Café especial no mês do pais é grátis no Octavio Café

O Dia dos Pais é no próximo domingo, 12 de agosto, e eu tenho uma novidade maravilhosa para você que tem um pai que curte um pretinho básico: o café especial no mês dos pais é gratuito no Octavio Café. O mês TODINHO! Que tal convidar o seu pai para um café e oferecer esse presente?

Como retirar um café especial no mês dos pais gratuitamente para presentear?

Para participar e presentear seu pai, vá até alguma quatro das unidades do Octavio Café e peça o cartão-presente no caixa. Para validar, é só o seu pai apresentar após a degustação do café.

Além de ser café especial, o legal é que é possível escolher entre diversos métodos de preparo diferentes de café. Saiba mais sobre eles em seguida:

Métodos de preparo de café por infusão

  • Prensa Francesa: infusão de água e café, filtrado por um êmbolo de metal. Realça o corpo e mantém os óleos essenciais. Método que extrai o maior nível de cafeína.
  • Clever: combina infusão com gravidade, reforçando principalmente o corpo da bebida.
  • Turco*: fervido três vezes durante o preparo, oferece uma bebida intensa em corpo e sabor. Muito usado na “cafeomancia” é o método mais antigo de todos.

Métodos de preparo de café por gravidade

  • Cafeor: filtrado, sem papel, produz uma bebida doce, aromática e rica em óleos.
  • Kalita: apresenta um suporte para filtro que possui uma base alargada e três furinhos. A bebida, com acidez acentuada tem extração uniforme devido ao filtro em formato de ondinhas.
  • Hario V60: coador com relevos em espiral. Produz bebida limpa e suave, realçando as nuances do café. Criação japonesa, é a evolução do nosso coador de papel.
  • Coador de pano: filtra todos os sólidos. A bebida é afetada pelos sabores de outras extrações, que ficam no pano. É o mais comum entre os preparos no Brasil.
  • Chemex: sistema com design diferenciado e filtro triplo de papel. Produz bebida limpa, que realça acidez e aroma. Desenvolvido pela Bauhaus em 1941.

Métodos de preparo de café por pressão

  • Syphon Coffee*: mescla infusão e transferência térmica. Produz bebida potente e encorpada. Criado em 1840 durante uma expedição marítima francesa.
  • Moka Italiana*: a extração acontece através da pressão da água quando entra em ebulição, produz bebida densa e encorpada. Método caseiro mais consumido na Itália.
  • Aram: 100% brasileira, portátil, sem uso de energia elétrica ou cápsulas. Essa cafeteira une design e tecnologia para fazer um espresso incrível.
  • Aeropress: passa por infusão e pressão de ar em uma câmara cilíndrica. Resulta em bebida suave e aromática. Criado em 2005 por um inventor de brinquedos nos EUA.

(*) Esses métodos não estão disponíveis na unidade de Viracopos.

Octavio Café

Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 1200 – 3º piso
De segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 10h às 20h
Telefone: (11) 3198-9476
Flagship Faria Lima
Av. Brg. Faria Lima, 2996 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP, 01451-000
Segunda a Sexta, das 07h às 21h, e aos sábados, das 10h às 19h
(11) 3074-0110
Shopping Eldorado
Av. Rebouças, 3970 – 1º Piso
Segunda a Sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 20h
(11) 2197-6308
Aeroporto Viracopos – Terra
Rodovia Santos Dumont, km 66 – Parque Viracopos, Campinas – Saguão de embarque
Segunda a Domingo, das 07h às 22h
(19) 3795-8546

Foto: Luís Simione/Divulgação

Xícaras feitas com borra de café são feitas por startup alemã

A borra de café pode ser reaproveitada de muitas maneiras. O designers por aí estão usando e abusando da criatividade para nos oferecer soluções lindas e sustentáveis. Essa é, aliás, uma característica forte desses produtos porque a matéria-prima vem de um material que iria para o lixo. Engana-se quem pensa que, por isso, a estética é prejudicada, como é o caso dessas xícaras feitas com borra de café. Vou falar sobre esse e outros produtos a seguir:

Acessórios, louças e xícaras feitas com borra de café

Sendo o café a segunda bebida mais consumida do mundo, dá pra imaginar o quanto de borra de café é descartada todos os dias no mundo? A startup alemã Kaffeeform é a responsável pela criação dessas louças e xícaras feitas com borra de café desde 2015.

O designer Julian Lechner passou 3 anos desenvolvendo o produto, que é composto também de serragem de madeira sustentável e cola natural. Além de resistir à máquina de lavar louça, os itens têm um leve cheirinho de café.

Assista:

Os preços variam de 15 a 20 euros, mas, por enquanto só são vendidos na Europa.

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Marca brasileira investe em biojoias e itens de decoração feitos à partir da borra de café

A Recoffee Design é uma marca brasileira que aposta na borra de café para fazer seus produtos. O café que iria para o lixo é misturado com aglutinantes naturais para a confecção de biojoias, peças de decoração e até revestimentos para acabamento de construção.

A Recoffee Design tem um e-commerce e os produtos são entregues em todo o Brasil. O preço dos brincos, por exemplo, varia de R$ 95 a R$ 185. Itens de decoração estão disponíveis a partir de R$ 35.

A criatividade e a inovação podem nos fazer ver até um simples cafezinho de outra forma, nos ajuda a enxergar além. Quem disse que material reaproveitado não pode ter design de qualidade? Não são lindas esses produtos e xícaras feitas com borra de café? Conte sua opinião nos comentários. 

Fotos: Divulgação

Overdose

O pessoal da firma estava ansioso para conhecer a nova cervejaria artesanal da cidade. Uma colega aniversariante chamou a turma e disse: “Vamos lá amanhã! Cada um paga suas cervejas e eu as comidas!”.

Era uma combinação explosiva: o desejo de conhecer cada cerveja que saia das 14 torneiras e o sálario que caiu na conta corrente junto com a participação nos lucros e resultados da companhia.

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Animada por uma banda de rock, a festa entrou na madrugada com toda aquela comilança e “beberragem” – neologismo que parece ter sido criado pela minha tia Elma, de tanto que ela usa.

Na hora de ir embora, fiquei por último na fila do caixa. O dono do boteco passou minha comanda várias vezes. Ele não queria acreditar que este cronista “tirou” o lugar de outro potencial cliente tomador de chopp, pois houve fila a noite inteira – o bar tem 60 lugares. Minha conta registrou míseros R$ 6,60 pelo consumo de duas águas.

Saí de lá, carregando metade do bolo de aniversário, já que me acharam habilitado para transportá-lo pra casa. Desviei do caminho e fui até o posto 24h que dá treinamento de barista aos atendentes. Lá tomei uma overdose de café. Uma beberragem, como diria a tia Elma. Se tivesse café naquela cervejaria, eu seria um cliente bem mais “interessante” para o botequeiro.

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Cápsula de @UmCafezinho – O que eles disseram…

“Há pessoas que só bebem em circunstâncias muito especiais. Mas consideram especiais todas as circunstâncias em que bebem”. Millôr Fernandes (1923-2012)

 

Marcelo Lamas é cronista. Acredita que qualquer estabelecimento só é bom se tiver um bom café. Autor de “Indesmentíveis”, entre outros.
@marcelolamasbr
marcelolamas@gmail.com

Foto: Depositphotos

Bar Luce, o café do Wes Anderson, em Milão

Hoje eu vou contar sobre uma das surpresas lindas que eu tive em Milão, em 2017: o café do Wes Anderson, diretor do filme O Grande Hotel Budapeste. Ele assinou o design do Bar Luce, uma cafeteria cheia de charme, que fica na Fundação Prada.

Cartaz do filme O Grande Hotel Budapeste. Reprodução

Quando cheguei a Milão, em fevereiro de 2017, era minha primeira vez na cidade. Cheguei sozinha e ia encontrar uma amiga brasileira. Como sempre, tinha feito uma lista de cafeterias para visitar, sabendo que não conseguiria ir a todas, mas segui o fluxo da vida.

Gosto de viajar assim, sem uma programação muito rígida. Acho legal ter a liberdade de sair andando cada dia para um lado e descobrir o lugar de um jeito que você goste, de um jeito só seu. Até porque sempre tenho em mente que posso encontrar cafeterias incríveis e restaurantes que nem sempre estarão listadas nos sites ou aplicativos pesquisados.

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Muita gente não consegue viajar sem uma programação, talvez seja esse um dos motivos que me faz amar viajar sozinha. (Pensando aqui: isso pode até ser tema de uma crônica em algum momento, BUT voltemos ao café do Wes Anderson).

A Fundação Prada

O Bar Luce fica na Fundação Prada. Se você gosta de exposições e obras de arte, vá em frente. O lugar de 19 mil metros quadrados é todo futurista, cheio de espelhos e tem uma arquitetura diferente, que mistura muito do moderno com o que já havia ali antes do espaço existir: uma destilaria.

O projeto é do arquiteto Rem Khoolas, que já fez também lojas e desfiles da marca. Tem uma torre dourada, inclusive, que é folheada a ouro. Não fica perto da Duomo e sim numa região industrial, cheia de galpões, mas é fácil de chegar de metrô + uma caminhadinha. Eu li que o que o senhor e a senhora Prada queriam era compartilhar sua coleção com os turistas e milaneses. Muitas obras são deles, mas o espaço também recebe outras exposições que não são fixas.

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Pois bem. Eu gosto muito de ver exposições, visitar museus e tal, mas tudo o que eu sabia era que ali havia uma cafeteria… Só não sabia que era o café do Wes Anderson, muito menos inspirado no filme O Grande Hotel Budapeste (sim, sou meio desligada às vezes, o que pode ser bom porque traz surpresas constantes e dá uma certa graça e leveza à vida rs).

Bar Luce: o café do Wes Anderson em Milão

O Bar Luce tem uma decoração linda, tudo rosa, verde e azul. Bemmm a cara do filme! No cardápio tem vários tipos de café, chás, lanches, doces, pizza…

Independente do horário, é claro que eu ia optar pelo café. Escolhi cappuccino e gelato de chocolate. Eu amo affogato (sorvete com café por cima), mas também adoro gelato para harmonizar com café, separados mesmo, para ficar naquela de esfria, esquenta… Foi o que fiz aí. <3 Amei, amei, amei. Uma super experiência e cafezinho delicioso.

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(Preciso confessar pra vocês que só me dei conta que se tratava do café do Wes Anderson depois que voltei pra casa. Foram duas felicidades: uma quando eu estava lá e outra quando eu não estava mais lá, mas me dei conta de que lá era lá :))

Bar Luce – Fundação Prada

Largo Isarco, 2, Milão, Itália (metrô linha amarela – estação lodi t.i.b.b)
Segundas, quartas e quintas, das 9h às 20h; sextas, sábados e domingos, das 9h às 22h; é fechado às terças.
Dica: não sei se ainda funciona assim, mas se você comprar a entrada para ver as exposições na fundação ganha um ingresso para ver um espaço exclusivo da prada dentro da galeria vittorio emanuele. aí pode parar na pasticceria marchesi para mais um cafezinho.

Que tal colocar o café do Wes Anderson no seu roteiro? Juro que é demais. Vai aqui no Booking, que tá no canto direito – se você tá lendo pelo computador – ou aqui em baixo – se você tá lendo pelo celular, e pesquise suas passagens e hotéis para Milão.

Se for na pegada mochilão e hostel, recomendo o Ostello Bello Grande, minha casa italiana, do lado da Estação Central. Eu sempre fico lá quando estou em Milão e já morei um tempo, inclusive. Incrívelllll! Deixe seu comentário e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Foto de destaque: Reprodução do site da Fundação Prada/Attilio Maranzano

Instagram: Fernanda Haddad©

Drink de café com rum cubano é servido em espaço em SP

Se você gosta de drinks com café, vai gostar do Café al Fuego. Esse é o nome de um drink de café com rum cubano que é servido no Espaço Quai D´Orsay, um lugar dedicado aos amantes de charuto, em São Paulo.

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Especialmente agora, com o tempo mais friozinho, a ideia é oferecer uma experiência diferente para quem aprecia café e também para os degustadores de charutos e suas harmonizações.

O Café al Fuego é um drink trazido pelo Club D’Orsay para São Paulo diretamente do Museo Del Ron, em Habana Vieja – Cuba. O drink de café com rum cubano é preparado com o legítimo Ron Dorado Legendario, além de café espresso brasileiro e leite vaporizado.

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Espaço Quay D´Orsay

Endereço: Rua Haddock Lobo, 932 – Jardim Paulista, São Paulo – SP
Horário de funcionamento: Segundas-feiras aberto somente para membros; De terça até sexta-feira, das 15h à 01h; Sábados, das 15h à 00h.
Telefone: (11) 3582-4444

O drink de café com rum cubano parece interessante, não acha? Não experimentei, mas parece interessante e por isso achei legal compartilhar aqui. Conte sua opinião aqui em baixo, nos comentários.  

Foto: Divulgação

Filme Café une três histórias pelo mundo

Na última quinta-feira, dia 2 de agosto, o filme CAFÉ (Califórnia Filmes), de Cristiano Bortone, chegou às salas de cinema. Primeira coprodução entre Itália, Bélgica e China, o filme conta três histórias que acontecem em diferentes partes do mundo, mas que ainda assim são muito próximas. O que as une? O café.

Filme Café: o cafezinho nas telonas

Na Bélgica, Hamed (Hichem Yacoubi) é o proprietário de uma pequena loja de penhores. Ele veio do Iraque procurando por um melhor futuro para si, para sua esposa e para seu pequeno filho. Durante uma violenta revolta na rua, sua loja é saqueada e um precioso pote de café pelo qual tinha grande apreço é roubado. Hamed descobre quem é o ladrão e, independente de sua natureza pacífica, decide fazer justiça com as próprias mãos.

Já na Itália, Renzo (Dario Aita) é um apaixonado sommelier de café, mas trabalha ganhando pouco em um boteco local no país, que está cada vez mais em recessão. Quando sua namorada Gaia descobre que está grávida, ele se vê envolvido em um roubo a uma fábrica de café.

Do outro lado do planeta, na China, Fei (Fangsheng Lu) é um jovem e bem-sucedido gerente. Ele vai casar com a filha de seu chefe, o dono de uma grande empresa química. Tudo parece perfeito em sua vida até que pedem para ele cuidar de um problema em uma fábrica em Yunnan, a rica região de onde ele vem e centro da produção de café na China. Porém, uma misteriosa jovem artista irá forçá-lo a prestar contas por sua vida.

Segundo Cristiano Bortone, diretor, esse é um filme atual e reflete todas as incertezas que a sociedade está passando. “O mundo está passando por grandes mudanças e os desafios que fomos alertados estão aparecendo agora em toda sua intensidade. No filme, esses problemas são expressados através dos destinos que ligam esses três personagens em diferentes partes de um mundo cada vez melhor” diz o diretor.

FICHA TÉCNICA

Direção: Cristiano Bortone
Elenco: Hichem Yacoubi, Dario Aita, Fangsheng Lu
Gênero: Drama
País: Itália, Bélgica, China
Ano: 2016
Classificação: A definir

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Que tal sair para tomar um cafezinho e pegar um cinema depois? O filme Café é extremamente convidativo, não acha? Conte sua opinião aí em baixo, nos comentários, e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.  

Fotos e trailer: Divulgação

Coffee Week Brasil 2018 ocorre de 10 a 26 de agosto

Falta pouco tempo para começar 0 Coffee Week Brasil 2018, considerado o maior festival de cafés do Brasil. O evento, que vai dos dias 10 a 26 de agosto, chega à sétima edição com o objetivo proporcionar experiências únicas com o nosso cafezinho, nas cidades de São Paulo e Curitiba.

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Coffee Week Brasil 2018: o que esperar?

Como nas outras edições, os estabelecimentos participantes estão divididos em 2 categorias: Standard e Excellence. Na categoria Excellence, as cafeterias devem usar grãos de café nacionais e de qualidade no preparo das bebidas.

Z Coffee: cappuccino e torta fudge de chocolate (R$ 14,90) Foto: Divulgação

Todas as cafeterias participantes do Coffee Week Brasil 2018 oferecem combos a preços que vão de R$ 9,90 a R$ 14,90. Junto com o cafezinho tem o acompanhamento, que pode ser petit fours, doces, bolos, sanduíches, sorvetes e outras comidinhas.

Ao todo, o festival já impactou mais de 250 mil pessoas. Para esse ano, os estabelecimentos participantes esperam 50 mil pessoas.

Eurobike Café: espresso e quadradinho (R$ 9,90) Foto: Divulgação

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Coffee Week Brasil 2018

Quando? De 10 a 26 de agosto de 2018
Onde? São Paulo/SP e Curitiba/PR
Clique aqui e consulte os estabelecimentos participantes

Participe do Coffee Week Brasil 2018. Já escolheu as cafeterias que você vai visitar? Conte nos comentários as suas preferidas e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Depositphotos

Como surgiu o cappuccino? Saiba mais

Você sabe como surgiu o cappuccino? A fama dele é mundial e, embora tenha suas versões adaptadas para cada gosto e cada cultura, o cappuccino tradicional leva apenas três partes iguais de café, leite e espuma de leite. Mas, de onde veio essa ideia? Quem o inventou? Qual a história do cappuccino?

Descubra como surgiu o cappuccino

A palavra cappuccino, em italiano, significa pequeno capuz. Cappuccio significa capuz e “ino”é o diminutivo.

Há quem diga que a receita foi inventada por um monge italiano, Marco D’Aviano, que lutou bravamente para evitar a invasão Islâmica na Europa. Lá em 1683, ele estava no exército italiano (cristão), que obrigou os turcos a recuar. Com isso, várias sacas de café caíram e veio a oportunidade de criar a bebida. O nome cappuccino faz, portanto, uma referência às vestes dos monges franciscanos.

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Como fazer um capuccino

Na receita do cappuccino italiano tradicional (um terço de café + um terço de leite + um terço de espuma de leite) características como qualidade do café, temperatura do leite e a textura da espuma são muito importantes para obter um bom resultado. A vaporização do leite é um dos desafios dos baristas em formação. Quanto mais cremoso e aveludado, melhor.

Aqui no Brasil, muitos lugares servem a bebida com canela ou cacau em pó. A alteração das receita de 3 proporções iguais de café, leite e espuma de leite pode resultar em outras bebidas como o café macchiato (café “manchado”com espuma de leite) e o café latte (uma dose de café e duas medidas de leite, mais a espuminha).

Uma das alternativas à receita tradicional é o cappuccino cremoso pré-pronto, que você pode fazer em casa para deixar sempre à mão. Clique aqui e confira a receita da minha avó.

Agora você já sabe como surgiu o cappuccino. O que achou da curiosidade? Você imaginava? Conte a sua opinião nos comentários e compartilhe com aquele seu amigo que ama a bebida. 

Foto: Depositphotos

L’Occitane au Brésil lança linha com óleo de café verde

Café não precisa ser só na xícara. Suas propriedades podem ser valiosas também para o nosso bem-estar. Para o Dia dos Pais desse ano, a L’Occitane au Brésil está lançando uma linha de produtos que tem como protagonista o óleo de café verde.

O óleo do café verde é extraído do grão de café arábica que ainda não passou pela torra. Foi feito um teste clínico com o óleo da semente madura e sem torra e descobriu-se que ele ajuda melhorar a qualidade e o metabolismo da pele. A seguir, conheça um pouco mais sobre a linha de produtos:

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Nova linha de produtos destaca o óleo de café verde

O destaque da linha com óleo de café verde é o Gel Hidratante Matificante 5 em 1 (50ml\R$69), que reduz a oleosidade da pele, protege contra os raios UVA e UVB graças ao FPS 20 e proporciona sensação refrescante e energizante.

Tem também a Deo Colônia Café Verde (100ml\R$145); o Shampoo Multibenefício Café Verde (180ml/R$39), que pode ser usado na limpeza do corpo, rosto, cabelo e barba; o Desodorante Café Verde (150ml\R$33) e o Sabonete Perfumado Café Verde (75g\R$13).

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Todos têm uma fragrância aromática amadeirada, que traz folhas de limão e ruibarbo nas notas de saída. Além disso, as notas de meio são compostas por cardamomo e folhas de violeta. Já as notas de fundo contêm cedro e sândalo. “A linha Café Verde traz inovação para a rotina diária de cuidados dos homens e atende a um público que está sempre em busca de praticidade”, diz Victoria Gallo, diretora de marketing da L’Occitane au Brésil.

O frasco do Desodorante Colônia Café Verde é uma releitura moderna do formato da semente do café, incorporada na moldura do próprio vidro e é assinado pela designer Renata Moura.

Os produtos já estão disponíveis nas lojas físicas e virtual da marca.

Gostou? Conte nos comentários o que achou dessa novidade com óleo de café verde para o Dia dos Pais.    

Foto: Divulgação

Café especial da Chapada Diamantina é lançado pelo Grupo 3corações

Neste terça-feira, dia 31 de julho, o grupo 3corações lançou o microlote campeão do Concurso Nacional de Qualidade do Café da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) no BIO, restaurante do chef Alex Atala, no Itaim Bibi, em São Paulo. O café especial da Chapada Diamantina faz parte da linha Rituais Microlotes, nova aposta da marca.

Rituais Microlotes e o café especial da Chapada Diamantina

O café vem da Fazenda Divino Espírito Santo, localizada em Piatã, na Bahia. Letícia Conceição é a produtora do café da variedade Catuaí, produzido a 1.350m de altitude e processado por meio do método cereja descascada, que  consiste em descascar e despolpar o café antes da secagem.

Microlotes são cafés com volume mínimo de uma saca de 60kg e máximo de 21 sacas, tratados com o máximo cuidado pelo produtor, e desenvolvem características particulares, que variam de acordo com a safra, variedade, microclima e processamento.

Os cafés vencedores do concurso da ABIC são comercializados por leilão. Nesse caso, o grupo 3corações adquiriu cada saca de café por R$ 9 mil. Para se ter uma ideia, o preço do café tradicional negociado na bolsa de valores é de R$ 500, em média.

Hoje a @3coracoes lançou seu microlote de café especial no @restaurantebio, com ninguém menos que Alex Atala, além de Letícia e Michael Conceição, produtores da safra especial premiada pela Abic, e Silvio Leite, consultor de qualidade com reconhecimento internacional. É muito bom ver uma empresa desse porte trazendo café de qualidade da Chapada Diamantina para o mercado brasileiro. “Se o café, até chegar na nossa mão, não tiver um profissional e um equipamento capacitados, todo trabalho anterior é jogado fora. Acho importante a gente valorizar isso, a cadeia do alimento, a cadeira do café”, reforça o chef @alexatala. O café é delicioso, surpreendente! Teve até sorvete de pão na chapa para harmonizar >> (Tem mais nos Stories) ☕️❤️ #umcafezinhopelomundo . . . 📸 @umcafezinho #umcafezinho #cafezinho #coffeelife #coffeelovers #coffeeexperience #coffeeholic #3coracoes #cafeespresso

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Sugestões de harmonização

Esse café especial da Chapada Diamantina é uma edição limitada. São apenas 40kg, que podem ser degustados no restaurante BIO em três diferentes métodos de extração: espresso, prensa francesa e V60, a partir de R$ 7 a xícara.

O café também pode ser adquirido pelos clientes em embalagens de 250g, em grãos ou moído na hora, por R$ 26. “A possibilidade de servir no restaurante Bio um café especial, de um produtor artesanal, mostra a comunhão entre a excelência e a demanda de mercado e também mostra o esforço conjunto de um grupo de profissionais que querem atingir a excelência”, diz Alex Atala. Para uma experiência mais interessante, o restaurante BIO oferece opções de harmonização. Com o método V60, a sugestão é de pão de mandioca na grelha; Com a Prensa Francesa, pão de queijo tradicional; e com o espresso, bolo de mandioca com goiabada ou ainda o inusitado sorvete de pão na chapa. O café é encorpado, com acidez média, notas delicadas de especiarias e sabores doces que remetem à caramelo e estará disponível no BIO enquanto durarem os estoques.

Restaurante BIO

Av. Horácio Lafer, 38 – Itaim Bibi, São Paulo – SP
Aberto todos os dias, das 8h às 23h.
Telefone: (11) 3071-1968

O que achou do lançamento? Legal ver uma empresa desse porte investindo em café de qualidade para o mercado nacional, não? Deixe sua opinião nos comentários. 

Fotos: Douglas Asarian / Instagram: Fernanda Haddad ©