Café e sustentabilidade

Já diziam nossos avós: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”. Esse sábio ditado, que facilmente pode ser usado nos dias de hoje, se aplica não somente às pessoas, mas também aos lugares que frequentamos.

Outro dia fui à uma cafeteria  que abriu num shopping perto de casa. É uma gracinha e tem uma vitrine de doces de encher os olhos, mas também tem atendente bufando porque nitidamente está sobrecarregada e quando fui ao balcão pagar, a pessoa que aparentava ser o dono, permaneceu no celular sem olhar para a minha cara. Quando a atendente deu um toque nele, sem tirar os olhos do aparelho, fez sinal para a gente esperar. Depois de terminar o que estava fazendo, foi me atender e deu bronca na funcionária, na minha frente, por ela ter escrito meu nome errado na comanda.

O que quero dizer com essa história é que, no meu ponto de vista, uma cafeteria para ser boa de verdade deveria se preocupar além do café. Isso porque, hoje em dia, temos consumidores mais atentos e mais conscientes, além da concorrência crescendo. Não apenas isso, mas pensar em um negócio sustentável, por exemplo, é querer que todas as partes se deem bem simplesmente por uma questão ética e justa.

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Você sabe o que é sustentabilidade?

Outro dia vi uma live de uma grande figura do mundo café, que tinha ido à um simpósio internacional, e estava compartilhando sua experiência. Entre outras coisas, ela contou que um dos temas abordados foi a sustentabilidade e, com isso, ela percebeu que o conceito ainda é confuso na cabeça da maioria.

As pessoas e empresas têm esse tema relacionado unicamente ao meio ambiente. Dessa maneira voltam seus esforços para projetos como troca de sacola de plástico pela de papel, por exemplo. Algumas até fazem isso aleatoriamente apenas para se encaixarem em algo que está sendo muito discutido.

No entanto, a sustentabilidade é mais que isso. Há um modelo chamado Triple Bottom Line que engloba três pilares: ambiental (como já sabemos), econômico e social. Assim, para uma empresa – no nosso caso, uma cafeteria – ser sustentável, ela deve fazer com que esses três pilares interajam e convivam de forma harmoniosa, dentro de suas possibilidades, claro.

Tripé da sustentabilidade – Meio ambiente, sociedade e economia. Foto: Depositphotos

O café e os pilares da sustentabilidade na prática

Ambiental

Minimizar ao máximo os impactos ambientais. Isso não se refere apenas ao que está dentro da cafeteria aos olhos do cliente, como abolir os canudos e colocar lixeiras de coleta seletiva. Essas atitudes são importantes, sim, mas para ser sustentável precisamos ir além.

É necessário saber como os fornecedores trabalham. Não adianta  comprar copos de papel de alguém que descarta resíduos desenfreadamente no meio ambiente. Repare se mesmo podendo abrir janelas e persianas para usar iluminação natural, o local prefere manter as luzes acesas. É importante também que as cafeterias façam um planejamento para não desperdiçar alimentos.

Esses são apenas alguns exemplos para explicar que tudo o que envolve o negócio, direta ou indiretamente, deve estar em sintonia com a questão do meio ambiente. São muitos detalhes e, às vezes, demanda investimento de tempo e dinheiro. Trocar um fornecedor por outro ecologicamente correto pode ter um custo no final do mês e pesar no bolso.

Econômico

Buscar soluções para o desenvolvimento de um negócio sem que isso agrida os ecossistemas ao seu redor não é fácil, mas isso, ao invés de ser encarado como um problema, deveria ser um desafio.

A sustentabilidade se baseia no equilíbrio e quando falamos da parte econômica, significa que a empresa deve manter uma competitividade justa com relação aos concorrentes, de maneira que respeite a sociedade e o meio ambiente. Um bom administrador preocupado com esses temas vai saber lidar com isso de maneira que o negócio não deixe de lucrar e crescer.

Não adianta a empresa ter um preço competitivo e se desenvolver economicamente se isso é feito através de más condições de trabalho.

Social

O capital humano que está relacionado com as atividades da empresa, seja ele os funcionários, clientes, fornecedores, a comunidade e a sociedade de maneira geral, é o que define o pilar social da sustentabilidade.

Lembram da atendente da cafeteria que eu comentei ali em cima? Ela se encaixa muito bem aqui. Além de eu ser ignorada pelo dono, naquele dia eu já percebi que o local não valoriza e desrespeita seus funcionários. Por isso, nem vou mais nesse lugar.

O dono desse café deve achar que já faz muito por essa moça por pagar VR e VT, quando na verdade isso é obrigação. Uma cafeteria cuida bem de um barista, por exemplo, quando oferece um espaço decente para comer, descansar, se desenvolver e quando se preocupa com um salário um pouco mais justo ao invés de pensar somente na média.

O social não é só recolher agasalhos na época de frio para ter uma boa imagem perante o cliente. Isso é legal, ainda mais se for feito de coração, mas o social começa dentro da empresa. Como um negócio pode se preocupar com as demais pessoas se não dá valor para quem faz sua empresa funcionar? Estranho, né?

Sei que vocês gostam de dicas de lugar para conhecer ou de como preparar café em um determinado método. Eu também adoro falar sobre isso, mas sustentabilidade é algo que precisa ser dito e que a gente tem que começar a prestar mais atenção.

Se eu como barista, vocês como consumidores de café, e todo mundo que faz parte dessa cadeia deixar isso pra lá, o produtor vai ser mal pago e vai resolver plantar outra coisa. O barista ou mestre de torra sem condições descentes de trabalho vai desistir da área e a mão de obra qualificada vai ficar escassa. O serviço nas cafeterias vai decair e isso vai chegar até o cliente.

O que eu proponho é um exercício de observação nas cafeterias que vocês já frequentam. Converse com os baristas, peça para visitar a cozinha (isso é direito do consumidor), veja se há muita rotatividade de pessoas, repare quais são as preocupações com o meio ambiente e nas ações que esses locais fazem para apoiar a comunidade. Dê sugestões e faça críticas, vamos construir isso juntos. O Sofá Café tem um projeto lindo chamado Fazedores de Café, vocês conhecem?

Qual outra cafeteria tem um projeto assim? Pensando nessas questões e na relação entre café e sustentabilidade, qual cafeteria vocês indicariam ou qual fez uma ação legal? Conta pra gente!

 

Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Foto de destaque: Depositphotos

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App Coffee Match usa café como ferramenta de networking

Quantas vezes você já marcou um café com alguém para falar sobre trabalho? Seja qual for a resposta, esse comportamento é uma tendência. As cafeterias oferecem cada vez mais benefícios para manter ali os trabalhadores remotos ou aqueles que escolhem o local para uma simples reunião. Atentos a tudo isso, o empresário brasileiro Nicolas Romano e seus sócios Fernando Epelman e Henrique Emídio apostaram suas fichas no Coffee Match.

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Entenda o que é e como funciona o Coffee Match

O Coffee Match foi lançado em abril e, antes de mais nada, não tem nada a ver com Tinder e é diferente de LinkedIn. Essa é uma ferramenta que gera conexões entre pessoas que têm um interesse em comum. “Minha ideia era de criar um aplicativo que conectasse pessoas em cafeterias, mais precisamente a Starbucks, sempre com o intuito de fazer negócios”, conta Nicolas.

Com os testes iniciais, eles perceberam que faltava um propósito para que as pessoas se conectassem de fato para fazer negócios e networking.

“A proposta nunca foi ser um aplicativo de paquera. Para evitar que houvesse essa confusão, lançamos uma nova versão. De um lado estão cadastrados os projetos e suas necessidades e do outro as pessoas e suas habilidades para ajudar na execução de determinadas tarefas dentro desses projetos”, explica.

Aí quem combina um encontro de negócios nas cafeterias parceiras diretamente pelo App ganha cafezinhos, entre outros benefícios. Outro ponto interessante é que os benefícios são constantes e não só para o primeiro encontro. O objetivo principal é fazer com que as pessoas entendam o poder do networking e frequentem mais cafeterias. “Mesmo sendo o maior produtor mundial de café, por aqui só 1% das pessoas frequentam cafeterias”, diz.

O que as cafeterias parceiras ganham com isso? O Coffee Match quer ajuda-las a entender o comportamento desse consumidor para, então, colaborar com essa aproximação. Assim, as cafeterias têm acesso a uma base de dados e podem trabalhar com publicidade e promoções direcionadas para atrair ainda mais o consumidor para o ambiente.

Em São Paulo, Octávio Café e Suplicy Cafés Especiais também já fazem parte do projeto. Ele está disponível para iOS. Para Android deve estar em abril/maio de 2018. Clique aqui para baixar o Coffee Match.

O que achou do App Coffee Match? Gosta da ideia do café como ferramenta de networking? Conte nos comentários e compartilhe com os amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Fernanda Haddad (umcafezinho.com.br)

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Ana Moraes: atleta de polo aquático e amante de café

Ela ama café e isso já é suficiente para estar aqui. Mas, vamos às apresentações: a Ana Moraes é atleta de polo aquático, joga pelo Club Athletico Paulistano, em São Paulo, e mora em Florianópolis. Ela apresenta um programa na TV Vento Sul, a série Lifeguard Campeche, e estreia outro em um canal de esportes e aventura no próximo mês.

Formada em Educação Física e Esportes pela Universidade do Estado de Santa Catarina, ela tem especialização em Fisioterapia Desportiva pela Universidade de Sevilla, na Espanha, e trabalha com treinamento esportivo em Floripa. Paralelamente, ela se dedica a fotografia, filmagem e viagem (ô sorte!).

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Sempre circulando no eixo São Paulo-Rio de Janeiro-Floripa, Ana conta que se divide entre as três cidades porque não consegue ficar parada. “Eu amo São Paulo, a cidade onde tudo acontece. Meu time é daqui e, além da família, tenho grandes amigos. No Rio de Janeiro, eu gosto do clima cool, do verão o ano todo e da leveza dos cariocas, mas hoje é Floripa que me completa como cidade. Como amo a natureza, me realizo diariamente ao ver o sol nascer da água, remando, surfando ou mesmo correndo, comendo fruta do pé no meu quintal, tomando meu café da manhã ao som dos passarinhos e regando minhas plantas. Acho que o equilíbrio é fundamental e o meu encontro viajando”, explica.

Um cafezinho com Ana Moraes

Na hora do cafezinho, Ana conta que gosta dele puro, pretinho e sem açúcar e toma sempre ao acordar, no meio da manhã e depois do almoço. “Gosto muito. É minha primeira função ao levantar da cama. Se estou atrasada pro surf ou algum compromisso, boto na térmica e vou tomando no carro. Não saio de casa sem”, diz.

“Tomar café é despertar. E despertar é uma das coisas mais maravilhosas que podemos viver diariamente”.

A Ana morou no Hawaii por um tempo e começou a apreciar o café nessa época. “Lá tem um café delicioso que se chama Kona Coffee. Esse café vem de uma ilha chamada Big Island e lá tem uma região com extensas plantações de grãos de café de qualidade porque o clima é super favorável”, conta.

No local onde a atleta morava, havia cozinheiras que sempre faziam garrafas de café para os hóspedes e o cheiro começou a chamar a atenção. “Comecei a tomar sempre depois do almoço, antes de voltar ao trabalho, e fui me apaixonando aos poucos”, relata.

O Kona é um dos cafés mais caros do mundo. Há pesquisas que dizem que as mudas do café chegaram na região por volta de 1828, vindas do Brasil com Samuel Reverend Ruggles. O reconhecimento veio no final do século XIX, com a ajuda de um comerciante inglês.

Cafeterias preferidas da Ana Moraes

Coffee Lab – São Paulo/SP

Rua Fradique Coutinho, 1340, Vila Madalena

Todos os dias, das 10h às 20h. Aos feriados, varia. Consulte pelo telefone.

Telefone: +55 (11) 3375-7400

Café Cultura – Florianópolis/SC

Unidade Primavera

SC 401, Km4 – Espaço Primavera Garden

De segunda a sábado, das 9h às 20h. Aos domingos, das 9h às 19h.

Telefone: +55 (48) 3307-9350

Unidade Lagoa da Conceição

Rua Manoel Severino de Oliveira, 669, loja 3

De segunda a domingo, das 8h30 às 23h, inclusive feriados.

Telefone: +55 (48) 3334-0483

Shopping Iguatemi

Avenida Madre Benvenuta, 687, quiosque 06, piso L2

De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 13h às 20h.

Telefone: +55 (48) 3028-0420

O Café Cultura tem mais lojas nas cidades de Balneário Camboriú, São José e Criciúma, todas em Santa Catarina. Consulte os endereços aqui. 

E aí, gostou de conhecer a Ana Moraes e sua relação com café? Tem alguém que você sabe que gosta de café e queira ver por aqui? Conte nos comentários e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Arquivo pessoal

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Cafeterias em Nova York: Bruna, do NYC Tips, dá as dicas

Se você é do tipo que começa qualquer roteiro de viagem pelas cafeterias que tem vontade de visitar e está de malas prontas rumo à Big Apple, está no lugar certo. As cafeterias em Nova York são um charme e opções não faltam. Tem para todos os gostos e estilos.

Confesso para vocês que, se estou viajando sozinha, troco o almoço e até o jantar pela oportunidade de conhecer mais uma cafeteria bacana. Se for daquelas históricas ou dentro de museus… Pode me esquecer. Fico o máximo de tempo que puder. E, se precisar carregar o celular, é a desculpa perfeita para entrar em mais alguma pelo caminho.

Eu estive em Nova York em 2014 e tomei muito café, mas na época não existia esse espaço e não fiquei tão atenta aos detalhes. Sabendo que tem muita coisa legal por lá, conversei com a Bruna Paraiso, uma das responsáveis pelo NYC Tips, e ela deu ótimas dicas.

NYC Tips te ajuda a encontrar o melhor em Nova York

A Bruna mora em Nova York há quase 5 anos e conta que o NYC Tips começou sem pretensão nenhuma: “Uns amigos meus vieram para cá e passamos a semana inteira andando pelos bairros, indo a restaurantes, etc… No último dia, estávamos jantando e eles falaram: ´Bru, nós só fomos em lugar legais. O que pode não ser mais novidade para você, para gente ainda é. Você devia divulgar essas dicas´”.

Em pouco tempo, ela sentiu os resultados e decidiu criar um site e as dúvidas não paravam de chegar! Além disso, ela faz roteiros personalizados. “Elaboro tudo de acordo com o perfil de cada cliente, desde os que nunca vieram até aqueles que já vieram 10 vezes e buscam algo diferente, aos olhos de quem vive aqui”. (Tem, inclusive, um canal no Youtube super legal!)

Agora que você já sabe um pouco sobre o trabalho da Bruna e percebeu que ela entende bem do que está falando, vamos tomar um cafezinho?

Ela disse pra gente que ama café e que toma, pelo menos, duas vezes por dia. “O meu dia não começa se não tomo um cafezinho preto. Tomo de manhã e depois do almoço para dar aquela acordada (risos). Após as 17h, eu não posso tomar de jeito nenhum, tenho insônia. O que é uma pena porque, muitas vezes, me dá uma super vontade depois do jantar”.

Para mim acordar e já sentir o cheirinho de café me faz lembrar que tenho mais um dia pela frente e fico feliz! Meu dia melhora muito depois do meu cafezinho.

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Confira a seguir as dicas dela de cafeterias em Nova York:

Cafeterias em Nova York: o que não dá para perder?

Se você vai para Nova York e ama café, a dica da Bruna é andar pelo West Village. “Lá tem diversas opções deliciosas e tem até uma loja chamada Porto Rico Importing Co.(aberta desde 1907), com diversos tipos de grãos”, indica. Segundo ela, os funcionários explicam tudo sobre os cafés e é super bacana.

Agora, veja mais 3 recomendações:

1 . Bakeshop by Woops

548 Driggs Ave.
Brooklyn, NY 11211
Phone: 718-384-4410

(Esse é o endereço da unidade de Williamsburg. É só clicar no link ali em cima, no nome da cafeteria, que dá para consultar os outros).

Dica da Bruna: “Meu coffee shop preferido de NY e a melhor unidade é a de Williamsburg. É MUUUUITO charmoso, o café delicioso, e os docinhos e macarons são de comer rezando. Amo trabalhar de lá”.

2 . TAP NYC

267 Columbus Avenue.
New York, NY – 10023

Dica da Bruna: “É um coffee shop “brasileiro”. Tem tapiocas, o melhor pão de queijo, açaí… E o melhor: o cafezinho pode vir acompanhado até de um brigadeiro. Não tem melhor combinação”.

3 . Blue Bottle Coffee

São 12 unidades em Nova York. Consulte aqui o mais próximo de você.

Dica da Bruna: “Esse coffee shop é mais descolado, costuma até ser mais simples que os outros, mas eles tem um café gelado que eu adoro durante o verão. Café gelado para nós brasileiros pode parecer estranho, mas depois que experimentei fiquei viciada”.

No blog Cappuccino e Cia, tem mais dicas de cafeterias em Manhattan.

O que achou das dicas de cafeterias em Nova York? Conhece alguma delas ou quer acrescentar dicas na lista? Escreva nos comentários. Compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Reprodução/Instagram/NYC Tips

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5 perfis no Instagram para quem ama café e moda

Café e moda. Para provar que essa união tem tudo a ver e pode trazer muita inspiração para o nosso dia a dia, conversamos com a Mari Flor da Rosa, que sabe tudo sobre o assunto. Ela, que é coolhunter e está à frente do Blog Closet da Mari, tem o cafezinho como integrante do seu lifestyle.

Conversamos um pouquinho sobre a relação entre café e moda e ela ainda compartilhou uma listinha sugerindo 5 perfis no Instagram, cujo tema é justamente esse, com fotos super bacanas.

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Café e moda combinam?

De acordo com a Mari, café e moda tem tudo a ver tanto para quem trabalha com moda como para quem ama esse mundo. “O café se encaixa em todos os momentos. Quem trabalha com moda e precisa criar horas a fio, toma café. Em showrooms e lojas, oferecem café. A gente viaja para pesquisar ou comprar as peças, toma café de novo”, conta ela.

Moda, estilo de vida e café

O café pode, sim, ser o ponto de partida para o seu estilo de vida. Segundo Mari, um cafezinho pode durar 5 minutos ou 3 horas e isso torna o hábito possível em diversos momentos. “Em viagens costumamos parar em cafés para descansar, ver o roteiro ou até conhecer. Porque não fazer isso na sua própria cidade e sair do comum? Isso acaba acontecendo comigo. Visito cafés e conheço lugares e pessoas novas por causa disso”, sugere.

Isso é tão verdade que fotos inspiradoras usando a xícara de café na composição fazem o maior sucesso nas redes sociais. “Essas fotos mostram seu estilo de vida. Um tech lover posta o café na mesa do computador, uma apaixonada por moda posta com looks, um decorador, com ambientes. Ele ajuda a enfeitar e dar um ar mais acolhedor a qualquer lugar”, completa.

Quer saber quais são os perfis sugeridos pela Mari? Confira a seguir:

5 perfis no Instagram que unem café e moda

 

Those cinnamon rolls though… #coffeenclothes #☕️👕 @ktnewms

Uma publicação compartilhada por Coffee ‘N Clothes® (@coffeenclothes) em

Photo by @dhiptadi #igerscoffee 🙌☕🙌

Uma publicação compartilhada por IgersCoffee (@igerscoffee) em

That’s my kinda mug 🙌🏻😍 Photo of @lexymonaco 👇🏻 Email us at hello@womenandcoffee.com or #womenandcoffee to be featured!

Uma publicação compartilhada por WOMEN & COFFEE – Official ☕️ (@womenandcoffee) em

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O que acha dessa mistura? A Mari também tira fotos incríveis com um cafezinho, viu? Conhece algum outro perfil legal para indicar? Escreva nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Mari Flor da Rosa/Arquivo Pessoal

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Mari Flor da Rosa conta seus cafezinhos preferidos em SP

Vamos tomar um cafezinho com a Mari Flor da Rosa? Ela tem 30 anos, sempre trabalhou na área da moda, é coolhunter (nome dado ao profissional que busca tendências) e comanda o blog Closet da Mari, em que fala de moda de forma democrática, além de ter um cafezinho sempre à mão. “Sempre tive vontade de desmistificar a moda e torná-la fácil, acessível e gostosa acima de tudo. Sem mimimis”, conta.

Sabendo disso, chamei a Mari para um bate-papo incrível. Ela contou um pouquinho sobre o seu trabalho e falou sobre os seus cafezinhos preferidos em São Paulo.

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Já ouviu falar do Blog Closet da Mari?

A Mari trabalhava no mercado do varejo de moda. Em meio a números, planilhas e negociações, mesmo gostando do que fazia, ela sentia falta de algo. Queria compartilhar mais do seu conhecimento sobre tendências e sair um pouco do ambiente do escritório. Aí, começou a fazer pesquisas sobre o que estava em alta, desde as roupas até acessórios, como os relógios tech, que eram a grande aposta do momento.

“Percebi que aqui no Brasil tínhamos blogueiras de look do dia incríveis, realmente profissionais, porém ainda não existiam meninas que vieram do mercado da moda ou How To’s como muito se via fora do Brasil. Assim surgiu o blog, sem aparecer a pessoa por trás, com dicas de moda práticas”, explica.

O blog Closet da Mari fala sobre moda e tudo o que está em volta do tema, como marketing, tecnologia, gastronomia, beleza e decoração, sempre considerando as tendências. “Para que elas surjam, precisamos nos inspirar com tudo o que está ao nosso redor”, ensina.

A proposta da Mari é simplificar, mostrando como usar determinada tendência, como combinar uma peça ou mostrar uma novidade que vai sair no mercado, com uma linguagem fácil. A grande aposta é o Youtube e os vídeos fazem o maior sucesso porque ajudam a resolver questões que parecem difíceis, mas rapidinho são resolvidas com a colaboração de quem entende do assunto, no caso a Mari.

Um cafezinho com Mari Flor da Rosa

Agora, vamos falar do cafezinho? Mari revela que sua relação com o café é de amor. “Eu tenho um ritual com o café, acredito demais que, quando estou tomando um cafezinho, estou relaxando e deixando minha mente criativa aflorar”.

“Se não tomo café fico louca (risos), mas realmente me dá mais ansiedade do que tranquilidade”.

Ela conta que chegou a tomar até 7 cafés em um dia, sendo 2 com leite. Mas, de uns tempos para cá, são 5 no máximo. “Depois de levar umas broncas, foquei em sempre pedir aquele carioca ou um café mais fraquinho, sempre sem nada, livre de adoçantes”, declara.

O cafezinho acompanha a Mari desde os tempos de escritório. Segundo ela, o “pretinho básico” fazia parte do momento de pausa, daquela hora de bater um papo com os colegas e dar um tempinho nas tarefas do dia a dia. Hoje, trabalhando como freelancer, ela diz que ainda marca reuniões em cafés para ter sempre uma mistura de prazer com trabalho. “No mundo da criatividade e do marketing, precisamos dessa mistura para surgirem projetos e ideias incríveis”, reforça.

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Cafeterias que a Mari Flor da Rosa indica em São Paulo

1 . CafeLito

R. Francisco Leitão, 258 – Pinheiros. De segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Sábado, das 11h às 18h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3372-1717.

Dica da Mari: Flat White

2 . Starbucks 

A Starbucks é a maior rede de cafeteria do mundo. Clique aqui e localize a loja mais próxima de você.

Dica da Mari: qualquer café! 

3 . Santo Grão

O Santo Grão conta com 7 endereços em São Paulo e um em Curitiba.

  • Rua Oscar Freire, 413, Jardins. Segundas, das 9h à 1h. De terça a quinta-feira, das 7h30 à 1h. Sextas, das 7h30 às 2h. Sábados, das 8h às 2h. Domingos, das 8h a meia-noite. Telefone: (11) 3062-9294.
  • Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena. De segunda a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h30. Domingos, das 11h às 18h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (11) 3034-3164
  • Av. Higienópolis, 618, no Shopping Higienópolis, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 12h às 20h30. Telefone: (11) 3661-2496.
  • Rua Jeronimo da Veiga, 179, Itaim Bibi. Segundas, das 9h a meia-noite. Terças e quartas, das 7h30 a 1h. De quinta a sábado, das 7h30 às 2h. Domingos, das 7h30 a meia-noite. Telefone: (11) 3071-3169.
  • Av. Moema, 493, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sexta, das 12h às 21h. Sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 11h às 18h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (11) 5051-8069
  • Av. Dr. Chucri Zaidan, 1240 (Antiga Rua Henri Dunant, 1383), no Condomínio Morumbi Corporate Towers. De segunda a sexta, das 7h30 às 20h. Sábados, 9h às 17h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3957-9592.
  • Av. Magalhães de Castro, 12.000 – 2 piso, no Shopping Cidade Jardim, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Aos domingos, das 12h às 20h. Telefone: (11) 3198-9373.
  • Av. do Batel, 1868, no Shopping Pátio Batel, em Curitiba, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 14h às 20h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (41) 3020-3438.

Dica da Mari: café coado

4 . Isso é Café

R. Carlos Comenale, s/n – Bela Vista, no Mirante 9 de Julho. Às segundas, é fechado. De terça a domingo, das 10h às 20h. Telefone: (11) 3554-5077.

5 . Da Feira ao Baile 

R. Mateus Grou, 80 – Pinheiros. Segundas, das 11h às 19h. De terça a sexta, das 10h30 às 19h. Sábados, das 11h às 18h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3062-0450.

Dica da Mari: café orgânico com pão de queijo.

6. Torra Clara

Rua Oscar Freire, 2286 – Pinheiros. Segundas, das 10h às 18h30. De terça a sexta, das 8h às 18h30. Sábados, das 10h às 15h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3297-8486.

Gostaram de conhecer um pouquinho mais sobre a Mari Flor da Rosa e suas cafeterias preferidas em São Paulo? Conte nos comentários e compartilhe com os amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Mari Flor da Rosa/Closet da Mari/Arquivo pessoal

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Máquina de café manual surpreende pelo design

Tem coisa mais linda do que essa máquina de café manual? Ela foi desenvolvida pela Strietman, uma empresa holandesa de produtos relacionados ao café, fundada por Wouter Strietman. A máquina é feita de forma artesanal, com o mínimo de tecnologia possível. Com ela, o processo é todo manual, o que dá a quem prepara o controle total diante do preparo do cafezinho. Uma simplicidade que encanta!

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Máquina de café com design da Holanda

A máquina de café foi inspirada nas primeiras cafeteiras italianas de 1945, com tecnologia desenvolvida no período pós guerra. Não tem nada de botões nem telas, você controla a extração do cafezinho manualmente, na alavanca. Essa aí leva o nome de ES3 e é acoplada à parede, não é linda?

 

A máquina usa eletricidade para aquecer a água e você pode ajustar a temperatura de acordo com o método e o grão que preferir, equilibrando a acidez do seu café. A estrutura é feita em aço com detalhes em madeira e pesa, em média, 8 quilos, sem necessidade de manutenção frequente. (Inclusive, no site da empresa eles fornecem os passos para fazer a manutenção em casa). Esse modelo custa entre 1.350 euros e 1.380 euros.

Foto: modelo de máquina CT1

Outro modelo da marca, tão lindo quanto o primeiro, é o CT1, que tem as mesmas características do ES3, só que não precisa ser instalado na parede. A máquina CT1 custa 1.570 euros. Para compras fora da União Europeia, segundo o site, é cobrada uma taxa extra de 50 euros.

 

Modernidade e simplicidade com características do passado. Que coisa linda! Qual você prefere? Já pensou em ter uma máquina de café dessas em casa? Conte nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.  

Fotos: Divulgação

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Mudas de plantas vão parar em cápsulas de café

Se você usa café em cápsulas com frequência já deve ter reparado a sua quantidade de lixo aumentou, não é mesmo? O que você faz com cápsulas de café usadas? Muitas pessoas ainda têm o hábito de jogá-las no lixo comum, mas existe também quem pensa no destino delas de forma mais sustentável.

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Projeto usa cápsulas de café para colocar mudas de plantas

As principais empresas que vendem cafés em cápsulas têm se preocupado com o descarte correto cada vez mais e estão buscando alternativas e ações que engajem seus consumidores. Mas, a realidade está longe de ser a ideal. Segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em 2019, serão consumidas 16 mil toneladas de café por meio dessas cápsulas. Acadêmicos do bacharelado em Ciências Biológicas da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) encontraram uma utilidade nada convencional para a reutilização dessas embalagens: abrigar mudas de orquídeas e suculentas.

A aluna Diliane Harumi Yaguinuma, que está envolvida na iniciativa, conta que as mudas de suculentas foram produzidas por eles, já as de orquídeas foram doadas pelo docente da graduação, Dr. Nelson Barbosa Machado Neto. “Realizamos uma campanha para a arrecadação na comunidade em geral. Esses pequenos vasinhos poderão dar um toque diferenciado nos jardins e residências. Agora é só aguar e cuidar para que essas plantinhas se mantenham com vida e saudáveis”, conta Diliane.

“Além da produção extra de lixo, existe outro agravante: o desinteresse ou a dificuldade em realizar a reciclagem das cápsulas. Por serem muito pequenas e compostas de alguns materiais não recicláveis, muitas são simplesmente descartadas como lixo orgânico por causa da borra de café”, acrescenta Diliane.

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Os pequenos vasos serão distribuídos gratuitamente aos participantes da 23ª Jornada de Educação da Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação de Presidente Prudente (Faclepp/Unoeste), que será realizada entre os dias 22 e 27 de maio.

O que achou da ideia de projeto sustentável com cápsulas de café? Conhece mais alguma iniciativa nesse sentido? Conte nos comentários. Ações como essa merecem ser compartilhadas! Não se esqueça de usar a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo nas suas redes sociais. 

Fotos: Gabriela Oliveira

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5 aplicativos para celular sobre café

Os aplicativos para celular estão mudando nossa forma de viver, já reparou? Eles facilitam muitas tarefas do nosso dia a dia. Podemos melhorar o caminho de ida e volta do trabalho, ou para qualquer lugar, fugindo do trânsito, podemos pedir um táxi, ir ao banco, conversar com os amigos e fazer ligações usando a rede, pedir comida delivery e por aí vai. Tudo pela tela do celular.

A tecnologia tem proporcionado muitas vantagens e isso também inclui o mundo dos cafés. Existem alternativas interessantes de aplicativos para celular sobre cafés que vão deixar a sua experiência com a bebida mais interessante. Veja:

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5 opções cafeinadas de aplicativos para celular

1. Find Me Coffee

O aplicativo Find Me Coffee ajuda a localizar as melhores cafeterias mais próximas a você. O aplicativo está em inglês e você ainda pode, ao final de sua experiência, avaliar o local, em itens como o Wi-Fi, o atendimento e deixar sua opinião em geral.

App disponível para Android, Windows Phone e iOS.

2. Coffee Recipes

O Coffee Recipes é o aplicativo ideal para quem busca receitas com café. As opções são super bem explicadas e, além disso, ele oferece dicas sobre os métodos de preparos de cafés no Brasil e também no México e na Colômbia.

App disponível para Android e iOS.

3. Coffee Nerd

O aplicativo Coffee Nerd dá excelentes dicas sobre como preparar um café mais elaborado e especial. Com ele, é possível fazer anotações e cálculos, que ajudam, por exemplo, a obter a quantidade exata de grãos ao preparar o seu café. Com a proporção perfeita, é possível também configurar o aplicativo de acordo com a medida de suas máquinas.

App disponível para Android.

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Para saber quais são os outros 2 aplicativos para celular sobre café selecionados, acesse o Grão do Dia.

Já conhecia alguma dessas opções de aplicativos para celular? Tem mais alguma sugestão para completar a lista? Conte nos comentários e compartilhe nas suas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Pixabay

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Tomar café pode te ajudar a ser mais otimista

Qual é a sua visão sobre a situação da sua vida e das coisas à sua volta hoje? Você vê sua xícara sempre meio cheia ou meio vazia? Olha, se a resposta for meio vazia, a dica é se levantar já e ir fazer e tomar café! É científico e pode funcionar.

Tomar café para ver o lado bom da vida funciona?

A resposta é SIM. Tomar café pode te ajudar a ver o mundo de um jeito mais otimista. E a culpa é da cafeína.

Essa é a conclusão de uma pesquisa feita por Lars Kuchinke, da Universidade Ruhr, na Alemanha. De acordo com a pesquisa, a cafeína aumenta a transmissão de dopamina, o neurotransmissor responsável pela produção de sensações de prazer e alegria.

A dopamina, por sua vez, estimula o lado esquerdo do cérebro, que controla a linguagem do ser humano. Por isso, você fica mais ágil na hora de distinguir palavras e dá preferência às boas. Tudo porque, cientificamente, temos a tendência de reconhecer primeiro as expressões com significados positivos.

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Participaram dessa pesquisa 66 voluntários, que passaram por um teste. Antes da prova, 33 tomaram uma pílula com 200 miligramas de cafeína e a outra metade tomou uma pílula com efeito placebo, ou seja, sem efeito nenhum.

Em seguida, todos foram submetidos à prova: passando uma porção de letras em uma tela de computador, os participantes precisavam dizer, rapidamente, se aquilo formava ou não uma palavra.

O resultado já dá para imaginar: a turma cafeinada reconheceu muito mais as palavras positivas. Sabe aquele colega de trabalho que vive reclamando de tudo do seu lado? Que tal dar uma xícara de café para ele?

Aliás, se é tão bom assim, vamos todos tomar café, não é mesmo? O que acha da ideia? Comente aí e conte para os seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.   

Foto: Pixabay

Com informações da Superinteressante.

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