. Muitos mesmo.

Como consegui comprar passagem só de ida durante 5 meses?

Essa coisa de comprar passagem só de ida parece fácil e até coisa de filme, mas não é bem assim, especialmente quando você ouve as seguintes frases de TODOS os lados:

Ah, mas tendo dinheiro é fácil. Só tendo muito dinheiro para sair trabalhando e viajando assim.  

Claro que é preciso ter o mínimo de planejamento financeiro, mas você está enganado se pensa que precisa ser rico para realizar. No meu caso, o planejamento foi longo. Tudo começou para ir para Itália com passagem de ida e volta para fazer a cidadania. Fiquei lá por 3 meses na casa de uns primos, que me ajudaram muito (se você já tentou fixar residência na Itália para começar o processo, sabe do que eu estou falando).

Para isso, saí do apartamento onde morava com uma amiga e vendi tudo o que eu tinha lá. Só fiquei com as roupas e um saca-rolhas que eu adoro. Desapego total! Fui para a casa dos meus pais, comecei a guardar o dinheiro que antes ia para o aluguel e, passado um tempo, pedi demissão do emprego que já não me fazia feliz – importante reforçar que fiquei nele até conseguir cumprir o mínimo da meta financeira.

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Ainda lá na Itália – já considerando esse retorno sem prazo que durou 5 meses -, fiz economia e voltei para o Brasil com dinheiro. Aí, foram mais 8 meses no Brasil, sem saber se eu ia ou não me jogar nessa aventura. Detalhe: tinha deixado minhas roupas de inverno todas na Europa. Inevitavelmente, eu precisaria voltar pra buscar (ou pra ficar) em algum momento.

Você vai ganhar em real e gastar em euros?

Sim. O estilo do meu trabalho me permite atuar remotamente. Lidar com as variações de câmbio fez parte do pacote de escolhas de vida. Se você quer tentar, isso já tem que estar previsto de alguma forma nos seus gastos fixos mensais. O seu estilo de vida também vai impactar no montante necessário.

Eu cheguei a fazer entrevista para trabalhar por pelo menos meio período como barista ganhando em euros (isso foi no final dos 5 meses e eu acabei decidindo voltar para o Brasil por mil motivos que não vêm ao caso).

Ah, mas você tem família e amigos morando lá.

Tenho, mas isso não significa que vou me mudar de mala e cuia para a casa das pessoas. É importante ter tato. Quando você viaja nessa vibe, não quer se prender muito. O custo de viver assim precisa compreender os gastos com moradia (aluguel de quarto, de apartamento, hotel, Airbnb, bed and breakfast ou hostel), transporte, alimentação, entretenimento e imprevistos (sim, eles podem acontecer! Por exemplo: roubaram meu celular em Milão e eu precisei comprar outro. Na Europa, não tem essa de parcelar em 12x).

Ah, mas você tem passaporte europeu. Assim é fácil. 

Isso ajuda (e muito!) na hora de comprar passagem só de ida. Ajuda a entrar nos países sem muita burocracia e a ficar o tempo que desejar. Mas, é bom ter em mente que você continua sendo tratado como imigrante, é fato. Chegando do Brasil em Milão, por exemplo, mesmo com passaporte, já fui parada e sabatinada pela polícia por pelo menos 30 minutos.

Eu e meu computadorzinho rodamos. A cada dia, o escritório era uma cafeteria diferente. Trabalhei em inúmeras cafeterias pelo caminho, tomei muito café com pessoas incríveis e que talvez eu nunca mais veja (vou escrever sobre as mais interessantes aqui), dormi em quartos compartilhados… Andei, andei muito.

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Do Brasil, fui com duas malas grandes sem necessidade. Para viajar, usei apenas uma mala pequena e uma mochila. Era tudo o que eu tinha nesse tempo e muito mais do que eu precisava. Em resumo, não é dinheiro. São suas prioridades que vão te fazer viver uma experiência incrível. Planejar não é fácil, desapegar muito menos, mas transforma… Como transforma.

Você já viajou assim ou já pensou em comprar passagem só de ida para algum lugar? Compartilhe aqui comigo, eu vou amar saber. 

 

Fernanda Haddad é idealizadora e editora do projeto @UmCafezinho. Formada em jornalismo, tem uma empresa de conteúdo e estratégia digital. Trabalhou no Grupo Bandeirantes por quase 5 anos, gerenciou o conteúdo do Universo Jatobá nos primeiros 2 anos de portal e trabalhou em outros projetos de Content Marketing para grandes marcas, em startup. Também é locutora e apaixonada por bulldogs e chocolate. Nas horas vagas, toma café, lê, vê um filme ou outro e escreve um pouquinho. Fernanda escreve às terças-feiras.

Foto: rawpixel on Unsplash

Qual o melhor moedor de café para ter em casa?

Qual o melhor moedor de café para usar em casa? Essa é a dúvida do Fabiano Rampazzo, que enviou uma mensagem pelo Instagram pedindo uma ajudinha antes de comprar o seu.

Moer o café antes do preparo faz muita diferença no resultado da bebida e proporciona uma experiência completamente diferente quando se trata de qualidade de aromas e sabores. Se você não acredita, te convido a fazer o teste. Aí, você me pode me dizer: “ah! Não tenho moedor de café e é muito caro”.

Olha, existem boas opções a preços acessíveis. Para se ter uma ideia, a partir de R$ 60 você consegue comprar um produto legal e arrisco dizer que talvez nunca mais consiga tomar café de outra forma.

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Vamos fazer um comparativo de alguns produtos disponíveis no mercado para te ajudar a escolher a opção de melhor custo-benefício para o seu uso:

Compare e descubra qual o melhor moedor de café para ter em casa

Quando se trata de tipos de moedores, temos o moedor manual, que exige mais paciência e disposição, e o moedor elétrico, que ganha pela praticidade, mas deixa escapar um pouco das características sensoriais do café, já que produz mais calor durante o processo. Confira 5 opções:

1 . Moedor de café manual em inox e cerâmica 

Essa é uma opção de moedor de café manual interessante para os iniciantes, para os que não querem investir muito logo de cara e para viajantes também porque é portátil e não precisa de energia elétrica.

Ele é de aço inoxidável e o uso é simples: basta colocar o café, ajustar a lâmina de acordo com a granulometria desejada, fechar e girar  a manivela. Se você gosta de curtir o ritual do café e fazer isso manualmente não é um problema, vá em frente.  | Clique aqui para comprar

2 . Moedor de Café di Grano, Cadence MDR302-127, Marrom

A segunda opção também é compacta, portátil e tem um bom custo-benefício para iniciantes. Esse produto moí 50 gramas de café por vez e atende bem a quem vai usar em casa ou mesmo levar pra viajar.

A diferença com relação ao primeiro é que ele é elétrico e, por isso, mais prático para usar todos os dias. | Clique aqui para comprar

3 . Moedor de Café Manual Hario Slim

Aqui, temos uma alternativa de moedor de café manual para quem pode pode pagar um pouco mais, mas nem tanto. É portátil e dispensa o uso de energia.

Se você gosta de café, é possível que já tenha ouvido falar da qualidade dos produtos Hario. O ponto forte aqui são os níveis de moagem, que podem ser comparados aos elétricos de alto custo. | Clique aqui para comprar

4 . Moedor de Café 220V, Bialetti

Esse já é um moedor de café elétrico também para quem está disposto a pagar um pouco mais, mas nem tanto assim. A Bialetti é uma marca italiana, que leva o nome do inventor da cafeteira mais popular lá na Itália, a moka.

Ele é portátil, de aço inoxidável, pintura eletrostática e comporta até 50g de café por vez. Aqui paga-se um pouco mais pelo design e pela marca. | Clique aqui para comprar

5 . Moedor Express 127V, Tramontina

Esse aqui é um sonho para ter em casa e exige um investimento maior, mas não é impossível. É um moedor elétrico em aço inox escovado, com funil de 450 gramas para grãos, tela em LCD para exibir o número de doses ou xícaras, possibilidade de configuração do tipo e do tempo de moagem, além de ter o moedor com brocas cônicas.

São 60 configurações de moagem e um limitador de dosagem que ajuda a precisar a quantidade de café na hora do preparo da bebida. | Clique aqui para comprar

Agora já dá para saber qual o melhor moedor de café para você, certo? Avalie considerando o que cada um oferece frente à sua necessidade hoje. O que achou das recomendações? Você usa algum desses em casa? Compartilhe sua experiência aqui.

Se você tem alguma dúvida ou sugestão, faça como o Fabiano e escreva pra cá. Quem sabe sua questão não rende um post aqui também e ajuda mais pessoas? 

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Fake news

Nem tinha eu nascido direito e já tinha um primeiro causo para contar. Diz a lenda que minha mãe foi para a maternidade no carro da funerária, o único por perto e à disposição. Ou seja, a coisa já começou invertida, o que costuma ser o último veículo de todo mundo, aquele que não importa a marca, a cor, o ano ou o modelo, foi praticamente o meu primeiro.

Adiante, houve uma época da minha infância em que uma das minhas funções era ler a seção de necrologia do jornal para minha avó Alice. Uma vez por semana, eu pegava a organizadíssima agenda telefônica dela e pescava lá dentro o nome completo de uma de suas amigas. Depois, era só abrir o jornal e substituir o nome na notícia.

A vovozinha reagia rápido – e alto: “Morreu a Duduca”. Embora eu tivesse dito “Olga Caruccio”, ninguém daquela geração era chamado pelo nome de batismo. Depois ela começava a rir, pois não tinha como um guri de 12 anos enganar uma comerciante de 72. Até porque ela sabia de cabeça a idade das “migas” e nunca fechava com o que eu lia. E caso uma delas morresse a notícia chegava antes do impresso. Mas toda semana eu tentava aplicar o golpe.

Recentemente mudei de endereço e fui morar ao lado do cemitério. Toda vez que passo na calçada, não resisto a tentação de ler o painel de LED que mostra o nome dos(as) falecidos(as). E lembro do bom humor da minha avó numa longínqua manhã de quinta-feira (#tbt) em que levantei os dados completos da Tusnelda, digo, da dona “Zilda Doceira” e marquei um pontinho na batalha das fake news com a vovozinha.

Já deixei muito bem registrado no meu testamento – crônicas têm valor legal – que não quero saber de velório. Até já falei que era para não ter ninguém desmentindo minhas histórias, mas na verdade, não quero que saiam de lá reclamando do café, ou dizendo que estava frio. Até hoje, nunca vi alguém sair desses lugares elogiando alguma coisa, a não ser alguma prima que era uma criança desajeitada e que virou um mulherão. Ou o moleque espinhento que ninguém dava bola e que agora as mina pira no rapazote.

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CÁPSULA DE UM CAFEZINHO – O que eles disseram…

O velório é um defunto cercado de piadas por todos os lados”.

Max Nunes

 

Marcelo Lamas é cronista. Autor de “Indesmentíveis”, entre outros. O seu bisavô português Manoel Martins, tinha uma fita preta que costumava ser usada para comunicar falecimentos para a vizinhança. Vez por outra, ele escolhia um amigo e colocava a fita na frente da casa do sujeito, sem motivo, só pra ver a confusão.
@marcelolamasbr
marcelolamasbr@gmail.com

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Cafeterias pelo mundo: como escolher quais visitar em viagens

Que eu gosto de falar sobre cafés e cafeterias pelo mundo, você já sabe. Mas, se já é difícil conhecer todas as que eu gostaria na cidade onde eu moro, como é que eu seleciono aquelas que vou visitar quando viajo? (Isso vale para viagens nacionais e internacionais, tá?)

Rá. É uma tarefa difícil, especialmente se você tem poucos dias em um determinado lugar. Atualmente, eu adoto alguns critérios e é sobre isso que eu vou falar neste artigo.

Dicas para selecionar as cafeterias pelo mundo: quais visitar na sua próxima viagem?

Para toda e qualquer viagem que eu mesma organizo, não tenho um roteiro específico e nem gosto muito desse formato “congelado” de viajar (claro que isso depende muito do nível de segurança do destino e é muito mais fácil para quem viaja sozinho ou com uma dupla que tenha bastante afinidade).

Acho legal descobrir cada canto de um jeito próprio. Ao sair andando ou pegar um ônibus, um metrô rumo a um ponto turístico, por exemplo, que você já vai conhecer, pode ser surpreendente estar atento para ver o que atrai os seus olhos, afinal nem tudo está nos guias e na internet e você pode gostar do que nem todo mundo gosta.

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Cafeterias pelo mundo não faltam e confesso que já passei mal ao ficar o dia todo só tomando café. Hoje em dia, estipulei o máximo de 4 cafés por dia e nunca depois das 18h30. Para alguns, isso já é muito. Não ignore as limitações do seu organismo, dá para se divertir e conhecer muita coisa sem ultrapassá-las.

Vamos às 4 recomendações:

1 . Pesquise as cafeterias que você deseja conhecer

Essa primeira dica funciona como uma prévia. Liste absolutamente todas as cafeterias que você iria: as que se dedicam a cafés especiais, as cafeterias históricas, aquelas que foram cenários de filmes ou séries que você gosta, a que a sua prima indicou, aquela super maravilhosa que serve cappuccino com latte art de ursinho você viu pelo Instagram, etc.

O livro Where to Drink Coffee ajuda bastante nessa fase. São mais de 600 endereços em 50 países com várias dicas de especialistas. Comprei recentemente e vou estrear na próxima viagem. Mesmo se você não é tão bom com o inglês, é fácil de entender.

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Em alguns lugares, o hábito do café é mais forte do que em outros, mas sempre tem café. Lista feita? Vamos em frente.

2 . Hotel com café da manhã ou não?

A segunda dica (e que tem muito a ver com o seu estilo de viagem) é a escolha da hospedagem. Não adianta chegar em Milão com 15 cafeterias para conhecer em 2 dias se você vai ficar em um hotel com café da manhã.

Vamos otimizar o seu orçamento. Pense comigo: você prefere reservar esse hotel com café da manhã ou tomar café em uma das cafeterias da sua lista? Assim, você consegue economizar de um lado, paga menos no hotel, e começa o dia já conhecendo um lugar diferente.

Talvez você curta:

Tenha a mesma linha de raciocínio ao reservar um hostel, um b&b (bed and breakfast) ou Airbnb. Isso vai muito do gosto de cada um. Se o café da manhã do hotel for muito maravilhoso, pode valer a pena riscar algum da sua lista.

3 . Defina minimamente o seu dia

A terceira dica para escolher as cafeterias pelo mundo que você vai conhecer é fazer um planejamento mínimo. Essa é a parte que eu mais sofro, mas é importante quando se tem limite de tempo.

Com a sua lista em mãos e já sabendo a localização da sua hospedagem, considere os pontos turísticos que vai visitar. Nessas horas um mapa físico ajuda muito (eu prefiro). Em geral, os hotéis ou hostels disponibilizam nas recepções. Pergunte para não gastar dinheiro sem necessidade. Vamos usar o dinheiro pro café.

 

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Risque no mapa os lugares que você vai visitar, inclusive as cafeterias. Com isso, você não perde tempo nem se frusta ao descobrir que no dia anterior passou ao lado de um lugar que queria muito conhecer, mas nem se deu conta que era ali.

Isso quase aconteceu comigo em Budapeste. Passei sem querer ao lado do New York Café, que é considerado o café mais bonito do mundo. Imagina se eu voltasse de lá sem ver isso? Sorte que eu estava hospedada bem perto. Foi pura coincidência. Ainda bem!

4 . Conte com as exceções e imprevistos

Última dica: como em toda viagem, exceções e imprevistos acontecem e temos que estar preparados. Isso vale para coisas boas e para as não tão boas.

Quando se trata das cafeterias, eu chego ao destino consciente de que, mesmo seguindo os passos anteriores, eu posso não dar conta de visitar tudo o que eu gostaria, principalmente se eu não estiver sozinha. Nem todo mundo tem a mesma vibe de coffee shop hunter.

Tem mais dicas legais aqui:

E outra: posso estar caminhando e encontrar alguma cafeteria muito incrível que não está listada e aí é preciso decidir na hora: 1) Paro ali e cancelo alguma das que estão pré-programadas; 2) Passo reto;  3) Acrescento só mais um espresso no meu dia, enquanto espero o celular carregar. Eu, geralmente, fico com a 3. Mas, lembra do que eu falei ali em cima: respeite os limites do seu organismo. Não tem nada pior do que passar mal em viagem.

#UmCafezinhoPeloMundo

O café é um ótimo recurso para conhecer a cultura local. O cappuccino na Itália pode ser completamente diferente daquele servido na Bélgica. Eu já falei sobre isso aqui em algum momento. É lógico que temos que levar em conta que o cappuccino nasceu na Itália, mas o gosto local influi bastante. Um jeito muito legal de reparar isso é observando o cardápio das cafeterias pelo mundo, as bebidas, as comidas e também os hábitos, o que as pessoas mais pedem.

Minha próxima viagem está marcada para fevereiro de 2019, mais pra frente vou dar mais detalhes aqui e pelas redes sociais. Se você ainda não me acompanha pelo Instagram e Stories, vai lá. Além de ter conteúdo diversificado, você pode ver mais de perto sobre essa fase de planejamento, dia a dia e tal…

E aí? Bora fazer o roteiro para conhecer mais cafeterias pelo mundo, coffee lover? Se essas dicas te ajudaram, me conta aqui. Será que você tem alguma outra para complementar essa minha lista? Vou adorar saber. Ah, compartilha com os amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Fernanda Haddad ©

Café e ciclismo: estudo da USP indica melhor desempenho

Ter uma vida agitada é a realidade de muita gente, principalmente nos grandes centros urbanos. Uma mente cansada traz um impacto direto no desempenho de trabalho e também na performance de atletas, mas, peraí… O que isso tem a ver com café? Vamos usar o exemplo de café e ciclismo.

Explico: a cafeína é capaz de atenuar e reverter a sensação de fadiga mental e ainda melhorar o desempenho de atletas de ciclismo, de acordo com pesquisa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.

Café e ciclismo: pesquisa da USP relaciona a melhora no desempenho de ciclistas após consumo de cafeína

O autor da pesquisa é Paulo Estevão Franco Alvarenga e, de acordo com ele, os atletas com fadiga mental acabam perdendo desempenho e elevam a percepção de esforço para a mesma intensidade de exercício, sem nenhuma alteração fisiológica na musculatura. Foi esse o ponto de partida para estudar possíveis manipulações que revertam os efeitos da fadiga mental sobre o desempenho de ciclistas.

“A cafeína é um recurso ergogênico com efeito potencial para reverter os efeitos da fadiga mental sobre o desempenho”, afirma Paulo Estevão Franco Alvarenga

O estudo intitulado Efeitos da ingestão de cafeína sobre o desempenho de ciclistas mentalmente fadigados durante um teste de ciclismo contrarrelógio de 20 km começou em 2016.

Ciclistas selecionados para a pesquisa foram ao laboratório por quatros vezes e se submeteram ao teste de contrarrelógio de 20 km, análise cortical e muscular. Havia uma amostra de ciclistas livres de qualquer manipulação, outra sob o efeito de fadiga mental e nas seguintes os indivíduos mentalmente fadigados faziam a ingestão de cafeína ou placebo.

O resultado

Os ciclistas com fadiga mental apresentaram uma redução de 4,8% na ativação do córtex pré-frontal e consequentemente aumentaram o tempo para concluir o contrarrelógio em aproximadamente 1%.

Ao ingerir cafeína, mesmo após a indução da fadiga mental, houve um aumento na ativação do córtex pré-frontal em aproximadamente 8% e redução no tempo de conclusão do teste em 1,8%.

“Os sujeitos ao ingerir cafeína perceberam menos esforço comparados com as demais condições. Além disso, com a ingestão de cafeína, eles apresentaram uma maior eficiência neuromuscular”, destaca Paulo.

O autor do estudo chama a atenção para um detalhe importante: mesmo já sendo consumida em nosso cotidiano quando nos sentimos mentalmente cansados, por meio de ingestão de café, por exemplo, a cafeína deve ser utilizada para atletas sob orientação de um nutricionista, respeitando as características de dosagem e tempo de efeito da substância.

O projeto de mestrado sobre café e ciclismo foi orientado pelo professor Flávio Pires, coordenador do Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exercício (GEPsE) da EACH, e também contou com a colaboração da professora Florentina Hettinga, da University of Essex, Inglaterra; de pesquisadores pós-doc e alunos de mestrado da EACH e de alunos de graduação da Faculdade de Ensino Superior de Bragança, em Bragança Paulista (SP).

Leia também:

E já que estamos falando em café e ciclismo, continue a leitura e olha só a dica de cafeteria que une essas duas paixões:

Café e ciclismo em São Paulo

A dica é a Vélo48, um clube de ciclismo, que também é uma marca de roupa, um loja, uma agência de viagens, oficina e… Um café. Isso mesmo! A ideia começa com o ciclismo, mas se desdobra em uma série de produtos e serviços que “conversam” de alguma forma com esse universo. 

No café, por exemplo, os ciclistas encontram um ambiente super gostoso e com uma decoração que conta um pouco da história do ciclismo. O cardápio (assinado pela chef Regina Rambaldi) tem produtos orgânicos e naturais, com opções para café da manhã, almoço e lanches, que cabem em todos os tipos de dietas. Clique aqui e confira em detalhes.

Rua Amauri, 311, Jardim Europa, São Paulo/SP
Funciona de segunda a sábado, das 7h às 20h. Aos domingos, funciona das 7h às 18h.
Telefone: (11) 4780-0604

Você acha que café e ciclismo combinam? Se você chegou aqui porque adora as duas coisas, me conta aqui nos comentários. Como você vê essa relação?  

Foto: Depositphotos

Brunch na Catedral da Sé chega à 10ª edição

Está chegando o próximo brunch na Catedral da Sé, no centro de São Paulo. O evento chega à 10ª edição no dia 11 de novembro. Com a proposta de angariar fundos para ajudar a preservar e revitalizar um dos cartões-postais mais famosos da cidade, cada brunch conta com um chef diferente como responsável do cardápio.

Dessa vez, a convidada é chef Gil Gondim, autora da obra Conservas do Meu Brasil. Boa mineira que é, Gil é especialista  em compotas, geleias e antepastos, com forte influência da culinária italiana. Em seus cardápios, ela valoriza os sabores originários do Brasil, com as exóticas compotas de cajá, umbu e pêssego, além de suas paixões, as conservas de pinhão, pequi e palmito.

“Tenho uma preocupação especial com a origem e excelência dos produtos que entram em minha cozinha. Escolho pessoalmente”, conta.

Para o cardápio da 10ª edição do Brunch da Catedral da Sé destacam-se as tortas, quiches, antepastos, Avocado Toast e a Vichyssoise. E tem sobremesa também: clafoutis de mirtilo e torta Normanda de maçã e chantilly.

Quer saber mais detalhes? Fique tranquilo (a), que tem café, viu? Olha só:

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Brunch na Catedral da sé assinado por Gil Gondim

Data: 11/11
Horário: às 12h30
Local: 1º andar da Catedral da Sé
Endereço: Praça da Sé – São Paulo – SP
Valor: R$200 por pessoa.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo telefone (11) 95456–7632 (diretamente na Catedral) ou pelo site www.aloingressos.com.br

O que achou da ideia do Brunch na Catedral da Sé? Deve ser uma experiência incrível, sem contar a oportunidade de colaborar com a manutenção de um lugar tão cheio de história (eu amo passeios pelo centro! ). Fica aí a dica de programação para um domingo cafeinado e diferente. Conte sua opinião nos comentários e compartilhe nas redes sociais, claaaaro.  

Fotos: Divulgação/Catedral da Sé

Coffee Duo Boticário, a nova linha de perfumes da marca

Que o café tem um perfume bom, isso não dá pra negar. Muitas vezes, mesmo quem não gosta da bebida é atraído pelo seu aroma irresistível. Tanto é verdade que o mercado da beleza está atento: acaba de chegar a linha Coffee Duo Boticário, com duas novas fragrâncias, uma masculina e uma feminina, que prometem despertar a energia e a paixão do relacionamento. Ui!

Elas foram desenvolvidas à partir de um processo de infusão de grãos de café Arábica (eles a gente conhece bem, não é?) Agora, vamos conhecer um pouco mais sobre os produtos?

Coffee Woman Duo traz o exclusivo acorde Latte Macchiato, inspirado na mistura do amargor do café com a cremosidade do leite, além de frutas doces negras e delicadas flores.  A embalagem branca  com dourado é para nos lembrar da doçura e cremosidade do leite.

A versão masculina traz o acorde Café au Cream. Aqui a inspiração é a força do café, misturada com a cremosidade do licor, o frescor das especiarias e o calor do âmbar. A embalagem preta e prata mostram o lado mais intenso do café.

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Na linha feminina, tem também o leite hidratante de banho. Já para complementar a linha masculina, tem o hidratante corporal matte. Conheça:

Coffee Woman Duo Desodorante Colônia | 100 ml

Preço: R$ 129,90

Coffee Woman Duo Leite Desodorante Hidratante de Banho | 200 ml

Preço: R$ 44,90

 

Coffee Man Duo Desodorante Colônia | 100 ml

Preço: R$ 129,90

Coffee Man Duo Creme Desodorante Hidratante Corporal Matte | 200 ml

Preço: R$ 33,90

Os produtos da linha Coffee Duo Boticário estão disponíveis nas lojas em todo o país, no e-commerce e com as revendedoras de venda direta. Gostou da novidade? Conte aqui nos comentários. 

Fotos: Divulgação

Brunch em hotel: 5 boas opções em São Paulo

O brunch é uma refeição famosa nos Estados Unidos, mas surgiu na Inglaterra e também faz sucesso em outros lugares do mundo, inclusive aqui no Brasil. A palavra brunch nada mais é do que a junção de duas palavras: breakfast (café da manhã, em inglês) e lunch (almoço, em inglês). Fato é que tem café! Como adoro esse tipo de refeição e sei que muita gente curte também, elaborei uma listinha esperta com as alternativas de brunch em hotel, com os 5 melhores da cidade de São Paulo.

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Brunch em hotel em São Paulo: não precisa ser hóspede para aproveitar

Geralmente, o brunch de hotel conta com um cardápio de café da manhã, mas também tem opções de pratos com a cara do almoço. Todas as opções que vou sugerir aqui, paga-se um valor fixo por pessoa. Vamos ver?

1 . Renaissance 

No Hotel Renaissance, o brunch tem um buffet super variado e que muda a cada semana. No ambiente lindo e com vista, temos uma estação fixa com omeletes e ovos, tapioca, ovos Benedict, bacon, linguiça, batatas, pão de queijo, massas, salmão, escalope e sopa durante o inverno. Tem também mesa de pães e frios, saladas e sobremesas variadas, com prioridade aos ingredientes brasileiros. Brigadeiro, beijinho, gateau de açaí, pudim de leite, tortinha de cumaru com doce de leite são só algumas opções.  O brunch ocorre aos sábados e domingos, das 12h às 14h30.

> R$ 82 por pessoa *

> Endereço: Alameda Santos, 2233

> Telefone para reservas: (11) 3069-2233

 

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2 . Maksoud Plaza

O Maksoud Plaza é outro hotel em São Paulo que tem a opção de brunch, sempre aos domingos. Olha só o que tem no cardápio: pães e frios diversos, ovos mexidos com bacon, frutas e salada de frutas, sucos (inclusive detox), saladas variadas, massas, filé de salmão, ovos Benedict, iogurte com redução de frutas vermelhas, mini tapioca de muçarela ao alecrim e banana,  mini croque monsier,  camarão na taça, torradinhas de tartar de mignon, risoto de aspargos verdes, mini bobó com frutos do mar, sopinha Vichyssoise e tostado de queijo coalho com melaço de cana e sobremesas variadas. O Brunch 150 Maksoud é servido das 12h às 16h, exceto entre 23/12/2018 e 20/01/2019.

> R$ 105 por pessoa *, incluindo só bebidas não alcoólicas, e R$ 179, com direito a Mumm Brut Cuvée.

> Endereço:Rua São Carlos do Pinhal, 424

> Telefone para reservas: (11) 3145-8000

 

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3 . Emiliano

O Hotel Emiliano serve um brunch espetacular com pratos à la carte à vontade. No cardápio tem todos os típicos itens de café da manhã, com pães artesanais, ovos, frios, panquecas, geleias, cereais, frutas, sucos, café, chás, os clássicos ovos Benedictcroque monsieur e muito mais. Os pratos mudam semanalmente e o cardápio também tem opções ovolactovegetarianas e sem glúten, além de belas sobremesas. No valor estão inclusos vinhos branco e tinto da casa e espumante à vontade. O brunch é servido aos finais de semana e feriados, começa meio dia e vai até 16h.

> R$ 195* por pessoa

> Endereço: Rua Oscar Freire, 384

> Telefone para reservas: (11) 3068-4390.

 

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4 . Hilton 

No Hilton, o Armazém Morumbi serve um buffet bem variado de café da manhã, com pães, ovos, frios, geleias e tapioca. Tem também sopa, massas, carnes, acompanhamentos e saladas. Além de bebidas como café, leite, chá e suco de laranja, oferecem uma taça de espumante de welcome drink. O brunch é servido sempre aos finais de semana, das 12h30 às 15h30.

> R$ 85 por pessoa *

> Endereço: Av. das Nações Unidas, 12901

> Telefone para reservas: (11) 2845-0000

 

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5. Tivoli Mofarrej

No SEEN, aos domingos, das 12h30 às 16h, a experiência gastronômica é surreal e ainda temos uma linda vista 360° da cidade de São Paulo. No menu, temos: ovos Benedict, Mac and cheese rigatoni, fish and chips de bacalhau, além de pães (inclusive sem glúten), frios, bolos e frutas. E mais: saladas, massas, carnes, aves, peixes AND um sushi bar maravilhoso. As bebidas não alcoólicas estão inclusas e, de welcome drink, tem um Bloody Mary te esperando.

> R$ 150 por pessoa *. Crianças de até 5 anos não pagam e crianças até 11 anos pagam R$ 50.

> Endereço: ALAMEDA SANTOS, 1437.

> Telefone para reservas: (11) 3146-5923

 

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* Os preços foram checados na data de publicação do artigo e podem ser alterados.

E aí, gostou das alternativas de brunch em hotel na cidade de São Paulo? Conhece algum? Comente sobre suas experiências e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Foto de destaque: Depositphotos