Xícaras feitas com borra de café são feitas por startup alemã

A borra de café pode ser reaproveitada de muitas maneiras. O designers por aí estão usando e abusando da criatividade para nos oferecer soluções lindas e sustentáveis. Essa é, aliás, uma característica forte desses produtos porque a matéria-prima vem de um material que iria para o lixo. Engana-se quem pensa que, por isso, a estética é prejudicada, como é o caso dessas xícaras feitas com borra de café. Vou falar sobre esse e outros produtos a seguir:

Acessórios, louças e xícaras feitas com borra de café

Sendo o café a segunda bebida mais consumida do mundo, dá pra imaginar o quanto de borra de café é descartada todos os dias no mundo? A startup alemã Kaffeeform é a responsável pela criação dessas louças e xícaras feitas com borra de café desde 2015.

O designer Julian Lechner passou 3 anos desenvolvendo o produto, que é composto também de serragem de madeira sustentável e cola natural. Além de resistir à máquina de lavar louça, os itens têm um leve cheirinho de café.

Assista:

Os preços variam de 15 a 20 euros, mas, por enquanto só são vendidos na Europa.

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Marca brasileira investe em biojoias e itens de decoração feitos à partir da borra de café

A Recoffee Design é uma marca brasileira que aposta na borra de café para fazer seus produtos. O café que iria para o lixo é misturado com aglutinantes naturais para a confecção de biojoias, peças de decoração e até revestimentos para acabamento de construção.

A Recoffee Design tem um e-commerce e os produtos são entregues em todo o Brasil. O preço dos brincos, por exemplo, varia de R$ 95 a R$ 185. Itens de decoração estão disponíveis a partir de R$ 35.

A criatividade e a inovação podem nos fazer ver até um simples cafezinho de outra forma, nos ajuda a enxergar além. Quem disse que material reaproveitado não pode ter design de qualidade? Não são lindas esses produtos e xícaras feitas com borra de café? Conte sua opinião nos comentários. 

Fotos: Divulgação

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L’Occitane au Brésil lança linha com óleo de café verde

Café não precisa ser só na xícara. Suas propriedades podem ser valiosas também para o nosso bem-estar. Para o Dia dos Pais desse ano, a L’Occitane au Brésil está lançando uma linha de produtos que tem como protagonista o óleo de café verde.

O óleo do café verde é extraído do grão de café arábica que ainda não passou pela torra. Foi feito um teste clínico com o óleo da semente madura e sem torra e descobriu-se que ele ajuda melhorar a qualidade e o metabolismo da pele. A seguir, conheça um pouco mais sobre a linha de produtos:

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Nova linha de produtos destaca o óleo de café verde

O destaque da linha com óleo de café verde é o Gel Hidratante Matificante 5 em 1 (50ml\R$69), que reduz a oleosidade da pele, protege contra os raios UVA e UVB graças ao FPS 20 e proporciona sensação refrescante e energizante.

Tem também a Deo Colônia Café Verde (100ml\R$145); o Shampoo Multibenefício Café Verde (180ml/R$39), que pode ser usado na limpeza do corpo, rosto, cabelo e barba; o Desodorante Café Verde (150ml\R$33) e o Sabonete Perfumado Café Verde (75g\R$13).

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Todos têm uma fragrância aromática amadeirada, que traz folhas de limão e ruibarbo nas notas de saída. Além disso, as notas de meio são compostas por cardamomo e folhas de violeta. Já as notas de fundo contêm cedro e sândalo. “A linha Café Verde traz inovação para a rotina diária de cuidados dos homens e atende a um público que está sempre em busca de praticidade”, diz Victoria Gallo, diretora de marketing da L’Occitane au Brésil.

O frasco do Desodorante Colônia Café Verde é uma releitura moderna do formato da semente do café, incorporada na moldura do próprio vidro e é assinado pela designer Renata Moura.

Os produtos já estão disponíveis nas lojas físicas e virtual da marca.

Gostou? Conte nos comentários o que achou dessa novidade com óleo de café verde para o Dia dos Pais.    

Foto: Divulgação

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Como tomar café corretamente? Existe jeito certo?

Um dia desses, um velho assunto foi novamente posto em pauta: colocar açúcar no café ou não? Entre opiniões e provocações, me inspirei a escrever esse texto falando sobre como tomar café corretamente, segundo o meu ponto de vista.

Dividi o texto em alguns pontos relevantes para pensarmos juntos sobre como tomar café corretamente. Confira a seguir:

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Uma análise sobre como tomar café corretamente

1 . Café sem açúcar

Tecnicamente falando, se o café em questão é do tipo especial, ele deve apresentar uma doçura natural. Para os especialistas, essa doçura é suficiente e não há necessidade de se colocar açúcar. Além disso, a ideia é sentir o que aquele café proporciona. Se a gente adoçar a bebida, provavelmente vai mascarar alguma característica interessante.

A verdade, porém, é que a gente se alimenta sem prestar a atenção no gosto das coisas, vai tudo no automático. Quantas vezes você adoçou ou salgou alguma bebida ou alimento sem ter provado antes? Virou hábito e não dá para mudar isso uma hora para outra, é um processo.

Devo confessar que quando vejo uma pessoa colocando açúcar em um café maravilhoso, me dá um aperto no coração, mas, por outro lado, ela tem que se sentir bem consumindo aquilo. O café deve ser um momento de prazer, não de obrigações. Cabe a nós, baristas, conversar com essas pessoas e propor novas formas de consumo.

Falando nisso, eu proponho que, pelo menos durante uma semana, na hora de se alimentar, vocês esqueçam os problemas e vivam a experiência de aromas e sabores. Se você é do time que coloca açúcar no café, pelo menos uma vez nesse período, beba uma xícara de café especial sem adoçar – ou o primeiro gole, que seja. Converse com o barista, peça uma indicação.

2 . Café só bem quente

Outro ponto importante dessa análise sobre como tomar café corretamente é: café bom, é café quente. Será? Eu discordo. Tem muito café gelado por aí que é uma delícia! No entanto, realmente a gente nota que há uma certa resistência da maioria das pessoas em consumir o café dessa forma. Quando a gente fala de hábitos e questões culturais, realmente pode ser um pouquinho mais difícil convencer as pessoas de que aquilo pode ser bom.

Quando gelado, o café tende a evidenciar suas características. Portanto, um café gelado que passou do ponto de torra e queimou, não vai ficar bom como um café mais aromático, por exemplo.

Claro que você pode provar e não curtir, preferir o seu café bem quentinho mesmo. O que não vale é dizer que não gosta sem ter provado.

A nossa dica aqui é você tomar um espresso tônica em um dia bem quente. Para quem gosta de café gelado sabe do que eu estou falando. Para quem nunca provou, essa é uma deliciosa porta de entrada.

3 . Não tomar mais café na casa da avó

Quem aqui já nasceu bebendo café especial que me desculpe, mas eu cresci lá no Jaçanã bebendo o café forte do Brasil feito pela minha avó. Naquela época, mais gostoso que o café só a sopa de pão, que era café com leite e pedaços de pão cortados com as mãos, tudo colocado em uma tigelinha para comer com a colher.

Alguns de vocês podem achar essa iguaria um pouco estranha, mas era a melhor coisa do mundo, assim como o café que a (já falecida) vovó Julia fazia, o qual eu daria tudo para beber novamente.

Quando a gente acostuma com coisa boa, é difícil voltar atrás, mas também isso não é motivo para a gente apagar nossa memória afetiva ou ignorar uma atitude de carinho. Quando a gente vai à casa da nossa avó, da tia ou de um amigo e uma xícara de café é oferecida, isso vai muito além da variedade do grão, altitude, perfil de torra… É amor também.

Claro que não precisa aceitar a bebida se não quiser, mas recusar com educação basta, nada de lições sobre o café. Ao invés disso, convide a pessoa para ir à sua casa e mostre como podem existir tipos diferentes de café.

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4 . Café só moído na hora

Até posso sentir o cheirinho do café moído na hora, que delícia! Realmente não tem nada igual e não falo apenas da fragrância. Quando a gente mói o café, ele imediatamente começa a perder suas propriedades sensoriais. É como abrir uma embalagem de salgadinho, por exemplo. Se o pacote ficar fechado, o salgadinho vai conservar mais tempo, mas se a gente abrir e não consumi-lo na hora, vai começar a ficar murcho e com sabor estranho.

Hoje em dia existem moinhos elétricos ideais para ser usados em casa e com preço acessível. Alguns baristas recomendam determinadas marcas e modelos e outros não recomendam de jeito nenhum. Isso porque alguns moedores podem moer os grãos de forma irregular, não chegar à granulometria adequada, entre outras coisas.

Sendo assim, temos um dilema: comprar o café em grão e moer em casa ou levar já moído? Isso quem pode decidir é você. Leve em consideração alguns questionamentos. Você quer ou pode investir em um moinho? Com qual frequência você faz café em casa? Para você faz diferença o café moído na hora?

Além dessas questões, você também pode fazer um teste. Sentir o resultada na xícara é,  sem dúvida, o fator decisivo. Tente provar, ao mesmo tempo, uma xícara de café já moído e outra moído na hora em um desses moinhos portáteis. Percebeu a diferença? Se achar que deve, invista em um moinho pesquisando as melhores marcas e modelos. Senão, continue levando seu pacotinho já moído para casa. Apenas tente dar preferência para torras mais frescas e, havendo a possibilidade, peça para o barista moer os grãos para você na hora em que estiver adquirindo o seu café.

5 . Torra escura é ruim

Nós já fizemos um post falando sobre torra, vocês lembram? Lá a gente tinha comentado sobre as tonalidades da torra – clara, média e escura – e também sobre perfis de torra.

Falar sobre perfil é interessante porque a gente consegue mudar nossa opinião sobre alguns preconceitos. Quando a gente entende um pouquinho mais sobre esse assunto, a gente começa a entender que café claro nem sempre é café fraco e que café escuro também pode não ter aquele gostinho de cinzeiro. Cada tipo de grão vai ter o seu ponto ideal de torra e é para descobrir isso que os mestres de torra trabalham como loucos, fazendo incontáveis testes.

Por isso, não vamos julgar um livro pela capa. Vamos também usar nossos outros sentidos para avaliar um café. Se sua visão está querendo dizer alguma coisa, confirme com o olfato. Se ainda tiver dúvidas, chame o paladar. Só depois disso é que a gente vai poder dizer se torra escura é ruim ou boa.

Para resumir essa história de como tomar café corretamente, pense no seu café. Quais são as palavras que você associa a ele?

Se você respondeu prazer, amor, afeto, aconchego, despertar, família… Você está no meu time e, provavelmente, concorda que o jeito certo de tomar café é aquele que nos faz bem, o que não significa que a gente não possa querer aprimorar o nosso conhecimento sobre ele. Agora, se suas respostas foram por outra linha de pensamento, comenta ali embaixo que a gente continua esse papo sobre como tomar café corretamente. 😉

 

Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Fotos: Depositphotos

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Café e sustentabilidade

Já diziam nossos avós: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”. Esse sábio ditado, que facilmente pode ser usado nos dias de hoje, se aplica não somente às pessoas, mas também aos lugares que frequentamos.

Outro dia fui à uma cafeteria  que abriu num shopping perto de casa. É uma gracinha e tem uma vitrine de doces de encher os olhos, mas também tem atendente bufando porque nitidamente está sobrecarregada e quando fui ao balcão pagar, a pessoa que aparentava ser o dono, permaneceu no celular sem olhar para a minha cara. Quando a atendente deu um toque nele, sem tirar os olhos do aparelho, fez sinal para a gente esperar. Depois de terminar o que estava fazendo, foi me atender e deu bronca na funcionária, na minha frente, por ela ter escrito meu nome errado na comanda.

O que quero dizer com essa história é que, no meu ponto de vista, uma cafeteria para ser boa de verdade deveria se preocupar além do café. Isso porque, hoje em dia, temos consumidores mais atentos e mais conscientes, além da concorrência crescendo. Não apenas isso, mas pensar em um negócio sustentável, por exemplo, é querer que todas as partes se deem bem simplesmente por uma questão ética e justa.

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Você sabe o que é sustentabilidade?

Outro dia vi uma live de uma grande figura do mundo café, que tinha ido à um simpósio internacional, e estava compartilhando sua experiência. Entre outras coisas, ela contou que um dos temas abordados foi a sustentabilidade e, com isso, ela percebeu que o conceito ainda é confuso na cabeça da maioria.

As pessoas e empresas têm esse tema relacionado unicamente ao meio ambiente. Dessa maneira voltam seus esforços para projetos como troca de sacola de plástico pela de papel, por exemplo. Algumas até fazem isso aleatoriamente apenas para se encaixarem em algo que está sendo muito discutido.

No entanto, a sustentabilidade é mais que isso. Há um modelo chamado Triple Bottom Line que engloba três pilares: ambiental (como já sabemos), econômico e social. Assim, para uma empresa – no nosso caso, uma cafeteria – ser sustentável, ela deve fazer com que esses três pilares interajam e convivam de forma harmoniosa, dentro de suas possibilidades, claro.

Tripé da sustentabilidade – Meio ambiente, sociedade e economia. Foto: Depositphotos

O café e os pilares da sustentabilidade na prática

Ambiental

Minimizar ao máximo os impactos ambientais. Isso não se refere apenas ao que está dentro da cafeteria aos olhos do cliente, como abolir os canudos e colocar lixeiras de coleta seletiva. Essas atitudes são importantes, sim, mas para ser sustentável precisamos ir além.

É necessário saber como os fornecedores trabalham. Não adianta  comprar copos de papel de alguém que descarta resíduos desenfreadamente no meio ambiente. Repare se mesmo podendo abrir janelas e persianas para usar iluminação natural, o local prefere manter as luzes acesas. É importante também que as cafeterias façam um planejamento para não desperdiçar alimentos.

Esses são apenas alguns exemplos para explicar que tudo o que envolve o negócio, direta ou indiretamente, deve estar em sintonia com a questão do meio ambiente. São muitos detalhes e, às vezes, demanda investimento de tempo e dinheiro. Trocar um fornecedor por outro ecologicamente correto pode ter um custo no final do mês e pesar no bolso.

Econômico

Buscar soluções para o desenvolvimento de um negócio sem que isso agrida os ecossistemas ao seu redor não é fácil, mas isso, ao invés de ser encarado como um problema, deveria ser um desafio.

A sustentabilidade se baseia no equilíbrio e quando falamos da parte econômica, significa que a empresa deve manter uma competitividade justa com relação aos concorrentes, de maneira que respeite a sociedade e o meio ambiente. Um bom administrador preocupado com esses temas vai saber lidar com isso de maneira que o negócio não deixe de lucrar e crescer.

Não adianta a empresa ter um preço competitivo e se desenvolver economicamente se isso é feito através de más condições de trabalho.

Social

O capital humano que está relacionado com as atividades da empresa, seja ele os funcionários, clientes, fornecedores, a comunidade e a sociedade de maneira geral, é o que define o pilar social da sustentabilidade.

Lembram da atendente da cafeteria que eu comentei ali em cima? Ela se encaixa muito bem aqui. Além de eu ser ignorada pelo dono, naquele dia eu já percebi que o local não valoriza e desrespeita seus funcionários. Por isso, nem vou mais nesse lugar.

O dono desse café deve achar que já faz muito por essa moça por pagar VR e VT, quando na verdade isso é obrigação. Uma cafeteria cuida bem de um barista, por exemplo, quando oferece um espaço decente para comer, descansar, se desenvolver e quando se preocupa com um salário um pouco mais justo ao invés de pensar somente na média.

O social não é só recolher agasalhos na época de frio para ter uma boa imagem perante o cliente. Isso é legal, ainda mais se for feito de coração, mas o social começa dentro da empresa. Como um negócio pode se preocupar com as demais pessoas se não dá valor para quem faz sua empresa funcionar? Estranho, né?

Sei que vocês gostam de dicas de lugar para conhecer ou de como preparar café em um determinado método. Eu também adoro falar sobre isso, mas sustentabilidade é algo que precisa ser dito e que a gente tem que começar a prestar mais atenção.

Se eu como barista, vocês como consumidores de café, e todo mundo que faz parte dessa cadeia deixar isso pra lá, o produtor vai ser mal pago e vai resolver plantar outra coisa. O barista ou mestre de torra sem condições descentes de trabalho vai desistir da área e a mão de obra qualificada vai ficar escassa. O serviço nas cafeterias vai decair e isso vai chegar até o cliente.

O que eu proponho é um exercício de observação nas cafeterias que vocês já frequentam. Converse com os baristas, peça para visitar a cozinha (isso é direito do consumidor), veja se há muita rotatividade de pessoas, repare quais são as preocupações com o meio ambiente e nas ações que esses locais fazem para apoiar a comunidade. Dê sugestões e faça críticas, vamos construir isso juntos. O Sofá Café tem um projeto lindo chamado Fazedores de Café, vocês conhecem?

Qual outra cafeteria tem um projeto assim? Pensando nessas questões e na relação entre café e sustentabilidade, qual cafeteria vocês indicariam ou qual fez uma ação legal? Conta pra gente!

 

Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Foto de destaque: Depositphotos

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App Coffee Match usa café como ferramenta de networking

Quantas vezes você já marcou um café com alguém para falar sobre trabalho? Seja qual for a resposta, esse comportamento é uma tendência. As cafeterias oferecem cada vez mais benefícios para manter ali os trabalhadores remotos ou aqueles que escolhem o local para uma simples reunião. Atentos a tudo isso, o empresário brasileiro Nicolas Romano e seus sócios Fernando Epelman e Henrique Emídio apostaram suas fichas no Coffee Match.

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Entenda o que é e como funciona o Coffee Match

O Coffee Match foi lançado em abril e, antes de mais nada, não tem nada a ver com Tinder e é diferente de LinkedIn. Essa é uma ferramenta que gera conexões entre pessoas que têm um interesse em comum. “Minha ideia era de criar um aplicativo que conectasse pessoas em cafeterias, mais precisamente a Starbucks, sempre com o intuito de fazer negócios”, conta Nicolas.

Com os testes iniciais, eles perceberam que faltava um propósito para que as pessoas se conectassem de fato para fazer negócios e networking.

“A proposta nunca foi ser um aplicativo de paquera. Para evitar que houvesse essa confusão, lançamos uma nova versão. De um lado estão cadastrados os projetos e suas necessidades e do outro as pessoas e suas habilidades para ajudar na execução de determinadas tarefas dentro desses projetos”, explica.

Aí quem combina um encontro de negócios nas cafeterias parceiras diretamente pelo App ganha cafezinhos, entre outros benefícios. Outro ponto interessante é que os benefícios são constantes e não só para o primeiro encontro. O objetivo principal é fazer com que as pessoas entendam o poder do networking e frequentem mais cafeterias. “Mesmo sendo o maior produtor mundial de café, por aqui só 1% das pessoas frequentam cafeterias”, diz.

O que as cafeterias parceiras ganham com isso? O Coffee Match quer ajuda-las a entender o comportamento desse consumidor para, então, colaborar com essa aproximação. Assim, as cafeterias têm acesso a uma base de dados e podem trabalhar com publicidade e promoções direcionadas para atrair ainda mais o consumidor para o ambiente.

Em São Paulo, Octávio Café e Suplicy Cafés Especiais também já fazem parte do projeto. Ele está disponível para iOS. Para Android deve estar em abril/maio de 2018. Clique aqui para baixar o Coffee Match.

O que achou do App Coffee Match? Gosta da ideia do café como ferramenta de networking? Conte nos comentários e compartilhe com os amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Fernanda Haddad (umcafezinho.com.br)

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Ana Moraes: atleta de polo aquático e amante de café

Ela ama café e isso já é suficiente para estar aqui. Mas, vamos às apresentações: a Ana Moraes é atleta de polo aquático, joga pelo Club Athletico Paulistano, em São Paulo, e mora em Florianópolis. Ela apresenta um programa na TV Vento Sul, a série Lifeguard Campeche, e estreia outro em um canal de esportes e aventura no próximo mês.

Formada em Educação Física e Esportes pela Universidade do Estado de Santa Catarina, ela tem especialização em Fisioterapia Desportiva pela Universidade de Sevilla, na Espanha, e trabalha com treinamento esportivo em Floripa. Paralelamente, ela se dedica a fotografia, filmagem e viagem (ô sorte!).

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Sempre circulando no eixo São Paulo-Rio de Janeiro-Floripa, Ana conta que se divide entre as três cidades porque não consegue ficar parada. “Eu amo São Paulo, a cidade onde tudo acontece. Meu time é daqui e, além da família, tenho grandes amigos. No Rio de Janeiro, eu gosto do clima cool, do verão o ano todo e da leveza dos cariocas, mas hoje é Floripa que me completa como cidade. Como amo a natureza, me realizo diariamente ao ver o sol nascer da água, remando, surfando ou mesmo correndo, comendo fruta do pé no meu quintal, tomando meu café da manhã ao som dos passarinhos e regando minhas plantas. Acho que o equilíbrio é fundamental e o meu encontro viajando”, explica.

Um cafezinho com Ana Moraes

Na hora do cafezinho, Ana conta que gosta dele puro, pretinho e sem açúcar e toma sempre ao acordar, no meio da manhã e depois do almoço. “Gosto muito. É minha primeira função ao levantar da cama. Se estou atrasada pro surf ou algum compromisso, boto na térmica e vou tomando no carro. Não saio de casa sem”, diz.

“Tomar café é despertar. E despertar é uma das coisas mais maravilhosas que podemos viver diariamente”.

A Ana morou no Hawaii por um tempo e começou a apreciar o café nessa época. “Lá tem um café delicioso que se chama Kona Coffee. Esse café vem de uma ilha chamada Big Island e lá tem uma região com extensas plantações de grãos de café de qualidade porque o clima é super favorável”, conta.

No local onde a atleta morava, havia cozinheiras que sempre faziam garrafas de café para os hóspedes e o cheiro começou a chamar a atenção. “Comecei a tomar sempre depois do almoço, antes de voltar ao trabalho, e fui me apaixonando aos poucos”, relata.

O Kona é um dos cafés mais caros do mundo. Há pesquisas que dizem que as mudas do café chegaram na região por volta de 1828, vindas do Brasil com Samuel Reverend Ruggles. O reconhecimento veio no final do século XIX, com a ajuda de um comerciante inglês.

Cafeterias preferidas da Ana Moraes

Coffee Lab – São Paulo/SP

Rua Fradique Coutinho, 1340, Vila Madalena

Todos os dias, das 10h às 20h. Aos feriados, varia. Consulte pelo telefone.

Telefone: +55 (11) 3375-7400

Café Cultura – Florianópolis/SC

Unidade Primavera

SC 401, Km4 – Espaço Primavera Garden

De segunda a sábado, das 9h às 20h. Aos domingos, das 9h às 19h.

Telefone: +55 (48) 3307-9350

Unidade Lagoa da Conceição

Rua Manoel Severino de Oliveira, 669, loja 3

De segunda a domingo, das 8h30 às 23h, inclusive feriados.

Telefone: +55 (48) 3334-0483

Shopping Iguatemi

Avenida Madre Benvenuta, 687, quiosque 06, piso L2

De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 13h às 20h.

Telefone: +55 (48) 3028-0420

O Café Cultura tem mais lojas nas cidades de Balneário Camboriú, São José e Criciúma, todas em Santa Catarina. Consulte os endereços aqui. 

E aí, gostou de conhecer a Ana Moraes e sua relação com café? Tem alguém que você sabe que gosta de café e queira ver por aqui? Conte nos comentários e compartilhe usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Arquivo pessoal

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Cafeterias em Nova York: Bruna, do NYC Tips, dá as dicas

Se você é do tipo que começa qualquer roteiro de viagem pelas cafeterias que tem vontade de visitar e está de malas prontas rumo à Big Apple, está no lugar certo. As cafeterias em Nova York são um charme e opções não faltam. Tem para todos os gostos e estilos.

Confesso para vocês que, se estou viajando sozinha, troco o almoço e até o jantar pela oportunidade de conhecer mais uma cafeteria bacana. Se for daquelas históricas ou dentro de museus… Pode me esquecer. Fico o máximo de tempo que puder. E, se precisar carregar o celular, é a desculpa perfeita para entrar em mais alguma pelo caminho.

Eu estive em Nova York em 2014 e tomei muito café, mas na época não existia esse espaço e não fiquei tão atenta aos detalhes. Sabendo que tem muita coisa legal por lá, conversei com a Bruna Paraiso, uma das responsáveis pelo NYC Tips, e ela deu ótimas dicas.

NYC Tips te ajuda a encontrar o melhor em Nova York

A Bruna mora em Nova York há quase 5 anos e conta que o NYC Tips começou sem pretensão nenhuma: “Uns amigos meus vieram para cá e passamos a semana inteira andando pelos bairros, indo a restaurantes, etc… No último dia, estávamos jantando e eles falaram: ´Bru, nós só fomos em lugar legais. O que pode não ser mais novidade para você, para gente ainda é. Você devia divulgar essas dicas´”.

Em pouco tempo, ela sentiu os resultados e decidiu criar um site e as dúvidas não paravam de chegar! Além disso, ela faz roteiros personalizados. “Elaboro tudo de acordo com o perfil de cada cliente, desde os que nunca vieram até aqueles que já vieram 10 vezes e buscam algo diferente, aos olhos de quem vive aqui”. (Tem, inclusive, um canal no Youtube super legal!)

Agora que você já sabe um pouco sobre o trabalho da Bruna e percebeu que ela entende bem do que está falando, vamos tomar um cafezinho?

Ela disse pra gente que ama café e que toma, pelo menos, duas vezes por dia. “O meu dia não começa se não tomo um cafezinho preto. Tomo de manhã e depois do almoço para dar aquela acordada (risos). Após as 17h, eu não posso tomar de jeito nenhum, tenho insônia. O que é uma pena porque, muitas vezes, me dá uma super vontade depois do jantar”.

Para mim acordar e já sentir o cheirinho de café me faz lembrar que tenho mais um dia pela frente e fico feliz! Meu dia melhora muito depois do meu cafezinho.

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Confira a seguir as dicas dela de cafeterias em Nova York:

Cafeterias em Nova York: o que não dá para perder?

Se você vai para Nova York e ama café, a dica da Bruna é andar pelo West Village. “Lá tem diversas opções deliciosas e tem até uma loja chamada Porto Rico Importing Co.(aberta desde 1907), com diversos tipos de grãos”, indica. Segundo ela, os funcionários explicam tudo sobre os cafés e é super bacana.

Agora, veja mais 3 recomendações:

1 . Bakeshop by Woops

548 Driggs Ave.
Brooklyn, NY 11211
Phone: 718-384-4410

(Esse é o endereço da unidade de Williamsburg. É só clicar no link ali em cima, no nome da cafeteria, que dá para consultar os outros).

Dica da Bruna: “Meu coffee shop preferido de NY e a melhor unidade é a de Williamsburg. É MUUUUITO charmoso, o café delicioso, e os docinhos e macarons são de comer rezando. Amo trabalhar de lá”.

2 . TAP NYC

267 Columbus Avenue.
New York, NY – 10023

Dica da Bruna: “É um coffee shop “brasileiro”. Tem tapiocas, o melhor pão de queijo, açaí… E o melhor: o cafezinho pode vir acompanhado até de um brigadeiro. Não tem melhor combinação”.

3 . Blue Bottle Coffee

São 12 unidades em Nova York. Consulte aqui o mais próximo de você.

Dica da Bruna: “Esse coffee shop é mais descolado, costuma até ser mais simples que os outros, mas eles tem um café gelado que eu adoro durante o verão. Café gelado para nós brasileiros pode parecer estranho, mas depois que experimentei fiquei viciada”.

No blog Cappuccino e Cia, tem mais dicas de cafeterias em Manhattan.

O que achou das dicas de cafeterias em Nova York? Conhece alguma delas ou quer acrescentar dicas na lista? Escreva nos comentários. Compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Reprodução/Instagram/NYC Tips

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5 perfis no Instagram para quem ama café e moda

Café e moda. Para provar que essa união tem tudo a ver e pode trazer muita inspiração para o nosso dia a dia, conversamos com a Mari Flor da Rosa, que sabe tudo sobre o assunto. Ela, que é coolhunter e está à frente do Blog Closet da Mari, tem o cafezinho como integrante do seu lifestyle.

Conversamos um pouquinho sobre a relação entre café e moda e ela ainda compartilhou uma listinha sugerindo 5 perfis no Instagram, cujo tema é justamente esse, com fotos super bacanas.

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Café e moda combinam?

De acordo com a Mari, café e moda tem tudo a ver tanto para quem trabalha com moda como para quem ama esse mundo. “O café se encaixa em todos os momentos. Quem trabalha com moda e precisa criar horas a fio, toma café. Em showrooms e lojas, oferecem café. A gente viaja para pesquisar ou comprar as peças, toma café de novo”, conta ela.

Moda, estilo de vida e café

O café pode, sim, ser o ponto de partida para o seu estilo de vida. Segundo Mari, um cafezinho pode durar 5 minutos ou 3 horas e isso torna o hábito possível em diversos momentos. “Em viagens costumamos parar em cafés para descansar, ver o roteiro ou até conhecer. Porque não fazer isso na sua própria cidade e sair do comum? Isso acaba acontecendo comigo. Visito cafés e conheço lugares e pessoas novas por causa disso”, sugere.

Isso é tão verdade que fotos inspiradoras usando a xícara de café na composição fazem o maior sucesso nas redes sociais. “Essas fotos mostram seu estilo de vida. Um tech lover posta o café na mesa do computador, uma apaixonada por moda posta com looks, um decorador, com ambientes. Ele ajuda a enfeitar e dar um ar mais acolhedor a qualquer lugar”, completa.

Quer saber quais são os perfis sugeridos pela Mari? Confira a seguir:

5 perfis no Instagram que unem café e moda

 

Those cinnamon rolls though… #coffeenclothes #☕️👕 @ktnewms

Uma publicação compartilhada por Coffee ‘N Clothes® (@coffeenclothes) em

Photo by @dhiptadi #igerscoffee 🙌☕🙌

Uma publicação compartilhada por IgersCoffee (@igerscoffee) em

That’s my kinda mug 🙌🏻😍 Photo of @lexymonaco 👇🏻 Email us at hello@womenandcoffee.com or #womenandcoffee to be featured!

Uma publicação compartilhada por WOMEN & COFFEE – Official ☕️ (@womenandcoffee) em

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O que acha dessa mistura? A Mari também tira fotos incríveis com um cafezinho, viu? Conhece algum outro perfil legal para indicar? Escreva nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Mari Flor da Rosa/Arquivo Pessoal

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Mari Flor da Rosa conta seus cafezinhos preferidos em SP

Vamos tomar um cafezinho com a Mari Flor da Rosa? Ela tem 30 anos, sempre trabalhou na área da moda, é coolhunter (nome dado ao profissional que busca tendências) e comanda o blog Closet da Mari, em que fala de moda de forma democrática, além de ter um cafezinho sempre à mão. “Sempre tive vontade de desmistificar a moda e torná-la fácil, acessível e gostosa acima de tudo. Sem mimimis”, conta.

Sabendo disso, chamei a Mari para um bate-papo incrível. Ela contou um pouquinho sobre o seu trabalho e falou sobre os seus cafezinhos preferidos em São Paulo.

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Já ouviu falar do Blog Closet da Mari?

A Mari trabalhava no mercado do varejo de moda. Em meio a números, planilhas e negociações, mesmo gostando do que fazia, ela sentia falta de algo. Queria compartilhar mais do seu conhecimento sobre tendências e sair um pouco do ambiente do escritório. Aí, começou a fazer pesquisas sobre o que estava em alta, desde as roupas até acessórios, como os relógios tech, que eram a grande aposta do momento.

“Percebi que aqui no Brasil tínhamos blogueiras de look do dia incríveis, realmente profissionais, porém ainda não existiam meninas que vieram do mercado da moda ou How To’s como muito se via fora do Brasil. Assim surgiu o blog, sem aparecer a pessoa por trás, com dicas de moda práticas”, explica.

O blog Closet da Mari fala sobre moda e tudo o que está em volta do tema, como marketing, tecnologia, gastronomia, beleza e decoração, sempre considerando as tendências. “Para que elas surjam, precisamos nos inspirar com tudo o que está ao nosso redor”, ensina.

A proposta da Mari é simplificar, mostrando como usar determinada tendência, como combinar uma peça ou mostrar uma novidade que vai sair no mercado, com uma linguagem fácil. A grande aposta é o Youtube e os vídeos fazem o maior sucesso porque ajudam a resolver questões que parecem difíceis, mas rapidinho são resolvidas com a colaboração de quem entende do assunto, no caso a Mari.

Um cafezinho com Mari Flor da Rosa

Agora, vamos falar do cafezinho? Mari revela que sua relação com o café é de amor. “Eu tenho um ritual com o café, acredito demais que, quando estou tomando um cafezinho, estou relaxando e deixando minha mente criativa aflorar”.

“Se não tomo café fico louca (risos), mas realmente me dá mais ansiedade do que tranquilidade”.

Ela conta que chegou a tomar até 7 cafés em um dia, sendo 2 com leite. Mas, de uns tempos para cá, são 5 no máximo. “Depois de levar umas broncas, foquei em sempre pedir aquele carioca ou um café mais fraquinho, sempre sem nada, livre de adoçantes”, declara.

O cafezinho acompanha a Mari desde os tempos de escritório. Segundo ela, o “pretinho básico” fazia parte do momento de pausa, daquela hora de bater um papo com os colegas e dar um tempinho nas tarefas do dia a dia. Hoje, trabalhando como freelancer, ela diz que ainda marca reuniões em cafés para ter sempre uma mistura de prazer com trabalho. “No mundo da criatividade e do marketing, precisamos dessa mistura para surgirem projetos e ideias incríveis”, reforça.

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Cafeterias que a Mari Flor da Rosa indica em São Paulo

1 . CafeLito

R. Francisco Leitão, 258 – Pinheiros. De segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Sábado, das 11h às 18h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3372-1717.

Dica da Mari: Flat White

2 . Starbucks 

A Starbucks é a maior rede de cafeteria do mundo. Clique aqui e localize a loja mais próxima de você.

Dica da Mari: qualquer café! 

3 . Santo Grão

O Santo Grão conta com 7 endereços em São Paulo e um em Curitiba.

  • Rua Oscar Freire, 413, Jardins. Segundas, das 9h à 1h. De terça a quinta-feira, das 7h30 à 1h. Sextas, das 7h30 às 2h. Sábados, das 8h às 2h. Domingos, das 8h a meia-noite. Telefone: (11) 3062-9294.
  • Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena. De segunda a sexta, das 9h às 22h. Sábados, das 10h às 19h30. Domingos, das 11h às 18h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (11) 3034-3164
  • Av. Higienópolis, 618, no Shopping Higienópolis, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 12h às 20h30. Telefone: (11) 3661-2496.
  • Rua Jeronimo da Veiga, 179, Itaim Bibi. Segundas, das 9h a meia-noite. Terças e quartas, das 7h30 a 1h. De quinta a sábado, das 7h30 às 2h. Domingos, das 7h30 a meia-noite. Telefone: (11) 3071-3169.
  • Av. Moema, 493, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sexta, das 12h às 21h. Sábados, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 11h às 18h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (11) 5051-8069
  • Av. Dr. Chucri Zaidan, 1240 (Antiga Rua Henri Dunant, 1383), no Condomínio Morumbi Corporate Towers. De segunda a sexta, das 7h30 às 20h. Sábados, 9h às 17h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3957-9592.
  • Av. Magalhães de Castro, 12.000 – 2 piso, no Shopping Cidade Jardim, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Aos domingos, das 12h às 20h. Telefone: (11) 3198-9373.
  • Av. do Batel, 1868, no Shopping Pátio Batel, em Curitiba, dentro da Livraria da Vila. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 14h às 20h. Fechado no feriado de 1º de maio. Telefone: (41) 3020-3438.

Dica da Mari: café coado

4 . Isso é Café

R. Carlos Comenale, s/n – Bela Vista, no Mirante 9 de Julho. Às segundas, é fechado. De terça a domingo, das 10h às 20h. Telefone: (11) 3554-5077.

5 . Da Feira ao Baile 

R. Mateus Grou, 80 – Pinheiros. Segundas, das 11h às 19h. De terça a sexta, das 10h30 às 19h. Sábados, das 11h às 18h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3062-0450.

Dica da Mari: café orgânico com pão de queijo.

6. Torra Clara

Rua Oscar Freire, 2286 – Pinheiros. Segundas, das 10h às 18h30. De terça a sexta, das 8h às 18h30. Sábados, das 10h às 15h. Aos domingos, é fechado. Telefone: (11) 3297-8486.

Gostaram de conhecer um pouquinho mais sobre a Mari Flor da Rosa e suas cafeterias preferidas em São Paulo? Conte nos comentários e compartilhe com os amigos pelas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Mari Flor da Rosa/Closet da Mari/Arquivo pessoal

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Máquina de café manual surpreende pelo design

Tem coisa mais linda do que essa máquina de café manual? Ela foi desenvolvida pela Strietman, uma empresa holandesa de produtos relacionados ao café, fundada por Wouter Strietman. A máquina é feita de forma artesanal, com o mínimo de tecnologia possível. Com ela, o processo é todo manual, o que dá a quem prepara o controle total diante do preparo do cafezinho. Uma simplicidade que encanta!

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Máquina de café com design da Holanda

A máquina de café foi inspirada nas primeiras cafeteiras italianas de 1945, com tecnologia desenvolvida no período pós guerra. Não tem nada de botões nem telas, você controla a extração do cafezinho manualmente, na alavanca. Essa aí leva o nome de ES3 e é acoplada à parede, não é linda?

 

A máquina usa eletricidade para aquecer a água e você pode ajustar a temperatura de acordo com o método e o grão que preferir, equilibrando a acidez do seu café. A estrutura é feita em aço com detalhes em madeira e pesa, em média, 8 quilos, sem necessidade de manutenção frequente. (Inclusive, no site da empresa eles fornecem os passos para fazer a manutenção em casa). Esse modelo custa entre 1.350 euros e 1.380 euros.

Foto: modelo de máquina CT1

Outro modelo da marca, tão lindo quanto o primeiro, é o CT1, que tem as mesmas características do ES3, só que não precisa ser instalado na parede. A máquina CT1 custa 1.570 euros. Para compras fora da União Europeia, segundo o site, é cobrada uma taxa extra de 50 euros.

 

Modernidade e simplicidade com características do passado. Que coisa linda! Qual você prefere? Já pensou em ter uma máquina de café dessas em casa? Conte nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.  

Fotos: Divulgação

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