Blue Box Café serve Breakfast at Tiffany´s em Nova York

Se você é fã do filme Bonequinha de luxo,  da atriz Audrey Hepburn e de café vai gostar da novidade. A joalheria Tiffany & Co. acaba de inaugurar o Blue Box Café no 4º andar da sua loja conceito na 5ª Avenida, em Nova York. Isso significa que agora todos podem ter o prazer de conhecer o verdadeiro Breakfast at Tiffany´s (esse é o título original do filme de Truman Capote, de 1961).

O que tem no Blue Box Café?

O Blue Box Café tem um cardápio simples e inspirador, sem deixar a exclusividade de lado. Os itens vão mudar de acordo com a estações do ano. São servidos clássicos americanos feitos com ingredientes de melhor qualidade sempre de origem regional.

Além do café americano (US$ 6), tem chás, espresso (US$ 5), cappuccino (US$ 7) e latte (US$ 7). Tem também opções para almoço, sobremesas e o clássico Breakfast at Tiffany completo (US$ 29).

Confira o cardápio do Blue Box Café na íntegra (em inglês) aqui. 

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No mesmo piso do café também é possível conferir a nova coleção Home & Acessórios, com peças de decoração, uma linha de baixelas de prata esterlina, uma boutique infantil, uma seleção de livros vintage com curadoria da Assouline e um laboratório de fragrâncias.

A decoração é cheia de detalhes industriais, mármore e pedra amazonita, que reforçam o trabalho manual e artesanal da marca. Da escada que leva ao quarto andar dá para apreciar o lustre, que é uma instalação artística de quase 15 pés de altura, criado pela dupla de designs franceses Ronan e Erwan Bouroullec. O corredor é cercado pela letra “&” caligrafada e desenhada à mão. Um retrato de Charles Lewis Tiffany,  criado com 8 mil parafusos pintados a mão, dão um toque contemporâneo ao espaço.

O filme Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany´s)

O filme de 1h55 é dirigido por Blake Edwards e conta a história de Holly Golightly, interpretada pela atriz belga Audrey Hepburn. Ela é uma garota de programa de Nova York que quer se casar com um milionário e ser rica, mas acaba se apaixonando pelo jovem escritor Paul Varjak, seu vizinho. Dividida entre o verdadeiro amor e suas ambições e futilidades, Holly escolhe tomar seus cafés da manhã em frente joalheria Tiffany. Por isso, o nome original do filme é Breakfast at Tiffany´s. 

A obra teve cinco indicações ao Oscar em 1962 e venceu em duas categorias: melhor canção original e melhor trilha sonora. Está disponível no Netflix para quem quiser ver.

Blue Box Café – Tiffany & Co

727 Fifth Avenue, New York

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 17h30. Aos domingos, do meio-dia às 16h30.

Telefone: +1 212 605 4270

Tiffany & Co é a joalheria mais prestigiada do mundo e berço do design americano, fundada em 1837 em Nova York. São mais de 300 lojas em 28 países. O novo piso Home & Acessórios foi inaugurado no dia 1º de novembro e o The Blue Box Café, no dia 10 de novembro.

Alguém aí está com viagem marcada para a Big Apple e quer conhecer o Blue Box Café? Coloque no roteiro e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Divulgação

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Museu do Café é passeio imperdível para coffee lovers

Já pensou em fazer uma visita ao Museu do Café, em Santos? Esse é um dos principais pontos turísticos da cidade e, para quem gosta da bebida, garanto que é um super passeio. Hoje vou contar um pouquinho de tudo o que você pode encontrar por lá. Vamos juntos?

A história do Museu do Café

O café e a cafeicultura no Brasil têm uma presença forte quando se considera o desenvolvimento econômico, político e cultural do país, iniciado em meados do Século XVIII. A proposta da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, ao restaurar o prédio e criar o museu em 1998, é justamente contar essa história.

Entre objetos e documentos, o museu tem exposições permanentes e temporárias e é lá dentro que fica a Bolsa Oficial do Café, inaugurada em 1922 como parte das comemorações dos 100 anos da Independência do Brasil. O Salão do Pregão, onde eram negociadas as cotações das sacas de café na época, funcionou até a década de 50. A partir daí, tudo passou a ser operado do Centro de São Paulo.

A mesa e as setenta cadeiras dos corretores ainda estão lá, envoltas de obras importantes de Benedicto Calixto. Merece destaque o vitral no teto, chamado de “A Epopeia dos Bandeirantes” que, entre uma série de representações, reproduz uma lenda cabocla do início da colonização brasileira relacionada à busca pelo ouro.

O Museu do Café conta ainda com o Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers, que abriga documentos e publicações sobre café. O acervo é aberto ao público.

A Bolsa Oficial do Café é tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Santos (Condepasa), pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Centro de Preparação de Café

Em meio a tanta história é que foi criado o Centro de Preparação de Café (CPC) dentro do Museu. Com o apoio técnico do Sindicato da Indústria do Café no Estado de São Paulo (Sindicafé) e o objetivo de trazer educação qualificada para profissionalização, o CPC atua na formação de baristas para o mercado com cursos e oficinas regulares.

Confira aqui a agenda dos próximos cursos e oficinas do CPC. 

Aos finais de semana, o CPC tem degustação de café gourmet ministrada pelo barista do museu. São R$ 10 por pessoa em vários horários: 10h30, 12h, 15h e 17h.

A Cafeteria do Museu

Em um espaço como esse, não podia faltar uma cafeteria, é claro! A Cafeteria do Museu foi inaugurada no ano 2000, no piso térreo. Por sete anos consecutivos eleita a melhor da Baixada Santista pela Revista Veja, o consumidor que entra ali tem uma experiência diferente e pode, inclusive, levar cafés diferentes para fazer em casa.

São servidos cafés especiais de várias partes do país, das melhores regiões produtoras, em diferentes métodos de preparo. Tem o Blend do Museu, café orgânico e também o famoso Jacu Bird, um dos cafés mais caros do mundo.

Aqui no Brasil, o Jacu Bird Coffee é produzido no Espírito Santo com autorização do Ibama. A ave, que é vegetariana, já escolhe os melhores e engole os grãos de café inteiros, sem mastigar. Depois de um rápido processo de digestão, que é natural do animal, o café é retirado das fezes para o consumo. A mágica ocorre no estômago do pássaro, onde o café passa por um processo de fermentação, que garante doçura e acidez.  Hoje, esse é considerado o café mais caro do Brasil.

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Museu do Café de santos

Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico, Santos/SP
Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 17h; aos domingos, das 10h às 17h.
Telefone: +55 (13) 3213-1750
E-mail: museudocafe@museudocafe.org.br
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

Aos sábados a entrada é gratuita. Atividades e visitas especiais para grupos podem ser agendadas por telefone ou e-mail.

Vamos todos para o Museu do Café? O que acha de programar um passeio em família? Quem mora em São Paulo pode ir e voltar no mesmo dia. Se você já foi, conte nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Fotos: Divulgação/Museu do Café

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Reutilização de filtro de café faz parte do trabalho deste poeta

O nome dele é Carlos La Terza. Esse mineiro, de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, tem 31 anos e escreve poesias desde os 13. Do ano passado para cá, ele tem se dedicado mais intensamente a um projeto literário com reutilização de filtro de café para abrigar suas palavras. “Sempre foi algo que cultivei e procurei levar em frente. Sou professor de redação e Inglês também. Sinto que nunca vou conseguir parar de escrever, é uma terapia. Escrever me emociona, muito”, conta.

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Confecção de livros com reutilização de filtro de café

La Terza diz que já perdeu as contas de quantos livros escreveu usando filtros de café. E tudo é feito de forma artesanal, usando máquina de escrever. O primeiro deles, intitulado de Leite de Pedra, vendeu mais de 500 exemplares.

O poeta Carlos La Terza (Divulgação)

Tudo começou porque ele estudou o mercado e a cultura, as tendências do universo literário contemporâneo, e percebeu a oportunidade. “Busquei o formato e o material por algum tempo, passando por papel de pão, guardanapos, entre outros. Como sou viciado em café, os filtros aqui em casa se acumulavam de 3 em 3″, conta.

Do filtro sujo ao livro foi um pulo. A tinta de café foi a solução para a capa, também provinda do vício e dos fundos de xícara com aquele restinho, sabe?

O mais legal é que a iniciativa sustentável acabou ganhando colaboradores, contagiou as outras pessoas. Muitas delas, sabendo do projeto, deixaram de jogar fora seus filtros de café sujos e passaram a enviar para ele. “Eu lavo e prenso os filtros. No final desse processo, eles estão prontos para serem páginas. Os poemas são datilografados em máquina de escrever, um a um”.  A máquina foi presente de um querido tio, que a usava em seu escritório nos anos 90.

O livro vem com cheirinho de café. Isso porque a capa, também artesanal, é pintada com tinta feita da bebida. “O livro é fechado com lã ou com linha encerada. A cada edição tento mudar algo no fechamento mas de forma sutil. Gosto do formato simples”, reforça.

Segundo ele, a temática varia. “Pode surgir de uma conversa, de um encontro ou de um sentimento que exige sair para o mundo de alguma forma. Desde o amor e as relações humanas como amizade e confiança, apego… Passando por temas políticos ou simples observações despretensiosas do cotidiano, em pequenos Haikais”, completa.

Além de livros, Carlos também faz quadros com poemas, usando a máquina de escrever e os filtros de café. “Faço outros trabalhos em parcerias com artistas sul mineiros e logo lançarei uma linha de camisetas com meus poemas”.

Foto: livro e quadro feitos com reutilização de filtro de café, com a ajuda da máquina de escrever. (Divulgação)

Hora do cafezinho

La Terza contou na entrevista que nem sabe quantas xícaras consome por dia. “Conhecido como um ativador de memórias, o cafezinho me acompanha desde a escrita até o trabalho manual nos livros, o que nos torna uma dupla. Eu e o café, o café e eu”.

Tomar café é ativar a mente com prazer e poesia. Meu tipo preferido é o expresso curto. Tenho uma paixão por café de qualidade coado também, creio que pela lembrança familiar da coisa.

Onde comprar

O projeto de livros e quadros com reutilização de filtro de café funciona de forma independente. Quer conhecer mais de perto? Acesse o perfil no Instagram @poetalaterza. Os livros custam R$ 35 cada e são enviados sem frete para a região Sudeste.

O que achou do trabalho do poeta com reutilização de filtro de café? Conhece mais algum trabalho bacana que envolva o café? Conte nos comentários. Compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Foto de destaque: Divulgação

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Café com design: conheça a Boutique Du Design

Café com design. Quando esses dois se juntam só pode resultar em coisa boa, não é? Essa é a ideia da Boutique Du Design, resultado da união de duas paixões de Cris Duarte, que é paulistano, designer gráfico e super criativo.

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Café com design: entenda a ideia

Reprodução – Cappuccino e Cia

Esses são os pilares do modelo de negócio do Cris, que também é noivo de uma francesa e que, por isso, passou por uma temporada em Paris, na França. Foi nessa fase da vida que ele começou a trabalhar e atender os clientes em espaços coletivos, como coworkings e cafeterias.

Assim começou a Bonjob, a Boutique Du Design. Não é difícil imaginar que Bonjob vem da palavra bonjour (bom dia, em francês). Afinal, segundo ele, um bom trabalho e um bom dia sempre começam com um bom café.

Ele voltou ao Brasil junto com a noiva e segue atuando com esse modelo de negócio por aqui. Os clientes da Boutique Du Design têm um menu para escolher o tipo de trabalho que mais se adequa às suas necessidades: Job boteco, Job coado, Job espresso, Job longo e Job Premium.

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O que mais sai é o coado. Quer conhecer as características de cada um deles e saber mais detalhes? Acesse o site Cappuccino e Cia e confira na íntegra.

Gostou da união de café com design? Uma ideia criativa e interessante, não acha? Conhece mais algum projeto que tenha a ver com café? Conte aí. Compartilhe sua opinião nos comentários e use a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Pixabay

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Café suspenso é tradição na Itália. Já ouviu falar?

A tradição do café suspenso tem origem na cidade de Nápoles, no Sul da Itália. Não se sabe exatamente como tudo começou, mas é certo que foi no período da Segunda Guerra Mundial. Em um tempo de tanta escassez, o café suspenso era – e ainda é – considerado um pequeno gesto de gentileza protagonizado pelo café: você paga o seu e deixa mais um pago para o próximo cliente que não tiver condições financeiras, tudo de forma anônima.

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Café suspenso: de Nápoles para o mundo

A história do café suspenso começou em Nápoles e, aos poucos, foi se espalhando pelo resto da Itália e para outros países do mundo. Hoje, até mesmo cafeterias no Brasil praticam a ideia. Alguns lugares são mais organizados quanto a isso: ou fazem uma lista dos cafés suspensos e deixam no caixa para controle ou deixam um recipiente no balcão para que os recibos sejam depositados. Assim, quem não tem como pagar, entra, pega o recibo e toma o seu café. Claro, que depende muito da honestidade de quem atende, mas aí já é outra história.

Tomar café na Itália faz parte da cultura e é também um ato social. É um bom motivo para fazer aquela pausa no meio do dia, bater um papo e descansar a cabeça, além do que essa é uma boa maneira – e barata – de se fazer o bem sem olhar a quem. Afinal, todo mundo merece um cafezinho, né?

Experiência da Editora na Itália

Como surgiu no Sul da Itália, a prática do café suspenso é mais comum à medida que se chega mais perto de lá. Passei exatos 3 meses no Norte da Itália, para fazer o processo da minha cidadania italiana, e uma das tradições que eu mais queria ver de perto era essa.

Fiquei perto da cidade de Treviso, na região do Veneto. Foi lá na cidade de Istrana que encontrei essa plaquinha. Na legenda tem a tradução:

Essa foi a única cafeteria de todas que eu fui que encontrei um aviso sobre o café suspenso. Acho provável que tenha em muitas das que eu estive, mas não é tão explícito. Esse ano pretendo retornar à Itália e aí, sim, vou visitar todas as cafeterias que ficaram só na vontade.

Aqui no Brasil sei que isso acontece em alguns lugares porque já vi pela internet e pelas redes sociais, mas, de fato, nunca presenciei um estabelecimento que pratique o café suspenso por aqui. Quem conhecer algum bacana pode colocar nos comentário que eu vou amar saber.

De coração, torço para que essa iniciativa se espalhe. Acho lindo o poder transformador que o café pode oferecer para a sociedade.

Comece você a corrente do café suspenso

Deixo aqui uma sugestão para fazer na Itália, no Brasil ou onde você estiver: quando parar para tomar um cafezinho e puder, é claro, deixe mais um pago. Avise ao atendente para oferecer a quem não puder pagar. Comece a corrente. Quem sabe você não inspira mais alguém pelo caminho!

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Foto de destaque: Pixabay

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Café mais bonito do mundo fica em Budapeste, na Hungria

O New York Café abriu suas portas em 1894, em Budapeste, na Hungria. Em seleção feita pelo UCityGuides ele foi considerado o café mais bonito do mundo. É maravilhoso mesmo! Tão lindo que emociona. Logo que eu entrei, uma pequena orquestra tocava música clássica bem ao fundo, na parte superior. Assim que terminou, o pianista, que estava posicionado do outro lado do salão, começou o seu show. Teve, inclusive, “Garota de Ipanema”.

Não tem como não se emocionar, a sensação é de que se está voltando no tempo, entrando em um livro de história. Falando nisso, vou contar um pouco da história do lugar para vocês.

A história do café mais bonito do mundo

O New York fica no edifício Grand Boulevard, um dos mais lindos de Budapeste. Tudo começou no século XIX, mais precisamente em 1894, e era o ponto de encontro de intelectuais e artistas da época. A alta sociedade não era tão adepta ao local como era esperado porque não gostava das esculturas na parte externa, que lembram diabos. Isso, por sua vez, agradava aos artistas e intelectuais.

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Foto: Site Oficial/Reprodução

Os atendentes eram especialmente treinados para saber os hábitos e horários dos seus clientes, um diferencial considerável para a época. Com o passar do tempo e os períodos de guerra, o New York passou por períodos de pausa e trocas de gerência até que em fevereiro de 2001 o grupo italiano Boscolo comprou o prédio para instalar o Boscolo Hotel Budapest e, então, restaurar o café, preservando toda a história e o tanto que cultura que está guardada ali.

A decoração é repleta de mármore, veludo vermelho, ouro e bronze, além de abajures venezianos, que são verdadeiras obras de arte. O teto é um show à parte, com afrescos de Gusztáv Mannheimer e Ferenc Eisenhut, trazendo referências de meados dos anos 1800.

Foto: Site Oficial/Reprodução

Desde 2006, quando acabou a reforma, é possível parar para observar e saborear um cafezinho ou mesmo jantar. Para quem não quer ter surpresa na hora da conta, dá para consultar o cardápio e os preços em euros pelo site.  Uma verdadeira viagem à Belle Èpoque com cafés excelentes. Vale a visita!

New York Café – Budapeste

Erzsébet körút 9-11, Budapeste, Hungria.

Funciona de segunda a domingo, das 8h às 00h.

O que você achou do café mais bonito do mundo? Já passou por lá ou tem vontade de conhecer? Conte nos comentários ou compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Site Oficial/Reprodução

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Caffè Florian: parada obrigatória em Veneza

Tudo começou em dezembro de 1720 e segue operando maravilhosamente bem desde então. O Caffè Florian tem quase 300 anos, gente! Ele é o café mais antigo da Itália e tem esse nome em homenagem a Floriano Francesconi, o primeiro proprietário da casa.

A história do Caffè Florian

O Florian já foi cenário de mudanças econômicas e sociais importantes e no começo eram apenas 2 salas. O que vemos hoje é resultado da última restauração, começada por volta de 1858 e terminada em 2012, com 3 salas a mais. São 5 salas, todas com afrescos, sofás em veludo vermelho, detalhes em dourado e mármore.

Tem a Sala do Senado, a mais importante para os Venezianos, dada a sua importância histórica e artística. Em 1893, foi ali que nasceu a ideia Bienal de Veneza, que viria a sair do papel 2 anos depois; a Sala Chinesa, com obras de Antonio Pascutto; a Sala Oriental, com pinturas do veneziano Giacomo Casa, datadas da segunda metade do Século XIX; a Sala das Estações, toda em motivos florais, com a inspiração do famoso arquiteto italiano Ludovico Cadorin; e, por último, a Sala Liberdade, que é a menor de todas e também tem influência floral. Essa última tem espelhos pintados à mão e foi criada em 1920 para marcar o bicentenário do café e mais tarde foi usada para armazenamento. Em 1986, foi restaurada e voltou a funcionar.

Estar em uma das salas do Florian é como voltar no tempo! Goethe, Rousseau, Balzac, Marcel Proust e Modigliani são alguns exemplos de frequentadores do Caffè nesses quase 300 anos de vida, já que por algum tempo era a única cafeteria que permitia a entrada de mulheres.

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O cardápio do Caffè Florian

Para comer, pedimos um Toast Florian (com presunto, queijo e um molho da casa delicioso), um Tiramisù (dos deuses!!!) e dois cafés, sendo o da esquerda o Caffè dell’Imperatore (café, licor de zabaione e creme de leite) e o Caffè del Doge (café, creme de gianduia da casa, creme de leite e avelã). Tem opções para todos os gostos e é difícil escolher! Dá uma olhadinha aqui no cardápio completo.

Não é barato, tá? (A conta da mesa abaixo ficou em torno de 50 euros). Mas, garanto que é uma experiência histórica e gastronômica que vale a pena!

Caffè Florian

Endereço: Piazza San Marco, 57, Veneza (Itália)

Aberto todos os dias. De segunda a quinta-feira, das 10h às 21h. Sextas e sábados, das 9h às 23h. Domingos, das 9h às 21h.

E-mail: servizi@caffeflorian.com

Tel.: +39 041 520 56 41

Gostou de conhecer um pouquinho mais sobre o Caffè Florian em Veneza? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Foto de destaque: Pixabay

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Café na Confeitaria Colombo agora dentro do Galeão

Que tal um café na Confeitaria Colombo antes de pegar o voo? O belíssimo Patrimônio Cultural e Artístico do Rio de Janeiro ganhou mais um endereço na cidade e acaba de inaugurar um espaço no Aeroporto Galeão, localizado na área restrita de embarque Internacional. Rico em detalhes, o café reproduz um pouquinho da beleza e do glamour da belle époque, que é bem forte no ambiente da sede, no Centro do Rio de Janeiro.

“Depois da experiência bem sucedida que tivemos com os quiosques nas Paineiras, no acesso ao Corcovado, percebemos que a Confeitaria Colombo tem um potencial grande para explorar esse modelo de negócio”, conta Rafael Zambrotti, gerente geral da Confeitaria Colombo.

Café na Confeitaria Colombo: o que é servido na nova unidade

Balcão de mármore, mesas, cadeiras e, claro, o cardápio fazem jus à história de mais de 100 anos de sucesso. Na nova unidade, é possível parar para tomar um café na Confeitaria Colombo e saborear coxinha, empadas, pastel de forno, sanduíches e saladas, além de bolo caseiro e as tradicionais Torrada Petrópolis e Torrada Americana. Entre os doces, clássicos como o Viradinho de Nozes e o Pastel de Nata.

Outras opções são as Tarteletes de Chocolate com Avelã ou Limão e as Bombas de Chocolate e Creme. Uma seleção de cafés especiais, feitos com o blend exclusivo da Confeitaria Colombo, acompanha as delícias da casa. Há ainda um espaço reservado para os produtos exclusivos da Confeitaria Colombo, desde biscoitinhos e chás artesanais até cadernos, bolsas e canecas.

“Está nos nossos planos expandir a marca e levar a Confeitaria Colombo para outros pontos da cidade”, completa Zambrotti.

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Quer tomar um café na Confeitaria Colombo? Veja todos os endereços:

Confeitaria Colombo – Aeroporto Galeão (RJ)

Aeroporto Internacional Tom Jobim /Galeão, Terminal 2, 2º andar – Área restrita de embarque internacional.

Todos os dias, das 5h às 00h

+55 (21) 3398-2208

Confeitaria Colombo – Centro

Rua Gonçalves Dias, 32, Centro

De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

Sábados e feriados, das 9h às 17h.

+55 (21) 2505-1500

*Dica do Um Cafezinho: desça na Estação Carioca do Metrô, vá de ônibus ou táxi. Carro não é a melhor opção.

Forte de Copacabana

Praça Cel. Eugênio Franco, 1 – Posto 6 – Copacabana

De terça a domingo, das 10h às 20h.

+55 (21) 3201-4049

Cristo Redentor

Estrada das Paineiras, s/n° – Santa Teresa, Rio de Janeiro/RJ

Para mais informações, acesse www.confeitariacolombo.com.br.

Que tal convidar um amigo para um café na Confeitaria Colombo? É um passeio e tanto. Compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Fotos: Wagner Pinheiro/Divulgação

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Confeitaria Colombo serve cafezinho há mais de 100 anos

Aqui era a parada para o cafezinho de grandes pensadores, políticos e também da alta sociedade do século XIX e início do século XX. A Confeitaria Colombo, fundada em outubro de 1894, pelos portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão, era frequentada por nomes ilustres como Machado de Assis, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Chiquinha Gonzaga, entre outros.

Considerada uma das mais tradicionais do país, com mais de 100 anos de história, hoje a Confeitaria Colombo atrai turistas de todas as partes do planeta, além de fazer parte do Patrimônio Histórico e Artístico da cidade maravilhosa.

Confeitaria Colombo e seus mais de 100 anos de história

A referência à França é forte e ainda presente. O glamour e requinte da belle époque ainda está nítido em pleno 2016 para quem quiser ver. Espelhos com moldura de madeira de jacarandá, vitrais e bancadas de mármore italiano compõem o visual do ambiente. Para se ter uma ideia, naquela época, o grande público só tinha acesso aos balcões e, sem paletó, era impossível entrar para almoçar ou mesmo fazer um simples lanche com café ou chá no meio da tarde.

O visual é deslumbrante e parada obrigatória para quem visita o Rio de Janeiro em busca de cultura, história e, é claro, boa comida. Os doces, então, são maravilhosos e é impossível comer um só. Destaque para os franceses e portugueses. Por dia, são degustados 2500 deles, em média, somando 50 mil unidades por mês. Já pensou em quantos cafezinhos são necessários para acompanhar?

O espaço também virou moda entre os casamentos na cidade e comporta desde pequenas recepções para até 40 pessoas até uma festa com 250 convidados, no máximo. Para saber mais e fazer um orçamento, envie uma mensagem pelo site do espaço. 

O almoço no andar superior custa R$ 87* por pessoa à vontade. Mas, se quiser apenas um cafezinho ou chá, você pode pedir no balcão e nas mesas do térreo. Geralmente, tem uma fila rápida, mas vale a pena esperar e o atendimento é excelente!

*Valor sujeito a alteração.

Além do endereço tradicional no Centro do Rio de Janeiro, algumas delícias da Confeitaria Colombo podem ser apreciadas no Forte de Copacabana e também no Cristo Redentor.

O Café do Forte é uma boa pedida para o café da manhã. Tem vista para o Pão de Açúcar e a praia de Copacabana. A recomendação é escolher um belo dia de sol é chegar um pouquinho antes do horário de abertura para garantir um bom lugar.

No Cristo Redentor, são dois quiosques abertos em 2015, na área do Centro de Visitantes das Paineiras. Bolo caseiro, coxinha, pastel de forno e o quindim de camisola estão entre as opções disponíveis aos turistas.

Endereços das unidades da Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro

Confeitaria Colombo – Centro

Rua Gonçalves Dias, 32, Centro

De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

Sábados e feriados, das 9h às 17h.

+55 (21) 2505-1500

*Dica do Um Cafezinho: desça na Estação Carioca do Metrô, vá de ônibus ou táxi. Carro não é a melhor opção. 

Forte de Copacabana 

Praça Cel. Eugênio Franco, 1 – Posto 6 – Copacabana

De terça a domingo, das 10h às 20h.

+55 (21) 3201-4049

Cristo Redentor

Estrada das Paineiras, s/n° – Santa Teresa, Rio de Janeiro/RJ

Para mais informações, acesse www.confeitariacolombo.com.br. 

Visitar a Confeitaria Colombo, especialmente a do Centro, é uma experiência cultural e gastronômica. Não deixe de fazer uma visita e conte pra gente como foi usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo pelas redes sociais. Gostou? Já conhece? Comente aí. 

Foto do destaque: Arquivo RioTur

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Pintura feita com café é parte do trabalho deste brasileiro

A ilustração faz parte da vida de Dirceu Veiga desde 1994. Ele é da cidade de Curitiba, no estado do Paraná, e, entre os trabalhos disponíveis no seu portfólio, o café tem um cantinho especial. A técnica da pintura feita com café, ou Coffee Art, começou a ser feita por ele em 2007 e o resultado é, no mínimo, inspirador.

Quer ter a sua pintura feita com café?

As pinturas de Dirceu são feitas em tela, usando café espresso de diferentes torras, para conseguir os vários tons, e água.

Confira alguns exemplos:

O artista também faz um trabalho em festas, eventos, convenções e feiras, com caricaturas feitas ao vivo. Além disso, quem desejar ter o seu retrato feito com o café, pode encomendar pelo site dele.  

É só enviar a foto, o artista faz uma avaliação e responde em seguida se é possível fazer a pintura.

O trabalho é feito em uma tela de 30cm x 40cm e é entregue sem moldura, pelos Correios. O valor do trabalho é de R$280* mais a taxa de envio. Metade valor deve ser pago antes da entrega e a outra metade após você ver o trabalho pronto ainda antes do envio.

Você recebe a sua pintura feita com café até 10 dias corridos após a confirmação do pagamento. Ele usa um verniz fosco para finalizar o trabalho e proteger a pintura, que pode sofrer um leve escurecimento com o tempo, mas a durabilidade é garantida.

Quer entrar em contato com ele e ter uma obra de arte com cheirinho de café em casa? O e-mail dele para contato é veiga.dirceu@gmail.com.

Outro bom e lindo exemplo de profissional que usa o café para produzir e incentivar a arte é a Maria A. Aristidou. Ela mora no Reino Unido e descobriu a ilustração com café por acidente.

*O valor do trabalho foi consultado no site oficial na data de publicação dessa matéria e pode sofrer alteração.

Gostou de conhecer mais esse trabalho de pintura feita com café ou lembrou de um outro artista para contar pra gente? Comente aí e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Reprodução/Site Oficial

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