Coffee Design Lavazza: a loja conceito da marca, em Milão

Hoje eu vou dividir com vocês um pouco sobre um dos meus lugares favoritos para tomar café em Milão: Coffee Design Lavazza. Essa é a loja conceito da marca italiana, que abriu há um ano mais ou menos. Quando estive lá em 2016, o lugar abrigava uma loja de produtos de decoração e design. Aí, voltei em novembro de 2017 e me deparei com um espaço todo repaginado com cheirinho de café, melhor impossível!

O que você vai encontrar no Coffee Design Lavazza?

Desde que conheci o Coffee Design Lavazza era raro o dia em que não passava lá pelo menos para o espresso ou para encontrar amigos brasileiros que moravam ou estavam de passagem pela cidade. Primeiro porque ele fica muito pertinho da Duomo, da Galeria Vittorio Emanuele, do Teatro La Escala, do famoso panzerotto do Luini, que é uma massa de pizza frita ou assada com vários recheios (faz fila e sou viciada), e também do Cioccolatitaliani, uma boa parada para o gelato ou café. Ou seja: todo mundo que vai pra Milão passa ali perto inevitavelmente.

O Coffee Design Lavazza tem muito de café e muito de design. Além do espaço para aproveitar qualquer refeição, tem uma parte dedicada à torra e moagem de grãos de vários países, inclusive do Brasil, e também o balcão para quem passa rapidamente para o café. (Dica: pedir o café no balcão é sempre mais barato na Itália. Se quiser economizar, é só pedir o cafezinho e tomar em pé mesmo).

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Para quem gosta de métodos de extração diferentes, tem também e o atendimento é muito bom. Eles estão preparados para explicar tudinho sobre cada item do cardápio com a maior gentileza possível. Ah: a máquina de latte art é sensacional. Cada cappuccino vem com um desenho diferente. Perdi as contas de quantos tomei.

 

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A verdade é que virei uma master cliente, tanto que cheguei a encontrar por lá muita gente para quem recomendei, sem querer. Já não vejo a hora de voltar!

Coffee Design Lavazza Milano

Piazza san fedele, 2, milão
Horário: de segunda a quarta, das 8h às 20h30; quintas e sextas, das 8h às 21h; sábados e domingos, das 9h às 21h.

O que achou do Coffee Design Lavazza, em Milão? Comente aqui e compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

>>>> Ah! Para você que vai pra Itália e quer procurar passagens, hospedagens e alugar carro, tem a caixinha do Booking.com aqui no blog (no canto direito pra quem tá vendo pelo computador e aqui em baixo do post para quem está vendo pelo celular). Facilita sua vida e você ajuda o blog a continuar trazendo informações bacanas de cafés e cafeterias pelo mundo.   

Foto de destaque: Divulgação | Instagram: umcafezinho.com.br ©

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SP-Arte/Foto 2018 tem degustação do espresso illy

Agosto é o mês da fotografia e, por isso, é o mês escolhido para a SP-Arte/Foto 2018. O mais importante evento dedicado ao trabalho fotográfico no Brasil chega à 12ª edição e você pode curtir uma programação cultural e ainda degustar um cafezinho illy.

A SP-Arte/Foto 2018 ocorre entre os dias 22 a 26 de agosto, com entrada gratuita, no 3º piso do Shopping JK Iguatemi, na capital paulista. O espresso illy é um dos refinados sabores à disposição dos visitantes nos dias da feira.

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A SP-Arte/Foto se consolidou como plataforma de intercâmbio cultural e artístico entre curadores, colecionadores, artistas, renomadas galerias e admiradores desse segmento das artes. Durante cinco dias, a fotografia moderna e contemporânea ocupa posição central em debates, lançamentos e exposições que se expandem por toda a cidade de São Paulo.

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SP-Arte/Foto 2018

Shopping JK Iguatemi, 3º piso – Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – São Paulo/SP.
Quarta, 22 de agosto (Preview para convidados); Quinta a sábado, 23 a 25 de agosto: 13 às 21h; Domingo, 26 de agosto: 13 às 20h.
*A entrada encerra todos os dias meia hora antes do horário de fechamento da feira

Adoro essa ligação do café com a arte. Gostou da dica do SP-Arte/Foto 2018, em São Paulo? Que tal ir tomar um cafezinho por lá e ainda ver imagens incríveis? Deixe um comentário aqui e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Divulgação

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Café especial no mês do pais é grátis no Octavio Café

O Dia dos Pais é no próximo domingo, 12 de agosto, e eu tenho uma novidade maravilhosa para você que tem um pai que curte um pretinho básico: o café especial no mês dos pais é gratuito no Octavio Café. O mês TODINHO! Que tal convidar o seu pai para um café e oferecer esse presente?

Como retirar um café especial no mês dos pais gratuitamente para presentear?

Para participar e presentear seu pai, vá até alguma quatro das unidades do Octavio Café e peça o cartão-presente no caixa. Para validar, é só o seu pai apresentar após a degustação do café.

Além de ser café especial, o legal é que é possível escolher entre diversos métodos de preparo diferentes de café. Saiba mais sobre eles em seguida:

Métodos de preparo de café por infusão

  • Prensa Francesa: infusão de água e café, filtrado por um êmbolo de metal. Realça o corpo e mantém os óleos essenciais. Método que extrai o maior nível de cafeína.
  • Clever: combina infusão com gravidade, reforçando principalmente o corpo da bebida.
  • Turco*: fervido três vezes durante o preparo, oferece uma bebida intensa em corpo e sabor. Muito usado na “cafeomancia” é o método mais antigo de todos.

Métodos de preparo de café por gravidade

  • Cafeor: filtrado, sem papel, produz uma bebida doce, aromática e rica em óleos.
  • Kalita: apresenta um suporte para filtro que possui uma base alargada e três furinhos. A bebida, com acidez acentuada tem extração uniforme devido ao filtro em formato de ondinhas.
  • Hario V60: coador com relevos em espiral. Produz bebida limpa e suave, realçando as nuances do café. Criação japonesa, é a evolução do nosso coador de papel.
  • Coador de pano: filtra todos os sólidos. A bebida é afetada pelos sabores de outras extrações, que ficam no pano. É o mais comum entre os preparos no Brasil.
  • Chemex: sistema com design diferenciado e filtro triplo de papel. Produz bebida limpa, que realça acidez e aroma. Desenvolvido pela Bauhaus em 1941.

Métodos de preparo de café por pressão

  • Syphon Coffee*: mescla infusão e transferência térmica. Produz bebida potente e encorpada. Criado em 1840 durante uma expedição marítima francesa.
  • Moka Italiana*: a extração acontece através da pressão da água quando entra em ebulição, produz bebida densa e encorpada. Método caseiro mais consumido na Itália.
  • Aram: 100% brasileira, portátil, sem uso de energia elétrica ou cápsulas. Essa cafeteira une design e tecnologia para fazer um espresso incrível.
  • Aeropress: passa por infusão e pressão de ar em uma câmara cilíndrica. Resulta em bebida suave e aromática. Criado em 2005 por um inventor de brinquedos nos EUA.

(*) Esses métodos não estão disponíveis na unidade de Viracopos.

Octavio Café

Shopping Cidade Jardim
Av. Magalhães de Castro, 1200 – 3º piso
De segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 10h às 20h
Telefone: (11) 3198-9476
Flagship Faria Lima
Av. Brg. Faria Lima, 2996 – Jardim Paulistano, São Paulo – SP, 01451-000
Segunda a Sexta, das 07h às 21h, e aos sábados, das 10h às 19h
(11) 3074-0110
Shopping Eldorado
Av. Rebouças, 3970 – 1º Piso
Segunda a Sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 20h
(11) 2197-6308
Aeroporto Viracopos – Terra
Rodovia Santos Dumont, km 66 – Parque Viracopos, Campinas – Saguão de embarque
Segunda a Domingo, das 07h às 22h
(19) 3795-8546

Foto: Luís Simione/Divulgação

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Coffee Week Brasil 2018 ocorre de 10 a 26 de agosto

Falta pouco tempo para começar 0 Coffee Week Brasil 2018, considerado o maior festival de cafés do Brasil. O evento, que vai dos dias 10 a 26 de agosto, chega à sétima edição com o objetivo proporcionar experiências únicas com o nosso cafezinho, nas cidades de São Paulo e Curitiba.

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Coffee Week Brasil 2018: o que esperar?

Como nas outras edições, os estabelecimentos participantes estão divididos em 2 categorias: Standard e Excellence. Na categoria Excellence, as cafeterias devem usar grãos de café nacionais e de qualidade no preparo das bebidas.

Z Coffee: cappuccino e torta fudge de chocolate (R$ 14,90) Foto: Divulgação

Todas as cafeterias participantes do Coffee Week Brasil 2018 oferecem combos a preços que vão de R$ 9,90 a R$ 14,90. Junto com o cafezinho tem o acompanhamento, que pode ser petit fours, doces, bolos, sanduíches, sorvetes e outras comidinhas.

Ao todo, o festival já impactou mais de 250 mil pessoas. Para esse ano, os estabelecimentos participantes esperam 50 mil pessoas.

Eurobike Café: espresso e quadradinho (R$ 9,90) Foto: Divulgação

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Coffee Week Brasil 2018

Quando? De 10 a 26 de agosto de 2018
Onde? São Paulo/SP e Curitiba/PR
Clique aqui e consulte os estabelecimentos participantes

Participe do Coffee Week Brasil 2018. Já escolheu as cafeterias que você vai visitar? Conte nos comentários as suas preferidas e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Depositphotos

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Café especial da Chapada Diamantina é lançado pelo Grupo 3corações

Neste terça-feira, dia 31 de julho, o grupo 3corações lançou o microlote campeão do Concurso Nacional de Qualidade do Café da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) no BIO, restaurante do chef Alex Atala, no Itaim Bibi, em São Paulo. O café especial da Chapada Diamantina faz parte da linha Rituais Microlotes, nova aposta da marca.

Rituais Microlotes e o café especial da Chapada Diamantina

O café vem da Fazenda Divino Espírito Santo, localizada em Piatã, na Bahia. Letícia Conceição é a produtora do café da variedade Catuaí, produzido a 1.350m de altitude e processado por meio do método cereja descascada, que  consiste em descascar e despolpar o café antes da secagem.

Microlotes são cafés com volume mínimo de uma saca de 60kg e máximo de 21 sacas, tratados com o máximo cuidado pelo produtor, e desenvolvem características particulares, que variam de acordo com a safra, variedade, microclima e processamento.

Os cafés vencedores do concurso da ABIC são comercializados por leilão. Nesse caso, o grupo 3corações adquiriu cada saca de café por R$ 9 mil. Para se ter uma ideia, o preço do café tradicional negociado na bolsa de valores é de R$ 500, em média.

Hoje a @3coracoes lançou seu microlote de café especial no @restaurantebio, com ninguém menos que Alex Atala, além de Letícia e Michael Conceição, produtores da safra especial premiada pela Abic, e Silvio Leite, consultor de qualidade com reconhecimento internacional. É muito bom ver uma empresa desse porte trazendo café de qualidade da Chapada Diamantina para o mercado brasileiro. “Se o café, até chegar na nossa mão, não tiver um profissional e um equipamento capacitados, todo trabalho anterior é jogado fora. Acho importante a gente valorizar isso, a cadeia do alimento, a cadeira do café”, reforça o chef @alexatala. O café é delicioso, surpreendente! Teve até sorvete de pão na chapa para harmonizar >> (Tem mais nos Stories) ☕️❤️ #umcafezinhopelomundo . . . 📸 @umcafezinho #umcafezinho #cafezinho #coffeelife #coffeelovers #coffeeexperience #coffeeholic #3coracoes #cafeespresso

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Sugestões de harmonização

Esse café especial da Chapada Diamantina é uma edição limitada. São apenas 40kg, que podem ser degustados no restaurante BIO em três diferentes métodos de extração: espresso, prensa francesa e V60, a partir de R$ 7 a xícara.

O café também pode ser adquirido pelos clientes em embalagens de 250g, em grãos ou moído na hora, por R$ 26. “A possibilidade de servir no restaurante Bio um café especial, de um produtor artesanal, mostra a comunhão entre a excelência e a demanda de mercado e também mostra o esforço conjunto de um grupo de profissionais que querem atingir a excelência”, diz Alex Atala. Para uma experiência mais interessante, o restaurante BIO oferece opções de harmonização. Com o método V60, a sugestão é de pão de mandioca na grelha; Com a Prensa Francesa, pão de queijo tradicional; e com o espresso, bolo de mandioca com goiabada ou ainda o inusitado sorvete de pão na chapa. O café é encorpado, com acidez média, notas delicadas de especiarias e sabores doces que remetem à caramelo e estará disponível no BIO enquanto durarem os estoques.

Restaurante BIO

Av. Horácio Lafer, 38 – Itaim Bibi, São Paulo – SP
Aberto todos os dias, das 8h às 23h.
Telefone: (11) 3071-1968

O que achou do lançamento? Legal ver uma empresa desse porte investindo em café de qualidade para o mercado nacional, não? Deixe sua opinião nos comentários. 

Fotos: Douglas Asarian / Instagram: Fernanda Haddad ©

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Florada do café na Fazenda Sertãozinho, em Botelhos

Ah, a florada do café… Provavelmente, uma das cenas mais lindas de se ver quando se trata desse ciclo produtivo. A infinidade de flores brancas é um show para os nossos olhos e dura no máximo 3 dias. Eu tive essa oportunidade na Fazenda Sertãozinho, em Botelhos, Minas Gerais. Essa é uma das 5 propriedades produtoras do  Café Orfeu e soma mais de 2 milhões de pés de café.

Se você me acompanha pelo Instagram ou pelo Facebook, é possível que tenha visto tudinho sobre essa visita*. Se não, leia esse artigo até o final, que eu vou contar agora.

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A importância da florada do café

Pode-se dizer que a florada do café é determinante para o sucesso da safra. O que ocorre é um trabalho em equipe do homem com a natureza! O fruto do café vem depois da florada. Ele guarda a semente, que é o café, e que vai ser beneficiado, seco, torrado e moído, antes de virar bebida. O ponto é que a florada depende totalmente das condições climáticas da região de cultivo. Depois disso, sim, entra a força de trabalho humana e das máquinas.

Um detalhe importante entre uma safra e outra é manter o máximo de galhos e folhas nos pés de café. Isso colabora para que haja mais flores e, consequentemente, mais café nas próximas colheitas. Quanto mais nós, melhor. Esses nós são os pontos em que nascem novos ramos e folhas a partir dos ramos laterais formados na safra anterior.

Quando é a florada do café?

Mas, afinal, quando é a florada do café? Em geral, os campos ficam todos floridos durante a primavera, entre os meses de setembro e novembro. Fato é que pode haver mais de uma florada, dependendo do meio ambiente e suas características (temperatura, sol, chuva/água). As mudanças no clima e as estações cada vez menos definidas fazem com que fique cada vez mais difícil precisar o período da florada, afetando, inclusive, a qualidade do café.

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Visita à estrutura do Orfeu Cafés Especiais, na Fazenda Sertãozinho

Depois de conhecer e entender a florada, passamos aos pés do famoso e imponente Jequitibá-Rei, o segundo Jequitibá mais antigo do Brasil, considerado o guardião da lavoura da Fazenda Sertãozinho. São 40 metros de altura e mais de 1500 anos. O que se sente estando ali em baixo é uma energia inexplicável.

O segundo Jequitibá mais antigo do Brasil, com 1500 anos e 40 metros de altura.

Devidamente reenergizados, seguimos para ver de perto a estrutura de torrefação, moagem e encapsulamento do Café Orfeu.

Existe muito cuidado em cada fase do processo. Desde outubro de 2017, a marca começou a fabricar os cafés em cápsulas compatíveis com as máquinas Nespresso® utilizando um material biodegradável e compostável. Isso significa que, depois de preparar o seu cafezinho, a cápsula pode ser descartada junto ao lixo orgânico (cascas e restos de alimentos). Veja aqui onde fazer o descarte de cápsulas corretamente.

Quando esse lixo orgânico é corretamente destinado para a coleta seletiva, depois de 4 meses a cápsula de bioplástico vira adubo. Quando destinado para a compostagem – que pode ser feita em casa, inclusive – o material da cápsula é degradado em um período de 2 a 4 meses. Na composteira elétrica, esse tempo é ainda menor.

Um avanço e tanto para esse mercado que fidelizou tantos consumidores, especialmente motivados pela praticidade das monodoses de café, não acham?

Antes dessa viagem, eu já havia recebido um convite, mas não pude comparecer. Veja o que rolou no artigo escrito pela Litiene, do blog Cappuccino e Cia.

(*) Viajei a convite do Orfeu Cafés Especiais

O que achou de conhecer um pouco mais sobre a florada do café e os processos produtivos na Fazenda Sertãozinho, em Minas? Esse Jequitibá é de cair o queixo, não é? Compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Fernanda Haddad ©

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Fazenda Santa Alina: uma experiência única no cafezal

A Fazenda Santa Alina fica em São Sebastião da Grama, no Estado de São Paulo, próxima a Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. A convite do Suplicy Cafés Especiais, fui passar dois dias lá e viver uma experiência incrível em uma fazenda de café.

História da Fazenda Santa Alina

A história da Fazenda Santa Alina começou em 1907, com o bisavô da Tuca Dias, que faz parte da  4° geração da família e é quem cuida da propriedade hoje em dia, junto com tantas outras pessoas maravilhosas. Desde o início, a Santa Alina é uma fazenda de café, porém o cultivo foi sendo aprimorado com o passar dos anos e hoje é uma referência na produção de café de qualidade. São 239 hectares cultivados a 1.100 metros de altitude.

Na fazenda com Suplicy Cafés Especiais

Chegamos à Fazenda Santa Alina numa quinta-feira (28 de junho), no final do dia, sem saber o que aconteceria nos próximos dias. Essa, aliás, é a principal característica da nossa viagem e também de quem visita a Fazenda: não existe um roteiro e a Tuca sabe surpreender como ninguém.

Dedicar parte do meu tempo a um hobby como o café me traz experiências incríveis como essa dos últimos dias na Fazenda Santa Alina. Depois de uma hora e meia de colheita ontem, hoje separamos o café, entendemos e praticamos a secagem, conhecemos uma fazenda produtora de azeite (com sabonetes maravilhosos) e ainda almoçamos no meio da natureza. A verdade é que não dá vontade de ir embora! Esses dias ocorreram sem roteiro, tudo era surpresa, assim como a vida! Agradeço à @tucadias e toda a equipe da Fazenda Santa Alina e também ao @suplicycafes pelos lindos dias de tanto aprendizado. (Tem mais nos Stories e logo vou escrever um artigo no blog porque todo mundo pode conhecer esse paraíso) ☕️❤️ #umcafezinhopelomundo . . . . #suplicycafes #coffeelovers #coffeelife #coffeetime #cappuccinoecia #coffeeexperience #cafezinho #cafestagram ▶️ Primeira foto: 📸 @cappuccinoecia

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Quinta-feira, 28 de junho de 2018

Deixamos as malas nos quartos e nos pediram para escrever numa tag o nome de 4 pessoas da nossa família de diferentes gerações. Seguimos andando, com lanternas presas à cabeça, rumo à primeira atividade: um plantio de árvores noturno. As diversas mudas já nos esperavam ao lado dos buracos e a ideia era colocar a mão na terra mesmo (como é bom!). Depois de plantar, cada um colocou sua tag na muda. Estava ali, então, uma singela homenagem aos nossos ancestrais.

Em seguida, pegamos carona com um tratorzinho da Fazenda e ele nos deixou na frente da Capela. Tuca nos contou um pouco da história e nos convidou para entrar e fazer um agradecimento. Quando acenderam a luz, supresa! Nos prepararam um lindo jantar ali mesmo, dentro da capela.

Jantar dentro da capela na Fazenda Santa Alina. Foto: Cappuccino e Cia.

Eram três mesas de 4 pessoas. A ideia era escolher jantar com pessoas que não fossem conhecidas. Já sentados, as mãos de cada 4 participantes foram amarradas entre si com uma fita e, assim, deveriam se servir em um buffet ao lado e jantar.

E mais: uma pessoa de cada mesa deveria passar pela experiência com os olhos vendados. Eu me candidatei para ser vendada e foi uma das experiências mais incríveis que já tive. Um exercício e tanto de solidariedade e confiança no próximo.

Sexta-feira, 29 de junho de 2018

No dia seguinte, acordamos e fomos tomar café da manhã no curral, mais uma surpresa da Tuca e dos colaboradores da Fazenda.

O cafezinho passado na hora e os quitutes da Lúcia (não sei descrever o quanto ela cozinha bem!) ajudam qualquer pessoa a acordar de bom humor. Queijo, geleia, manteiga, pão com castanha, biscoito de polvilho. Apenas imagine! Precisávamos de energia para o que viria em seguida: a colheita do café.

Duplas foram sorteadas, equipamentos de segurança distribuídos e colocados. Seguimos para o cafezal. Colhemos café por uma hora e meia, sem descanso. No final, tomamos um lanche ali, na sombra, com as mãos sujas de terra e tudo. Confesso que a experiência mudou o gostinho do meu café na xícara para sempre.

Na hora da colheita do café. Foto: Tuca Dias

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O resto do dia foi de descanso e, na hora do jantar, mais uma supresa: churrasco, caldinho de feijão, fogueira e cinema ao ar livre, com sofás, cobertinhas e um espaço na grama e cheio de almofadas. Terminamos o dia assistindo ao vídeo que a Tuca fez durante a nossa experiência na colheita, além de outros que contavam a história da Fazenda Santa Alina e dos seus colaboradores.

Cinema ao ar livre. Foto: Fernanda Haddad

Sábado, 30 de junho de 2018

No último dia, o café da manhã foi no jardim da casa. Para tornar a experiência ainda mais completa, fomos conhecer a estrutura do beneficiamento do café e também da secagem. Separamos o café que colhemos à mão e passamos o rastelo no café que secava no terreiro.

Café da manhã na varanda da casa. Foto: Fernanda Haddad

A próxima surpresa foi uma visita na Fazenda Irarema, produtora de um dos melhores azeites do mundo, premiado em Nova York. Eles têm uma estrutura super preparada para receber visitantes e grupos, com um espaço para degustar e comprar azeites, além da Lili Doces Gourmet, uma cafeteria, e também uma loja de sabonetes 100% naturais. Comprei um esfoliante de café, claro.

Voltamos para almoçar na Fazenda Santa Alina, onde mais uma surpresa nos aguardava, antes de ir embora: um almoço ao ar livre. Eles montaram tudo literalmente no meio da natureza. O tempo todo ouvíamos o som da água corrente, que passava em baixo da mesa.

Almoço de despedida. Foto: Fernanda Haddad

Visite a Fazenda Santa Alina

Telefone: (35) 3714-1256
E-mail: tucadias10@gmail.com.br

Visitar um lugar como a Fazenda Santa Alina faz com que qualquer pessoa saia de lá diferente, transformada para melhor. Isso porque é fácil de perceber que todos que vivem ali são uma grande família, que zelam pelo bem comum.

É bem verdade que todo amor pelo ser humano e pela natureza chega ao café. Nunca mais vou tomar café do mesmo jeito.

Clique aqui e confira a experiência da minha amiga Litiene, do blog Cappuccino e Cia, que também estava no grupo.

O que achou dessa experiência na Fazenda Santa Alina? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.  

Foto de destaque: Fernanda Haddad©

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São Lourenço Coffee Music 2018 vai de 17 a 19 de agosto

Entre os dias 17 e 19 de agosto, a cidade de São Lourenço, em Minas Gerais, vai estar com um aroma diferente. A cidade, que já é conhecida pela qualidade da água, recebe o São Lourenço Coffee Music 2018, evento dedicado ao café especial, com música (blues, jazz, MPB), palestras workshops e experiências cafeinadas incríveis.

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Já na segunda edição, o São Lourenço Coffee Music 2018 segue com o objetivo de promover e incentivar o consumo de bons cafés e reunir coffee lovers e a entrada é gratuita. A programação traz também o Campeonato Brasileiro da BSCA (Brazilian Specialty Coffee Association), o prêmio ao Melhor Café da Serra da Mantiqueira, uma vila gastronômica protagonizada pela culinária mineira e passeio à Rota do Café Especial.  

Você pode fazer uma visita guiada à Fazenda Centenária, que é reconhecida por produzir O Melhor Café do Mundo, e também pode fazer o passeio de balão sobrevoando a fazenda de café, entre outras experiências. Esses passeios são pagos e, se pretende aproveitar, o melhor mesmo é fazer a reserva com antecedência, especialmente no final de semana do evento. Para saber mais detalhes, clique aqui. 

Você vai gostar de ler:

São Lourenço Coffee Music 2018 

Onde? Praça Brasil – São Lourenço/MG
Quando?  17 a 19 de agosto de 2018
Quanto? Entrada Gratuita

Vamos ao São Lourenço Coffee Music 2018? Eu vou estar lá e te convido para um cafezinho! Se precisar fazer reservas de hotel, a busca do Booking.com está disponível aqui no blog no canto direito da tela do computador ou logo abaixo do post, caso você esteja lendo pelo celular. Compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. Deixe um comentário aqui com a sua opinião.   

Foto de destaque: Depositphotos

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Conheça o Café de Chamarel, produzido nas Ilhas Maurício

O café de Chamarel começou a ser cultivado em 1967, nas Ilhas Maurício. Ele é o único café cultivado, torrado e comercializado na região, de forma artesanal. Quem esteve por lá foi minha irmã e meu cunhado. Logo que me falaram do café, ativei meu lado jornalístico e mandei um monte de perguntas, comecei a fazer pesquisas e pedi fotos do que eles viam por lá, além do café (claro!), para fazer esse post.

As Ilhas Maurício fazem parte do continente africano, são banhadas pelo Oceano índico e ficam próximas a Madagascar. A independência veio só em 1968. Descoberta por portugueses 5 anos depois da chegada deles aqui no Brasil, a ilha foi colonizada por holandeses em 1598 e chegou a ser governada por França e também Reino Unido.

Além de café arábica, a região vive do turismo e da produção de cana-de-açúcar, que é bem forte, aliás, e chega a ocupar mais da metade da região.

O Café de Chamarel é um dos orgulhos do local

A cada ano, a produção do café de Chamarel soma 10 mil toneladas, mas aos poucos vão aumentar essa quantidade, já que novos pés de café estão sendo cultivados. Isso é feito em dois lugares: na aldeia de Chamarel, próximo das Terras das Sete Cores (passeio turístico imperdível, além das belas praias), onde o solo, a chuva e a temperatura favorecem, e também em Case Noyale, onde a luz do sol é abundante.

O processo de pós-colheita é o lavado, comum também na América Central, Quênia e aqui no Brasil. Primeiro, passa pelo tanque e os grãos verdes e cereja são separados dos secos (boia). Na segunda fase, eles são despolpados com a ajuda da água e, em seguida, passam pelo processo de degomagem (desmucilagem), lavagem e secagem.

Para a torra, só passam os grãos em perfeito estado. Eles são verificados manualmente e os quebrados são retirados da produção. No caso do café de Chamarel, os grãos de café verde passam pela torra a 200 graus por 20 minutos.

A embalagem do Café de Chamarel contém 225 g e o produto é distribuído pela Scott & Co Ltd. desde 1999, mas infelizmente não encontrei nenhuma opção de entrega para o Brasil até a data de publicação desse artigo. Isso significa que, se você quiser provar esse cafezinho, só programando uma viagem para lá nas próximas férias. Garanto que vale cada xícara!

Para facilitar a sua vida, já deixei até o Booking.com ali no canto direito da tela ou logo aqui em baixo do post, se você estiver lendo pelo celular. Comece a planejar sua viagem agora mesmo.

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O que achou dessa viagem às Ilhas Maurício para conhecer o Café de Chamarel? Deixe aqui o seu comentário e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: umcafezinho.com.br ©

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Café illy: conheça a empresa em Trieste, na Itália

Andiamo in Italia? Neste artigo, você vai conhecer um pouquinho mais sobre a história do tradicional café illy e também a sede da empresa que fica em Trieste, na região nordeste do país. A empresa familiar é comandada pela terceira geração, com Andrea Illy na presidência.

Quem me recebeu para contar essa história foi Anna Illy (foto acima), neta do fundador. Ela é quem  cuida do relacionamento com os produtores de café, que a empresa seleciona cuidadosamente e compra de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Sede da illy desde 1965, na via Flavia, em Trieste, na Itália.

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A história do café illy em Trieste

O espresso faz parte da vida dos italianos não é de hoje, mas como a Itália não oferecia boas condições para o plantio do café, ele era – e ainda  é – importado e, assim como uma série de outros produtos, chegava pelo porto da cidade.

De origem húngara e formado em economia, Francesco Illy chegou à Trieste depois da Primeira Guerra Mundial e, atento às oportunidades, fundou a illycaffè em 1933.

Trieste já pertenceu ao Império Austro-Húngaro e foi cenário de acontecimentos importantes da Primeira e também da Segunda Guerra Mundial.  Ainda hoje, a cidade é de grande importância para a movimentação da economia italiana.

Desde 1965, a sede do Café illy é na Via Flavia. Um único blend de café 100% arábica é comercializado. De acordo com Moreno Faina, Diretor da Universidade do Café, 120 mil toneladas de café chegam à fábrica por dia. Os grãos chegam de 9 das melhores regiões produtoras de café arábica do mundo e o Brasil é o principal fornecedor

São consumidas mais de 7 milhões de xícaras de café illy por dia em mais de 140 países.

O café chega verde em Trieste. Com a tradição e o apoio de toda a estrutura de ciência e tecnologia que a illy tem internamente, os grãos são selecionados digitalmente um por um, passam pela torra e são embalados. Parece muito simples, mas não é.

Para cada um desses passos, estão envolvidos muitos profissionais e a preocupação com a excelência é algo que pude notar em todos os setores da empresa. Fiquei impressionada com o laboratório e a fábrica, mas pouco pude fotografar por lá.

Parte de uma das máquinas internas da Fábrica, em Trieste.

Alguns marcos históricos do café illy

  • 1934 – A illycaffè registra patente do sistema de pressurização, que usa até hoje. Com ele, o aroma e frescor do café fica garantido e pode ser exportado  por todo o mundo.
  • 1935 – Francesco Illy inventa a Illeta, precursora das máquinas de café espresso que conhecemos hoje. Essa foi a primeira máquina de café de alta pressão.
  • Anos 1940 – Ernesto, filho do fundador, se forma em química e cria um laboratório internamente para aprimoramento dos produtos com apoio de pesquisa e tecnologia.
  • 1988 – Illy registra a patente de máquina que faz a seleção digital dos grãos perfeitos de café.
Essa embalagem inicialmente era produzida para ser refil. A aceitação foi tão boa, que ela passou a ser vendida assim.

Além do logo da marca, que foi redesenhado por James Rosenquist em 1996, outros três marcos históricos importantes ocorreram nos anos 90. O Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso começou em 1991, a illy Art Collection começou em 1992 e a Universidade do Café foi aberta em 1999.

Confira mais detalhes sobre eles:

Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso

Sempre prezando pelos grãos de café de qualidade e pelos princípios da sustentabilidade, a illy foi a pioneira na compra direta de fornecedores. Neste ano de 2018, o Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso chega à sua 28ª edição.

Desde 1991, a ideia do Prêmio foi justamente para facilitar a seleção dos melhores cafés do mundo desde a sua origem. O cafeicultor pode se inscrever e enviar quantas amostras de café desejar, mas somente concorrerá com a melhor avaliada. As análises são feitas considerando: aspecto, seca, cor, tipo, peneiras, teor de umidade, torração e qualidade da bebida, inclusive com degustação para espresso.

Segundo Anna, essa foi a forma que eles encontraram de garantir excelência e qualidade em todo o processo do café illy. Perguntei para Anna Illy o que é tomar café para ela. Dê o play para assistir a resposta:

Università del Caffè

Em 1999, nasceu a Universidade do Café, com o objetivo fornecer treinamento acadêmico abrangente e prático para cafeicultores, baristas e amantes do café e também difundir a cultura da bebida. A Universidade abriu inicialmente em Napoli e em 2002 foi transferida para Trieste. São 28 sedes pelo mundo – parceria inclusive com a Universidade de São Paulo (USP) – e 26 mil formandos no último ano.

Para o Mestrado Internacional em Economia e Ciência do Café (International Masters in Coffee Economics and Science Ernesto Illy), todos os anos é disponibilizada uma bolsa integral para um brasileiro, reforçando ainda mais esse laço entre a illy e o Brasil. Para a próxima turma, as inscrições para a bolsa já terminaram. Pagantes podem se inscrever de 16 de junho até 1º de outubro de 2018, diretamente pela Fundação Ernesto Illy. Envie um e-mail para  master@illy.com e saiba mais detalhes.

Parede interna da sede da Illy mostra o grão de café logo que é colhido.

illy Art Collection

Uma xícara de porcelana pode levar mais arte, cultura e beleza para o seu momento do café. Ideia de Francesco Illy, irmão de Anna, a illy Art Collection surgiu em 1992. Há mais de 25 anos, artistas renomados são convidados para estampar sua arte em xícaras de café e de cappuccino em coleções incríveis.

Artistas de fama internacional, grandes mestres e jovens talentos da arte contemporânea já participaram do projeto. As xícaras vêm com certificado de autenticidade e são numeradas.

Ainda sobre a visita de hoje, na @illy_coffee, em Trieste. Ganhei de lembrança essa linda xícara da illy Art Collection, exclusiva e assinada pelo fotógrafo Maurizio Galimberti. Essa especificamente é uma homenagem à regata Barcolana, um dos eventos mais famosos da cidade de Trieste, que chega a ter mais de 2 mil embarcações. A coleção recém-lançada traz 6 xícaras de café com fotos de cidades emblemáticas da Itália e essa é uma delas. Maurizio é conhecido pelos mosaicos de Polaroid compostos de retratos do mesmo tema, em diferentes ângulos. A illy Art Collection existe desde 1992 – ideia de Francesco Illy – e a cada ano um artista convidado tem a oportunidade de estampar sua arte num conjunto de xícaras de porcelana para inspirar ainda mais o nosso momento do café. Essa ligação com arte, para mim, é um dos pontos fortes da marca. Sou fã da iniciativa! Para quem ainda não viu, corra no Stories que ainda dá tempo de conferir como foi a visita na #illycaffè. ☕❤ #UmCafezinhoPeloMundo #illyartcollection #livehappilly

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Sempre reforçando essa ligação do café com a arte e a tradição italiana, a empresa voltou a investir em Marketing em 2017. O tenor italiano Andrea Bocelli é quem protagoniza a campanha:

Hoje, a empresa tem mais de 1200 empregados e cerca de 244 lojas illy em 43 países.

Você vai gostar de ler:

No blog Cappuccino e Cia, você pode conferir também o artigo sobre a visita no Sítio Daniella, em Pardinho, um dos fornecedores brasileiros do Café illy. Clique aqui.

*Agradecimento especial à Anna Illy e Moreno Faina pela recepção e também à Agência Ads Brasil

Você gostou de saber mais sobre o café illy na Itália e sua relação com o Brasil? Conte nos comentários. Se você quer ver mais detalhes dessa experiência, as máquinas de torra, de seleção digital de grãos, etc., confira nos Destaques do InstaStories do @UmCafezinho. 

Fotos: Fernanda Haddad ©

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