Diferença entre café tradicional e especial

Outro dia falamos um pouco mais sobre os cafés especiais e, para dar continuidade ao assunto, hoje você vai entender a diferença entre café tradicional e especial. O tradicional é aquele café forte do Brasil, produzido em grande escala. Devido ao volume de produção e ao baixo custo, ele acaba tendo uma qualidade inferior.

Nós, muitas vezes, estamos acostumados a consumir esse tipo de bebida. Por isso, nem imaginamos as possibilidades de aromas e sabores existentes em grãos de café. Sem dúvida alguma, tudo é uma questão de opinião, mas é sempre muito importante conhecer a origem daquilo que adquirimos. Afinal, cada vez mais os consumidores se mostram responsáveis em suas escolhas. Isso faz com que as empresas se adaptem à essa nova realidade, mesmo que ela esteja um pouco mais distante do objetivo principal do negócio.

Infográfico: café especial x café tradicional

Confira abaixo o infográfico com a diferença entre café tradicional e especial:

Abordamos os principais aspectos da diferença entre café tradicional e especial. Se você tem alguma outra característica para acrescentar, deixe um comentário que a gente tenta incluir nos próximos posts. 😉

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Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Foto de destaque: Pixabay

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Um pouco mais sobre cafés especiais

Nós, brasileiros, adoramos café e isso não é segredo para ninguém. O nosso país é um dos maiores produtores do mundo e o consumo vem aumentando a cada ano, com estimativa de 2,9% de crescimento de 2016 a 2017. A expectativa é chegarmos a 21,3 milhões de sacas consumidas no Brasil, de acordo com Nathan Herszkowicz, Diretor Executivo da Abic. No entanto, apesar do nosso ritual diário, será que sabemos o que, exatamente, estamos colocando em nossas xícaras?

Para a grande maioria das pessoas, o entendimento de cafés especiais ainda não é claro. Nas grandes cidades a gente começa a perceber o interesse e uma demanda maior por esse tipo de bebida, que também vem crescendo junto à preocupação sobre a forma de consumo. Quando a gente entende e dá importância à procedência do produto, começamos a medir melhor o custo-benefício, inclusive voltado para a nossa saúde, assim como acontece com os alimentos orgânicos, por exemplo.

Uma tendência positiva e muito interessante citada por Carlos Brando, Diretor da P&A Marketing e membro de importantes associações relacionadas ao café, é de que nos próximos anos o Brasil tende a ampliar o seu consumo no tipo arábica, ao contrário do que vem acontecendo na maioria dos demais países do mundo, onde acredita-se que o aumento se dará principalmente na área de cafés solúveis, nos quais a composição é feita, basicamente, por robusta.

Cupping, o processo de degustação que ajuda a determinar características de um café. Foto: Cinthia Bracco

Parte do interesse dos brasileiros por cafés de melhor qualidade se deve às cafeterias em si, que nos últimos anos inovaram trazendo para o público um novo conceito e, em alguns casos, uma experiência na hora de servir café. Para isso, as lojas investem em equipamentos, em funcionários e, claro, em grãos diferenciados, o que por sua vez, será resultado de um exaustivo e gratificante trabalho que vai da plantação até a torra, chegando nas mãos de baristas qualificados.

 

 

Existem alguns parâmetros técnicos para os cafés especiais, mas para que você possa identificá-lo em sua xícara, vamos focar em alguns aspectos básicos na hora da degustação, que você vai aperfeiçoando com a prática: tomando café!

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Identificando os cafés especiais

01. Aroma

O aroma pode ser percebido em 3 etapas: no café em grão, moído e preparado, após acrescentarmos água. Em cada uma dessas etapas, você poderá ter diferentes percepções olfativas. No caso de um café especial, por exemplo, você poderá lembrar de alguma fruta, chocolate, castanhas, flores. Para se ter uma boa memória olfativa, é preciso treino. Por isso você, eventualmente, poderá ver um barista sentindo o cheiro das mais variadas coisas por aí.

02. Sabor

Vai ser as sensações de gosto que o café causará na sua boca. Aqui também vale o treino de tudo o que você come. Prestar atenção nas sensações que os alimentos e suas características causam em você. Em que parte você percebe o doce, o amargo, o azedo, etc.

03. Corpo

É a sensação de contato com a língua. Algumas pessoas descrevem corpo como “peso” na língua. Se uma bebida passa muito rapidamente por sua boca, é sinal de que ela tem pouco corpo. Se ela dá aquela ideia de preenchimento, ela é encorpada.

04. Doçura

Uma das características dos cafés especiais. Dependendo da bebida, vai ser mais ou menos doce, mas a doçura sempre deverá estar presente.

05. Acidez

Essa é uma das qualidades que, talvez, mais causa estranheza em quem está começando a conhecer os cafés especiais. Pode ser tão presente que, para algumas pessoas, acaba ficando difícil perceber a doçura da bebida. Com o tempo a gente vê que não consegue viver mais sem a acidez.  Lembrando apenas que se for parecida com vinagre, essa acidez passa a ser um defeito.

06. Sabor residual

Conhecido também como aftertast, nada mais é do que o sabor que o café deixa em sua boca. Deve ser agradável e perdurar por um certo tempo.

Defeitos

Você nunca deverá encontrar as seguintes características em um café especial: aroma de terra, de remédio, adstringência, amargor. Cheiro e sabor de madeira, queimado, verde ou cru.

Como é feita a classificação de um café especial?

Existe uma associação chamada Brazil Specialty Coffee Association (BSCA), que é a responsável por classificar os cafés no Brasil. Um profissional, o qual chamamos de Q-grader, faz a degustação – seguindo uma metotologia estipulada – e avalia a bebida. A nota vai de 0 a 100 e um café, para ser especial, precisa atingir pelo menos 80 pontos.

Esse é um padrão internacional utilizado em outras associações como Specialty Coffee Association of Europe (SCAE) na Europa e Specialty Coffee Association (SCA) nos EUA.

Cafés especiais na prática (e no bolso)

Café espresso. Foto: Cinthia Bracco

Indo direto ao ponto, sim, eles podem ser mais caros. Mas, na verdade, tudo depende… Hoje é possível encontrar um espresso de café especial a R$ 4,50. Se a gente analisar bem, tem padaria ou até mesmo essas casas que vendem pão de queijo cobrando valor equivalente por um café de qualidade inferior.

De novo, acaba sendo uma questão de custo-benefício para você e, também, de prioridades. Eu, por exemplo, prefiro ficar sem sapatos novos e gastar tudo com cafés.

Por isso as pessoas sempre vão me encontrar usando um All Star (que não é mais tão barato como antigamente) até fazer furo na sola, mas com uma caneca de “café do bom” na mão e um sorriso, mesmo com o pé molhado pelo combinação do furo com a chuva.

E você, já experimentou café especial? Conta pra gente sua experiência!

 

Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Foto de destaque: Pixabay

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Você conhece o seu barista?

Todo mundo sabe que o café é uma das bebidas mais consumidas no Brasil. Ele ocupa o segundo lugar no ranking, perdendo apenas para a água, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) em 2015.

O consumo do café cresce a cada ano e, além disso, novas tendências surgem, abrindo espaço para oportunidades dentro dessa área.  Um bom exemplo são os cafés especiais. Esse mercado tem crescimento aproximado de 15% ao ano e vem conquistando não apenas consumidores, mas também profissionais que descobrem um mundo envolvente de aromas e sabores.

Todas as pessoas que compõem o processo, da plantação até a xícara, possuem um papel fundamental para que você possa tomar um café de qualidade. Existe muito estudo e dedicação, horas e horas de trabalho.

Andrea, Gabriel e Cinthia

O nosso dia-a-dia é tão corrido que, muitas vezes, nem percebemos esses pequenos detalhes e não temos tempo de parar para pensar nas pessoas que, de alguma forma, fazem parte de nosso cotidiano.

Você, por exemplo, alguma vez já se perguntou quem é o seu barista? Nós achamos que não… Por isso, na estreia da nossa coluna, resolvemos contar um pouquinho de nossas trajetórias até chegarmos a ser profissionais, que amam o que fazem e que colocam muito carinho em cada xícara de café.

Cinthia, Positive Mental Attitude

Eu sou Cinthia, filha e neta de boleira e salgadeira. Cresci em uma cozinha caseira, vendo minha avó e minha mãe fazerem suspiro, coxinha, brigadeiro, bolo, empadinha. Sempre estive em contato com a área da gastronomia de certa forma, mas escolhi estudar publicidade.

Como consequência do apoio de meus pais e de meu esforço e dedicação, tive a oportunidade de trabalhar por quase 9 anos atuando em Marketing e Comunicação. Meu último emprego nessas áreas foi em uma ótima empresa, que oferecia um salário digno e diversos benefícios, inclusive GymPass, mesa de pebolim e vídeo game.

Porém, um dia parei para analisar e percebi que, mesmo tendo chegado numa posição legal, eu não me sentia completa. Então, nessa busca interior, resolvi entender um pouco mais sobre café, algo que já há algum tempo me interessava muito. Cursei o Barista Júnior no Coffee Lab. Me apaixonei, ali, naquele curso. Fui lá e fiz o Sênior. Aí, percebi que não era apenas uma paixonite de verão, era o que eu queria para a minha vida.

Entre sonhos e devaneios, um dia surgiu um post na minha timeline do Instagram, publicado pela Um Coffee Co.: Precisamos de Barista/Ajudante Geral. Eu, que já imaginava ser demais trabalhar nessa cafeteria, fiquei com aquela vaga na cabeça. Depois de muito pensar, resolvi mandar o meu CV.

Após três dias montando um currículo – afinal, como eu iria tentar explicar uma mudança dessas de carreira? -,  enviei o e-mail para o endereço indicado. Fui até a cafeteria duas vezes para entrevistas. E, desde o meu primeiro contato com eles, eu pensava todos os dias que eu ia conseguir. Eu queria muito estar lá, até troquei a senha do meu computador do escritório para UmCoffeeCo. Sério.

Então, num sábado de outubro, recebi o e-mail de um dos proprietários dizendo que eles tinham me escolhido. Eu fique tão feliz, mas tão feliz que até chorei de emoção. Juro que isso não é nenhuma técnica de storytelling, eu chorei de verdade! Assim começou minha vida como barista e a cada dia eu tenho mais certeza de que fiz a escolha certa.

Gabriel, Explorador

Escrever um texto nunca é fácil, principalmente quando ele é baseado em você. Digo isso porque antes de começar a digitar essas primeiras palavras me deparei com uma daquelas “lembranças” do Facebook. Um Gabriel com seus 25 anos, cheio de esperança, energia e praticamente fechando um acordo vitalício com o universo. Porém, como qualquer burocrata engravatado, o universo é alguém de quem você precisa duvidar. As coisas se perdem no meio do caminho, as escolhas se tornam maiores e as dúvidas crescem muito mais do que as certezas. Acho que esse pode ser considerado um dos principais motivos que faz alguém virar um barista.

Eu cresci em uma família em que todas as minhas ideias ganhavam reticências e alguém falava: “Ok Gabriel, se você quer mesmo construir uma máquina do tempo, iremos te apoiar”. Isso me deu a chance de explorar uma série de coisas, conhecer diferentes pessoas e testar o máximo de possibilidades possíveis. Foi aí que me deparei com o universo do café e, consequentemente, com o Barismo. Depois de perambular por diferentes carreiras, achei que precisava mais. Tinha que me reinventar de alguma forma e começar do zero de novo. Fiz um curso de barista e, em pouco tempo, já estava empregado. Além de conhecer pessoas incríveis as quais gostaria muito de guardar dentro de um potinho e carregar por aí, a profissão já me possibilitou expandir diferentes sensações, que estavam hibernadas dentro de mim, e até mesmo um talento despercebido.

Ainda é cedo para dizer que ficarei nesse ramo para sempre, mas no momento o café e tudo que o rodeia tem sido meu ópio durante esses últimos meses e, pelo andar das coisas, acho que esse vício ainda tem muito para render.

Andrea, Punk Rock Girl

O café apareceu na minha vida em 3 ondas. A primeira por volta dos 5 anos de idade. Nesta época eu morava num sobrado cor de rosa pastel, cujo chão era um mosaico de tijolinhos vermelhos, amarelos e pretos. Sendo a mais velha de 3 irmãos, sobrava sempre para mim ajudar nos afazeres domésticos.

Não podia tomar café porque era muito nova, mas tinha de servi-lo para as visitas e, foi numa dessas ocasiões, que acabei derrubando uma bandeja cheia de xícaras de café em mim mesma. Veja bem: minha mãe nunca respeitou o limite de temperatura da água de 90 a 100 graus, ela sempre a fervia bem antes de coar o seu café tradicional. O acidente acarretou em uma cicatriz que carrego até hoje.

A segunda onda se deu na minha adolescência quando, diagnosticada com gastrite nervosa e início de úlcera, tive de começar um tratamento médico com uma dieta bem restrita. Nessa época eu gastava todo o meu salário em CDs, revistas musicais da “gringa” e equipamentos para a minha banda riot grrrl. Lógico que sempre guardava uns 10 “conto” por semana para os meus prazeres proibidos – junk food e café de padoca.

Caro leitor, vamos esclarecer uma coisa: se você tem úlcera, beber um café preto tradicional, daqueles carbonizados mesmo, é a coisa mais punk rock do universo, cara! E eu fui uma adolescente bem punk rock.

A terceira onda foi mais uma tsunami, dessas que destroem tudo e te fazem recomeçar do zero. Sou geração X, nunca tive medo de mudar de carreira. Já fui secretária, fotógrafa, assistente pessoal, professora de inglês e tive um brechó e loja de acessórios. Quando ser dona do próprio negócio parou de ser lucrativo, acabei fazendo uns extras nos finais de semana para ajudar no orçamento. Hostess, bartender, garçonete, o que aparecesse…

Até que acabei descolando um trampo de bartender num café bar que trabalha com cafés especiais. Foi paixão ao primeiro gole. A partir daí, fiz curso de barista, de métodos de preparo e de águas (Sim! Existe um curso que explica como os diferentes tipos de águas influenciam no café, mas isso é assunto pra uma próxima coluna). O interessante é que o café é muito mais complexo do que se imagina e estar na área do barismo é ser um eterno estudante, não só da bebida, mas de tudo que a envolve: terroir, torra, variedades, etc.

Atualmente, trabalho em uma cafeteria que me proporciona as ferramentas para me aprimorar como barista. Me sinto muito realizada e aguardo ansiosamente a 4ª onda do café.

Está no ar oficialmente a coluna Litros de café, assinada por Cinthia, Gabriel e Andrea, sempre às quartas-feiras. Conte sua opinião nos comentários e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Pixabay

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Cafeteria de SP promove curso em fazenda de café

Atenção coffee lovers de plantão e você que pensa em se profissionalizar no segmento de cafés. Já conhece de perto uma fazenda de café? O Octavio Café acaba de abrir inscrições para o curso ‘Da Semente à Xícara’, que será realizado de 15 a 18 de junho nas fazendas da empresa em Pedregulho, no interior de São Paulo.

Curso oferece aulas na fazenda de café de propriedade da cafeteria

São 4 dias, que incluem um final de semana na fazenda de café. As aulas oferecem uma verdadeira imersão, englobando todo o processo desde a semente até a degustação daquele cafezinho de qualidade.

Os participantes têm a oportunidade de aprender de perto sobre plantio, planejamento da colheita, colheita seletiva, manual e mecânica, irrigação, preparo do café e secagem, além da preparação da xícara perfeita (máquina, moinho e compactação), vaporização de leite para cappuccinos e o conceito de latte art.

Foto: Octavio Café/Divulgação

Segundo Jonas Picirillo, diretor do Octavio Café, esse é um curso voltado especialmente para quem deseja se profissionalizar no ramo. “A imersão contempla toda a experiência passada no Curso de Barista, mas com conhecimento mais profundo através da vivência dos processos de produção do café na fazenda”, completa.

Quanto custa o curso?

O programa de 4 dias inclui hospedagem na Hospedaria do Café – aberta apenas a quem faz o curso -, com pensão completa e translado da pousada até as fazendas. Para o quarto single, o valor do investimento é de R$ 3.200. Já para os quartos double, o valor é de R$ 2.970 por pessoa. O pagamento pode ser dividido em até 10 vezes no cartão de crédito. As vagas são limitadas a oito inscritos.

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Inscrições

Para se inscrever, é só solicitar a ficha cadastral e enviar de volta, preenchida, junto com o comprovante de pagamento. Para mais informações, ligue (11) 3074-0110 ou envie um e-mail cursos@octaviocafe.com.br.

Gostou da ideia de conhecer de perto uma fazenda de café? Já teve essa oportunidade? Conte nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Octavio Café/Divulgação

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Aprenda a fazer pães caseiros gratuitamente em SP

Quem é que não gosta de um pãozinho com manteiga e café? Difícil encontrar quem recuse uma combinação como essa. Hoje a dica é para quem quer aprender a fazer pães caseiros, especialmente para quem mora em São Paulo, Capital.

Curso grátis ensina como fazer pães caseiros

A oficina culinária para aprender a fazer pães caseiros será ministrada pela chef de cozinha Michele de Oliveira na próxima terça-feira, dia 9 de maio. Os alunos inscritos vão aprender duas receitas: uma de pão salgado tradicional e uma de pão nutritivo de abóbora, além de todas as técnicas de fermentação.

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Faça pãozinho em casa ou para vender

A oficina vale tanto para você que deseja aprender a fazer o pãozinho, como para quem quer fazer dessa atividade uma fonte de renda. Para quem tiver interesse em fazer o pão para vender, vai haver, inclusive, orientações de empreendedorismo. “O pão é um alimento que nos permite trabalhar diversas formas de preparo. Essa oficina abre oportunidades para adultos e jovens terem uma opção de renda”, sugere a chef de cozinha Michele.

Segundo o Sebrae-SP, esse é um ramo que pode ser interessante para quem pretende se tornar um Microempreendedor Individual (MEI) em São Paulo. “Nossa equipe está empenhada em dar todo apoio às pessoas que estão em busca de atividades para aumentar a renda familiar”, reforça Márcia Kawasaki, gestora do MEI da Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo.

O encontro para aprender a fazer pães caseiros será no Cresan Vila Maria. Fica na Rua Sobral Júnior, 264 – Vila Maria Alta, zona Norte. A oficina terá dois momentos:

1 . Orientação sobre empreendedorismo e as etapas para a formalização como MEI, das 13h às 14h.

2 . Oficina de pães, ministrada pela chef de cozinha Michele de Oliveira, das 14h às 17h.

Vagas e inscrições

São 40 vagas para pessoas com mais de 16 anos. As inscrições devem ser realizadas pelo e-mail eancosan@prefeitura.sp.gov.br até às 17h de segunda-feira, dia 8 de maio.

Essa é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo (SMTE), por meio do Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional (Cresan).

Quem vai se inscrever para aprender a fazer pães caseiros em São Paulo? Gostou da dica? Comente e compartilhe nas suas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Pixabay

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Melhores lugares para aprender sobre café em SP

Se você chegou até esse site, é bem provável que goste de café! Se abriu esse artigo é porque tem interesse em saber um pouco mais sobre a bebida. Para aprender sobre café mais a fundo, além de acompanhar as nossas atualizações aqui e nas redes sociais, você pode buscar se aprofundar e quem sabe até se profissionalizar na área. Já pensou nisso?

Cursos você encontra por todo o Brasil, mas vamos começar por São Paulo, cidade que abriga algumas das melhores cafeterias do país. Muitas delas oferecem cursos para curiosos e amantes do cafezinho, além de capacitação para quem quer trabalhar na área.

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Onde aprender sobre café em São Paulo?

1 . Octavio Café

O Octavio Café é um dos lugares mais conceituados da cidade quando se trata do assunto. Dependendo do curso escolhido, as aulas podem ser no prédio da Matriz na Avenida Faria Lima, que tem uma infra-estrutura excelente, e nas fazendas do Grupo, onde são produzidos os cafés deles, na região da Alta Mogiana. Entre os cursos oferecidos, estão: Café em Casa – Entusiasta, Barista Júnior Profissionalizante, Latte Art e Mitos e Verdades sobre o Café – Entusiasta. Para obter mais informações, é só acessar o site www.octaviocafe.com.br/cafeologia-e-cursos/.

2. Coffee Lab

Estamos falando de um dos lugares mais premiados do mundo quando se trata de café. Sob o comando de Isabela Raposeiras, o Coffee Lab é um laboratório mesmo. Você pode ir para tomar bons cafés e também para fazer uma imersão no mundo dos cafés especiais. É um verdadeiro paraíso para quem gosta de café. Os cursos oferecidos são: Café em Casa, Barista (módulos Júnior e Sênior), Drinques com café, Latte Art, Torra (módulos Júnior, Sênior e Master), Módulo Vivência (o dia-a-dia do Barista) e Módulo Spa (Academia para Baristas). Para saber mais detalhes e os preços, acesse o site www.coffeelab.com.br/cursos.

3 . Santo Grão

O Santo Grão é outra cafeteria boa de frequentar não só porque os cafés são uma delícia e tudo é de qualidade, mas também você pode aprender sobre café com os cursos da casa. Na unidade da Rua Oscar Freire, no bairro do Jardim Paulista, é que são feitos os cursos de Barista, Degustação, Latter Art e Métodos de Preparo. Quer saber os detalhes, datas e horários das próximas turmas? Acesse o site santograo.com.br/shop/cursos/

4 . Sofá Café

O Sofá Café já ganhou alguns prêmios e tem unidades em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Boston (EUA). Quanto aos cursos oferecidos, além de 3 módulos do curso de Barista, tem também mais dois disponíveis: Brew – segredos de preparar um delicioso café e Água – a base do café. Para saber mais, é só enviar um e-mail para cursos@sofacafe.com.br. Você recebe o resumo do conteúdo de cada curso, o cronograma de aulas e os preços.

Aposto que você animou ainda mais para aprender sobre café! Conte sua opinião nos comentários e compartilhe com seus amigos nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Pixabay

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Dia Pela Educação une Fundação Gol de Letra e Starbucks

O cafezinho do seu dia a dia pode ajudar a trazer transformação social, sabia? Na terça-feira, dia 8 de novembro, a rede Starbucks® promove o Dia Pela Educação em parceria com a Fundação Gol de Letra.

Segundo Bianca Bader, Gerente de Marketing da Starbucks Brasil, a ação anual tem como objetivo contribuir com a educação no Brasil. “A nossa parceria com a Gol de Letra já existe desde 2009 e ficamos felizes em poder contribuir com as atividades do projeto”, reforça.

Dia Pela Educação com a Fundação Gol de Letra

No Dia Pela Educação, todos os clientes que consumirem o café espresso em qualquer uma das 103 lojas da rede no Brasil e recarregarem o Starbucks Card pelo site ou aplicativo estarão contribuindo automaticamente.

Todas as vendas líquidas dos cafezinhos, com exceção dos impostos, e 50% do valor das recargas realizadas neste dia serão revertidas para o trabalho realizado pela ONG, com jovens e crianças pelo Brasil.

O Programa Jogo Aberto

O Programa Jogo Aberto, desenvolvido pela Fundação Gol de Letra, funciona na Vila Albertina, em São Paulo, desde 2004, e nas comunidades do Caju e Barreira do Vasco, no Rio de Janeiro, desde 2015. O programa promove práticas esportivas, ações de cidadania, lazer e fortalecimento das comunidades locais.

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Cerca de 1.500 crianças e adolescentes de 6 a 20 anos e suas famílias são atendidos anualmente, com atividades de futsal, judô, tênis de mesa, ginástica rítmica desportiva (GRD), skate, tchoukball, vôlei, capoeira, jogos de integração, festivais, além de eventos abertos às famílias e à comunidade, como Caminhada, Rua de Lazer e Ação Comunitária.

Neste ano, a expectativa da Starbucks é arrecadar 50% a mais do que na ação realizada em 2015.

Nesta terça, compartilhe o seu cafezinho nas redes sociais usando a hashtag #StarbucksPelaEducação. Use também #UmCafezinhoPeloMundo na sua foto do Instagram. Nós vamos adorar saber que você entrou nessa corrente do bem.

Vamos participar e ajudar a Fundação Gol de Letra tomando um cafezinho? Gostou? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos.

Fotos: Divulgação/Starbucks

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