Que tal um café… E um filme argentino?

Há um bom tempo acompanho os filmes argentinos. Me chama a atenção a quantidade de vezes que as personagens aparecem apreciando um café. Já falei nesse espaço que só tomei bons cafés nas minhas passagens por lá.

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Estou assistindo a um seriado do Netflix, o Barras Bravas (nome original Puerta 7), que trata da paixão das comunidades mais carentes pelo futebol e dos seus conflitos sociais.

Outro dia fiquei com a impressão de ter visto muitas xícaras num episódio só. Assisti novamente e contabilizei cinco cenas com cafés em 40 minutos. Apareceu mais que o mate tradicional que os hermanos sempre carregam consigo.

Avançando a minha maratona, novamente fui surpreendido. Voltei a assistir um outro episódio cafeinado e a frequência aumentou para um café a cada cinco minutos. Lembrando que o seriado é sobre futebol.

Se você chegou sua leitura até aqui imaginando que este cronista daria informação sobre o seu consumo particular de café, não terá essa revelação; pois tanto a Dra. Larissa – a dentista – quanto o cardiologista do autor – o Patrick – já me recomendaram sobre o excesso de consumo de café e nenhum paciente aqui quer ser advertido – novamente.

Só posso dizer a minha média de consumo, assistindo os episódios ou enquanto rascunhava, digitava e editava essa crônica, foi bem maior que uma xícara por ocasião.

Aproveitando que a recomendação é para que fiquemos em casa – quando possível – segue uma breve lista de sugestões de filmes dos nossos vizinhos argentinos (ou em co-produção com eles):

  • O cidadão Ilustre
  • Neve Negra
  • Relatos Selvagens
  • Truman
  • O Clã

Bom filme e bons cafés.

Marcelo Lamas é cronista. Autor de “Papo no cafezinho”, livro em edição final, entre outros.

marcelolamamasbr@gmail.com

@marcelolamasbr

Photo by Adrianna Calvo from Pexels

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