Caffè Tommaseo, o círculo dos eruditos, em Trieste

O Caffè Tommaseo é um dos lugares mais lindos que eu já pisei na vida. Eu tinha pouco tempo na cidade de Trieste e esse foi um dos 3 cafés históricos da cidade escolhidos para visitar. O primeiro, eu já contei aqui no blog. Foi o Antico Caffè San Marco, que chegou a ser destruído no período de guerra, mas foi restaurado e hoje abriga também uma linda livraria. Saindo de lá, fui ao Tommaseo, o mais antigo da cidade, que me foi indicado pela Anna Illy, neta do fundador da illycaffè, motivo da minha ida até lá.

Um pouco da história do Caffè Tommaseo

Fundado em 1830 por Thomas Marcato, conhecedor de arte de Pádua, o Caffè Tommaseo fica ao lado da Piazza Unità d’Italia, um dos pontos turísticos da cidade. O nome do lugar vem de Niccolò Tommaseo, herói da República de San Marco (1848-1849). Há quem diga que Carolina Bonaparte, irmã mais nova de Napoleão e esposa do general Joaquim Murat, compraram o local em segredo.

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Segundo informações oficiais, Thomas Marcato chegou a Trieste para trabalhar e foi o primeiro a introduzir o consumo de sorvete na cidade. Ele abriu o café e, com o passar dos anos, o espaço passou por algumas renovações, mantendo a inspiração no estilo tradicional dos cafés vienenses.

Apelidado de “La conventicola dei dotti” (O círculo dos eruditos), o local era frequentado por nomes como Svevo, Joyce, Stuparich, Quarantotti Gambini, Franz Kafka e Umberto Saba. Além de artistas, intelectuais e advogados, o Caffè Tommaseo também era ponto de parada dos banqueiros da Bolsa de Valores.

Atualmente, ele está sob gerência de Enoteca Bischoff, tradicional na cidade de Trieste desde 1777. Sem deixar a cafeteria histórica de lado, vinhos de alto nível estão disponíveis para os clientes, que podem aproveitar o lindo espaço para todas as refeições.

Caffè Tommaseo
Piazza Tommaseo 4,C
O café funciona de segunda a domingo, das 10h às 22h. O restaurante funciona de terça a domingo, das 12h às 15h e das 19h às 22h.

Gostou de conhecer o Caffè Tommaseo, em Trieste? Conhece mais alguma cafeteria por lá para indicar? Deixe o seu comentário e compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto de destaque: Fernanda Haddad©

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Café San Marco existe desde 1914, em Trieste

Eu amo cafeterias históricas e hoje vou levar vocês ao Café San Marco, um dos que visitei quando estive em Trieste, na Itália. Ele existe desde 1914 e, nessa época, a cidade fazia parte do império Austro-Húngaro. Esse espaço lindo era um popular entre os artistas, estudantes e intelectuais da época e chegou a ser destruído pelas tropas austro-húngaras durante a guerra, em 1915.

Há quem diga que, nesse período, o café chegou a abrigar austríacos que queriam fugir para a Itália. Escritores como Giani Stuparich e Virgilio Giotti eram clientes assíduos, assim como James Joyce, Italo Svevo e Umberto Saba.

Trieste é uma cidade que respira café. Por ser uma cidade portuária e de grande importância para a economia do país, inclusive recebendo cafés do mundo todo, é lá que fica a sede da illycaffè, uma das marcas de café mais importantes e tradicionais do mundo.

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O Antico Café San Marco ficou bastante tempo fechado e foi só reaberto em 1997, depois de ser restaurado pela empresa de seguros Assicurazioni Generali.

Em 2013, o espaço ganhou ainda uma pequena livraria, que trouxe mais charme e cultura ao lugar, sem descaracterizar toda a história que carrega. Entre os livros, tem algumas mesinhas para quem quiser aproveitar o momento para o café, para turistar, trabalhar ou estudar.

As mesas são todas com tampo de mármore e pés de ferro fundido super trabalhados. Nas paredes, alguns afrescos do pintor Vito Timmel, molduras lindas com referência às folhas do pé de café e lustres maravilhosos.

No cardápio não tem só café, mas opções que servem bem todas as refeições. Fui para o café da tarde e provei o espresso e o cappuccino e também duas opções de doces. A vitrine é linda e difícil de escolher.

Antico Caffè San Marco
via Battisti, 18 Trieste
+39 0400641724
FUNCIONAMENTO: DE TERÇA A QUINTA, DAS 8H30 às 22h; sextas e sábados, das 8h30 à meia-noite e domingos, das 8h30 às 23h. às segundas-feiras é fechado.

Gostou de conhecer o Antico Café San Marco, em Trieste? Essa é apenas uma das cafeterias históricas na cidade. Conte sua opinião nos comentários e aguarde os próximos posts com cafeterias pelo mundo. 

Fotos: Fernanda Haddad ©

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Café illy: conheça a empresa em Trieste, na Itália

Andiamo in Italia? Neste artigo, você vai conhecer um pouquinho mais sobre a história do tradicional café illy e também a sede da empresa que fica em Trieste, na região nordeste do país. A empresa familiar é comandada pela terceira geração, com Andrea Illy na presidência.

Quem me recebeu para contar essa história foi Anna Illy (foto acima), neta do fundador. Ela é quem  cuida do relacionamento com os produtores de café, que a empresa seleciona cuidadosamente e compra de todo o mundo, inclusive do Brasil.

Sede da illy desde 1965, na via Flavia, em Trieste, na Itália.

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A história do café illy em Trieste

O espresso faz parte da vida dos italianos não é de hoje, mas como a Itália não oferecia boas condições para o plantio do café, ele era – e ainda  é – importado e, assim como uma série de outros produtos, chegava pelo porto da cidade.

De origem húngara e formado em economia, Francesco Illy chegou à Trieste depois da Primeira Guerra Mundial e, atento às oportunidades, fundou a illycaffè em 1933.

Trieste já pertenceu ao Império Austro-Húngaro e foi cenário de acontecimentos importantes da Primeira e também da Segunda Guerra Mundial.  Ainda hoje, a cidade é de grande importância para a movimentação da economia italiana.

Desde 1965, a sede do Café illy é na Via Flavia. Um único blend de café 100% arábica é comercializado. De acordo com Moreno Faina, Diretor da Universidade do Café, 120 mil toneladas de café chegam à fábrica por dia. Os grãos chegam de 9 das melhores regiões produtoras de café arábica do mundo e o Brasil é o principal fornecedor

São consumidas mais de 7 milhões de xícaras de café illy por dia em mais de 140 países.

O café chega verde em Trieste. Com a tradição e o apoio de toda a estrutura de ciência e tecnologia que a illy tem internamente, os grãos são selecionados digitalmente um por um, passam pela torra e são embalados. Parece muito simples, mas não é.

Para cada um desses passos, estão envolvidos muitos profissionais e a preocupação com a excelência é algo que pude notar em todos os setores da empresa. Fiquei impressionada com o laboratório e a fábrica, mas pouco pude fotografar por lá.

Parte de uma das máquinas internas da Fábrica, em Trieste.

Alguns marcos históricos do café illy

  • 1934 – A illycaffè registra patente do sistema de pressurização, que usa até hoje. Com ele, o aroma e frescor do café fica garantido e pode ser exportado  por todo o mundo.
  • 1935 – Francesco Illy inventa a Illeta, precursora das máquinas de café espresso que conhecemos hoje. Essa foi a primeira máquina de café de alta pressão.
  • Anos 1940 – Ernesto, filho do fundador, se forma em química e cria um laboratório internamente para aprimoramento dos produtos com apoio de pesquisa e tecnologia.
  • 1988 – Illy registra a patente de máquina que faz a seleção digital dos grãos perfeitos de café.
Essa embalagem inicialmente era produzida para ser refil. A aceitação foi tão boa, que ela passou a ser vendida assim.

Além do logo da marca, que foi redesenhado por James Rosenquist em 1996, outros três marcos históricos importantes ocorreram nos anos 90. O Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso começou em 1991, a illy Art Collection começou em 1992 e a Universidade do Café foi aberta em 1999.

Confira mais detalhes sobre eles:

Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso

Sempre prezando pelos grãos de café de qualidade e pelos princípios da sustentabilidade, a illy foi a pioneira na compra direta de fornecedores. Neste ano de 2018, o Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso chega à sua 28ª edição.

Desde 1991, a ideia do Prêmio foi justamente para facilitar a seleção dos melhores cafés do mundo desde a sua origem. O cafeicultor pode se inscrever e enviar quantas amostras de café desejar, mas somente concorrerá com a melhor avaliada. As análises são feitas considerando: aspecto, seca, cor, tipo, peneiras, teor de umidade, torração e qualidade da bebida, inclusive com degustação para espresso.

Segundo Anna, essa foi a forma que eles encontraram de garantir excelência e qualidade em todo o processo do café illy. Perguntei para Anna Illy o que é tomar café para ela. Dê o play para assistir a resposta:

Università del Caffè

Em 1999, nasceu a Universidade do Café, com o objetivo fornecer treinamento acadêmico abrangente e prático para cafeicultores, baristas e amantes do café e também difundir a cultura da bebida. A Universidade abriu inicialmente em Napoli e em 2002 foi transferida para Trieste. São 28 sedes pelo mundo – parceria inclusive com a Universidade de São Paulo (USP) – e 26 mil formandos no último ano.

Para o Mestrado Internacional em Economia e Ciência do Café (International Masters in Coffee Economics and Science Ernesto Illy), todos os anos é disponibilizada uma bolsa integral para um brasileiro, reforçando ainda mais esse laço entre a illy e o Brasil. Para a próxima turma, as inscrições para a bolsa já terminaram. Pagantes podem se inscrever de 16 de junho até 1º de outubro de 2018, diretamente pela Fundação Ernesto Illy. Envie um e-mail para  master@illy.com e saiba mais detalhes.

Parede interna da sede da Illy mostra o grão de café logo que é colhido.

illy Art Collection

Uma xícara de porcelana pode levar mais arte, cultura e beleza para o seu momento do café. Ideia de Francesco Illy, irmão de Anna, a illy Art Collection surgiu em 1992. Há mais de 25 anos, artistas renomados são convidados para estampar sua arte em xícaras de café e de cappuccino em coleções incríveis.

Artistas de fama internacional, grandes mestres e jovens talentos da arte contemporânea já participaram do projeto. As xícaras vêm com certificado de autenticidade e são numeradas.

Ainda sobre a visita de hoje, na @illy_coffee, em Trieste. Ganhei de lembrança essa linda xícara da illy Art Collection, exclusiva e assinada pelo fotógrafo Maurizio Galimberti. Essa especificamente é uma homenagem à regata Barcolana, um dos eventos mais famosos da cidade de Trieste, que chega a ter mais de 2 mil embarcações. A coleção recém-lançada traz 6 xícaras de café com fotos de cidades emblemáticas da Itália e essa é uma delas. Maurizio é conhecido pelos mosaicos de Polaroid compostos de retratos do mesmo tema, em diferentes ângulos. A illy Art Collection existe desde 1992 – ideia de Francesco Illy – e a cada ano um artista convidado tem a oportunidade de estampar sua arte num conjunto de xícaras de porcelana para inspirar ainda mais o nosso momento do café. Essa ligação com arte, para mim, é um dos pontos fortes da marca. Sou fã da iniciativa! Para quem ainda não viu, corra no Stories que ainda dá tempo de conferir como foi a visita na #illycaffè. ☕❤ #UmCafezinhoPeloMundo #illyartcollection #livehappilly

Uma publicação compartilhada por umcafezinho.com.br 🇧🇷 (@umcafezinho) em

Sempre reforçando essa ligação do café com a arte e a tradição italiana, a empresa voltou a investir em Marketing em 2017. O tenor italiano Andrea Bocelli é quem protagoniza a campanha:

Hoje, a empresa tem mais de 1200 empregados e cerca de 244 lojas illy em 43 países.

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No blog Cappuccino e Cia, você pode conferir também o artigo sobre a visita no Sítio Daniella, em Pardinho, um dos fornecedores brasileiros do Café illy. Clique aqui.

*Agradecimento especial à Anna Illy e Moreno Faina pela recepção e também à Agência Ads Brasil

Você gostou de saber mais sobre o café illy na Itália e sua relação com o Brasil? Conte nos comentários. Se você quer ver mais detalhes dessa experiência, as máquinas de torra, de seleção digital de grãos, etc., confira nos Destaques do InstaStories do @UmCafezinho. 

Fotos: Fernanda Haddad ©

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Gran Caffè Defilla funciona desde 1914, em Chiavari

O Gran Caffè Defilla foi a primeira cafeteria histórica que conheci neste retorno à Itália. Fica no centro histórico da cidade de Chiavari, na costa da Ligúria, região bastante badalada durante o verão europeu especialmente. As praias são lindas e, independentemente da época que você for visitar, não tem como não gostar.

A história do Gran Caffè Defilla

O Gran Caffè Defilla foi fundado em 1914 por Gaspero Defilla, integrante de família vinda da Suíça para a Itália. Ele comprou o restaurante dos irmãos Sanguineti e começou, então, a reestruturar o espaço, que conta com 15 lindas e grandes janelas com vista para as arcadas do Corso Garibaldi.

 Frequentado pela burguesia, políticos importantes e pelos intelectuais do começo do século XX, o lugar é ainda hoje conhecido pelos produtos e serviço de alta qualidade mesmo tendo passado por diversos donos.

O café é divido em salas, todas bem decoradas no estilo clássico e floral e mesas em madeira, além dos candelabros de vidro do final do século XIX. Destaque para a sala de chá e a enoteca, que foi implantada algum tempo depois, e que hoje oferece bons rótulos para degustar ali ou levar para casa. Na calçada também há mesas com aquecedores no período de inverno.

O cardápio é farto não só de cafés, acompanhamentos e vinhos, mas de boa comida também. Vale a parada para qualquer refeição do dia. Na confeitaria, destaco a torta de maçã com sorvete de baunilha (famosa!) e todos os doces com chocolate (só porque eu amo chocolate). O cappuccino, o chocolate quente e o toast de queijo são maravilhosos!

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Gran Caffè Defilla

Endereço: Corso Garibaldi, 4 – Chiavari (Ge)

Horário de funcionamento: aberto todos os dias das 7h30 a meia-noite. Aos feriados, podem ocorrer alterações.

Telefone: +39 0185 309829

Conte nos comentários a sua opinião sobre o Gran Caffè Defilla. Tem vontade de conhecer? Já visitou? Coloque no seu roteiro de viagem para a Itália. Ali no canto direito você pode fazer a sua reserva de voo e hospedagem pelo Booking. Facilitamos a sua vida e você ajuda o blog a continuar trazendo conteúdos interessantes sobre as cafeterias históricas pelo mundo. Vai compartilhar? Use a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Fotos: Fernanda Haddad ©

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Blue Box Café serve Breakfast at Tiffany´s em Nova York

Se você é fã do filme Bonequinha de luxo,  da atriz Audrey Hepburn e de café vai gostar da novidade. A joalheria Tiffany & Co. acaba de inaugurar o Blue Box Café no 4º andar da sua loja conceito na 5ª Avenida, em Nova York. Isso significa que agora todos podem ter o prazer de conhecer o verdadeiro Breakfast at Tiffany´s (esse é o título original do filme de Truman Capote, de 1961).

O que tem no Blue Box Café?

O Blue Box Café tem um cardápio simples e inspirador, sem deixar a exclusividade de lado. Os itens vão mudar de acordo com a estações do ano. São servidos clássicos americanos feitos com ingredientes de melhor qualidade sempre de origem regional.

Além do café americano (US$ 6), tem chás, espresso (US$ 5), cappuccino (US$ 7) e latte (US$ 7). Tem também opções para almoço, sobremesas e o clássico Breakfast at Tiffany completo (US$ 29).

Confira o cardápio do Blue Box Café na íntegra (em inglês) aqui. 

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No mesmo piso do café também é possível conferir a nova coleção Home & Acessórios, com peças de decoração, uma linha de baixelas de prata esterlina, uma boutique infantil, uma seleção de livros vintage com curadoria da Assouline e um laboratório de fragrâncias.

A decoração é cheia de detalhes industriais, mármore e pedra amazonita, que reforçam o trabalho manual e artesanal da marca. Da escada que leva ao quarto andar dá para apreciar o lustre, que é uma instalação artística de quase 15 pés de altura, criado pela dupla de designs franceses Ronan e Erwan Bouroullec. O corredor é cercado pela letra “&” caligrafada e desenhada à mão. Um retrato de Charles Lewis Tiffany,  criado com 8 mil parafusos pintados a mão, dão um toque contemporâneo ao espaço.

O filme Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany´s)

O filme de 1h55 é dirigido por Blake Edwards e conta a história de Holly Golightly, interpretada pela atriz belga Audrey Hepburn. Ela é uma garota de programa de Nova York que quer se casar com um milionário e ser rica, mas acaba se apaixonando pelo jovem escritor Paul Varjak, seu vizinho. Dividida entre o verdadeiro amor e suas ambições e futilidades, Holly escolhe tomar seus cafés da manhã em frente joalheria Tiffany. Por isso, o nome original do filme é Breakfast at Tiffany´s. 

A obra teve cinco indicações ao Oscar em 1962 e venceu em duas categorias: melhor canção original e melhor trilha sonora. Está disponível no Netflix para quem quiser ver.

Blue Box Café – Tiffany & Co

727 Fifth Avenue, New York

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 17h30. Aos domingos, do meio-dia às 16h30.

Telefone: +1 212 605 4270

Tiffany & Co é a joalheria mais prestigiada do mundo e berço do design americano, fundada em 1837 em Nova York. São mais de 300 lojas em 28 países. O novo piso Home & Acessórios foi inaugurado no dia 1º de novembro e o The Blue Box Café, no dia 10 de novembro.

Programe sua viagem para Nova York sem gastar muito!

Faça as pesquisas de passagens e hospedagens no Booking.com, aqui no blog. Tem a caixinha de pesquisa aqui no canto direito (se você está lendo pelo computador) ou aqui em baixo do post (se você está lendo pelo celular).

Quer dicas de passeios para montar uma programação econômica? Olha só esse vídeo da Laura, uma brasileira que mora em Nova York. Ela lançou o e-book Nova York Econômica, que tem recomendações excelentes para você que quer aproveitar ao máximo, sem gastar muito.

Alguém aí está com viagem marcada para a Big Apple e quer conhecer o Blue Box Café? Coloque no roteiro e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais usando a #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Divulgação

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Museu do Café é passeio imperdível para coffee lovers

Já pensou em fazer uma visita ao Museu do Café, em Santos? Esse é um dos principais pontos turísticos da cidade e, para quem gosta da bebida, garanto que é um super passeio. Hoje vou contar um pouquinho de tudo o que você pode encontrar por lá. Vamos juntos?

A história do Museu do Café

O café e a cafeicultura no Brasil têm uma presença forte quando se considera o desenvolvimento econômico, político e cultural do país, iniciado em meados do Século XVIII. A proposta da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, ao restaurar o prédio e criar o museu em 1998, é justamente contar essa história.

Entre objetos e documentos, o museu tem exposições permanentes e temporárias e é lá dentro que fica a Bolsa Oficial do Café, inaugurada em 1922 como parte das comemorações dos 100 anos da Independência do Brasil. O Salão do Pregão, onde eram negociadas as cotações das sacas de café na época, funcionou até a década de 50. A partir daí, tudo passou a ser operado do Centro de São Paulo.

A mesa e as setenta cadeiras dos corretores ainda estão lá, envoltas de obras importantes de Benedicto Calixto. Merece destaque o vitral no teto, chamado de “A Epopeia dos Bandeirantes” que, entre uma série de representações, reproduz uma lenda cabocla do início da colonização brasileira relacionada à busca pelo ouro.

O Museu do Café conta ainda com o Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers, que abriga documentos e publicações sobre café. O acervo é aberto ao público.

A Bolsa Oficial do Café é tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Santos (Condepasa), pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Centro de Preparação de Café

Em meio a tanta história é que foi criado o Centro de Preparação de Café (CPC) dentro do Museu. Com o apoio técnico do Sindicato da Indústria do Café no Estado de São Paulo (Sindicafé) e o objetivo de trazer educação qualificada para profissionalização, o CPC atua na formação de baristas para o mercado com cursos e oficinas regulares.

Confira aqui a agenda dos próximos cursos e oficinas do CPC. 

Aos finais de semana, o CPC tem degustação de café gourmet ministrada pelo barista do museu. São R$ 10 por pessoa em vários horários: 10h30, 12h, 15h e 17h.

A Cafeteria do Museu

Em um espaço como esse, não podia faltar uma cafeteria, é claro! A Cafeteria do Museu foi inaugurada no ano 2000, no piso térreo. Por sete anos consecutivos eleita a melhor da Baixada Santista pela Revista Veja, o consumidor que entra ali tem uma experiência diferente e pode, inclusive, levar cafés diferentes para fazer em casa.

São servidos cafés especiais de várias partes do país, das melhores regiões produtoras, em diferentes métodos de preparo. Tem o Blend do Museu, café orgânico e também o famoso Jacu Bird, um dos cafés mais caros do mundo.

Aqui no Brasil, o Jacu Bird Coffee é produzido no Espírito Santo com autorização do Ibama. A ave, que é vegetariana, já escolhe os melhores e engole os grãos de café inteiros, sem mastigar. Depois de um rápido processo de digestão, que é natural do animal, o café é retirado das fezes para o consumo. A mágica ocorre no estômago do pássaro, onde o café passa por um processo de fermentação, que garante doçura e acidez.  Hoje, esse é considerado o café mais caro do Brasil.

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Museu do Café de santos

Rua XV de Novembro, 95, Centro Histórico, Santos/SP
Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 17h; aos domingos, das 10h às 17h.
Telefone: +55 (13) 3213-1750
E-mail: museudocafe@museudocafe.org.br
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

Aos sábados a entrada é gratuita. Atividades e visitas especiais para grupos podem ser agendadas por telefone ou e-mail.

Vamos todos para o Museu do Café? O que acha de programar um passeio em família? Quem mora em São Paulo pode ir e voltar no mesmo dia. Se você já foi, conte nos comentários e compartilhe com seus amigos usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.

Fotos: Divulgação/Museu do Café

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Cafeterias em Nova York: Bruna, do NYC Tips, dá as dicas

Se você é do tipo que começa qualquer roteiro de viagem pelas cafeterias que tem vontade de visitar e está de malas prontas rumo à Big Apple, está no lugar certo. As cafeterias em Nova York são um charme e opções não faltam. Tem para todos os gostos e estilos.

Confesso para vocês que, se estou viajando sozinha, troco o almoço e até o jantar pela oportunidade de conhecer mais uma cafeteria bacana. Se for daquelas históricas ou dentro de museus… Pode me esquecer. Fico o máximo de tempo que puder. E, se precisar carregar o celular, é a desculpa perfeita para entrar em mais alguma pelo caminho.

Eu estive em Nova York em 2014 e tomei muito café, mas na época não existia esse espaço e não fiquei tão atenta aos detalhes. Sabendo que tem muita coisa legal por lá, conversei com a Bruna Paraiso, uma das responsáveis pelo NYC Tips, e ela deu ótimas dicas.

NYC Tips te ajuda a encontrar o melhor em Nova York

A Bruna mora em Nova York há quase 5 anos e conta que o NYC Tips começou sem pretensão nenhuma: “Uns amigos meus vieram para cá e passamos a semana inteira andando pelos bairros, indo a restaurantes, etc… No último dia, estávamos jantando e eles falaram: ´Bru, nós só fomos em lugar legais. O que pode não ser mais novidade para você, para gente ainda é. Você devia divulgar essas dicas´”.

Em pouco tempo, ela sentiu os resultados e decidiu criar um site e as dúvidas não paravam de chegar! Além disso, ela faz roteiros personalizados. “Elaboro tudo de acordo com o perfil de cada cliente, desde os que nunca vieram até aqueles que já vieram 10 vezes e buscam algo diferente, aos olhos de quem vive aqui”. (Tem, inclusive, um canal no Youtube super legal!)

Agora que você já sabe um pouco sobre o trabalho da Bruna e percebeu que ela entende bem do que está falando, vamos tomar um cafezinho?

Ela disse pra gente que ama café e que toma, pelo menos, duas vezes por dia. “O meu dia não começa se não tomo um cafezinho preto. Tomo de manhã e depois do almoço para dar aquela acordada (risos). Após as 17h, eu não posso tomar de jeito nenhum, tenho insônia. O que é uma pena porque, muitas vezes, me dá uma super vontade depois do jantar”.

Para mim acordar e já sentir o cheirinho de café me faz lembrar que tenho mais um dia pela frente e fico feliz! Meu dia melhora muito depois do meu cafezinho.

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Confira a seguir as dicas dela de cafeterias em Nova York:

Cafeterias em Nova York: o que não dá para perder?

Se você vai para Nova York e ama café, a dica da Bruna é andar pelo West Village. “Lá tem diversas opções deliciosas e tem até uma loja chamada Porto Rico Importing Co.(aberta desde 1907), com diversos tipos de grãos”, indica. Segundo ela, os funcionários explicam tudo sobre os cafés e é super bacana.

Agora, veja mais 3 recomendações:

1 . Bakeshop by Woops

548 Driggs Ave.
Brooklyn, NY 11211
Phone: 718-384-4410

(Esse é o endereço da unidade de Williamsburg. É só clicar no link ali em cima, no nome da cafeteria, que dá para consultar os outros).

Dica da Bruna: “Meu coffee shop preferido de NY e a melhor unidade é a de Williamsburg. É MUUUUITO charmoso, o café delicioso, e os docinhos e macarons são de comer rezando. Amo trabalhar de lá”.

2 . TAP NYC

267 Columbus Avenue.
New York, NY – 10023

Dica da Bruna: “É um coffee shop “brasileiro”. Tem tapiocas, o melhor pão de queijo, açaí… E o melhor: o cafezinho pode vir acompanhado até de um brigadeiro. Não tem melhor combinação”.

3 . Blue Bottle Coffee

São 12 unidades em Nova York. Consulte aqui o mais próximo de você.

Dica da Bruna: “Esse coffee shop é mais descolado, costuma até ser mais simples que os outros, mas eles tem um café gelado que eu adoro durante o verão. Café gelado para nós brasileiros pode parecer estranho, mas depois que experimentei fiquei viciada”.

No blog Cappuccino e Cia, tem mais dicas de cafeterias em Manhattan.

O que achou das dicas de cafeterias em Nova York? Conhece alguma delas ou quer acrescentar dicas na lista? Escreva nos comentários. Compartilhe nas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Fotos: Reprodução/Instagram/NYC Tips

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O preço do café especial

Você já questionou o preço do café especial? Na cafeteria onde trabalho é só o que servimos. Sempre que aparece um cliente novo, a gente tenta explicar a proposta da loja e passar o máximo de informações sobre a bebida. Mesmo assim, algumas pessoas não entendem o motivo de termos uma pacotinho de café de 250g custando R$ 65. Alguns reclamam até do valor do espresso (R$ 5,50). Muitos locais servem café gourmet ou, pior, de commodity, e cobram mais que isso.

No final das contas, tudo acaba sendo uma questão de prioridade. Mas, é legal que as pessoas entendam a razão do preço do café especial. Vou compartilhar uma experiência que tive no Espírito Santo, na fazenda onde é cultivado esse café de R$ 65, o queridinho Paraíso.

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Preço do café especial: entenda o caminho do cafezal à xícara

Eu e mais três pessoas saímos de São Paulo numa manhã de sexta-feira. Depois de 14 horas de estrada, chegamos à região de Castelo. No dia seguinte, acordamos bem cedinho para continuar a nossa aventura. Nos encontramos com o Edmilson. Ele nos apresentou ao proprietário da fazenda, Rondineli Sartori, que também já tinha sido guia turístico lá.

O nosso destino era a fazenda do Paraíso. No caminho, foram nos contando um pouco sobre aquele cenário lindo e montanhoso, lotado de pés de café. Fizemos uma parada e tivemos o prazer de conhecer o Carlos Alberto Altoé, produtor do Café Vale do Caxixe, também especial.

Entramos numa sala com um balcão com diversos métodos, equipamentos para embalar e uma máquina de torra de 10 kg. É nela que o Carlos desenvolve os perfis de torra da sua produção. Ele fez questão de preparar uma café pra gente, na Hario V60. Pela janela, a gente conseguia ver um pequeno terreiro suspenso cheio de grãos de Catuaí Vermelho.

Saindo de lá, fomos ao Sítio Bateia. Conhecemos o irmão do Rondineli, sua cunhada e sobrinhos. Nós, um pouco tímidos, preocupados por estar incomodando em pleno sábado. Eles, orgulhosos, explicavam pra gente tudo o que podiam, das variedades às técnicas de poda. Até almoço nos ofereceram! Depois de comer, fomos morro acima conhecer o cafezal.

Lá eles fazem colheita manual seletiva, vão colhendo somente os frutos maduros. Isso significa que as pessoas da colheita precisam passar várias vezes em um mesmo pé de café. Feito isso, eles separam os lotes em seus dois pequenos terreiros para os processos de pós-colheita.

Toda a família participa da produção. As crianças estudam e ajudam nas tarefas do sítio. Até a sobrinha do Rondineli, de 10 anos, me disse toda feliz que é ela a pessoa que mexe o café no terreiro. Depois disso, vocês podem imaginar que minha responsabilidade aumentou na hora de extrair o café deles lá na cafeteria, não é?

Esse café, que teve cuidados minuciosos para que pudesse desenvolver as características de um grão especial, vai para a cafeteria onde trabalho. O mestre de torra desenvolve um perfil para que nós, baristas bem treinados, tenhamos a possibilidade de extrair o melhor desse café. É um cuidado que se tem desde a plantação até a extração. É muita dedicação e estudo para que a gente possa oferecer a xícara perfeita.

Existe ainda uma escala de pontuação que vai até 100. Para ser considerado especial, o café precisa atingir no mínimo 80 pontos. O Paraíso foi pontuado com 92. Esse é o resultado de toda uma cadeia de produção que justifica o preço do café especial na prateleira.

Como tudo acaba em pizza, o nosso dia por lá não foi diferente. Jantamos em uma pizzaria e, conversando sobre tudo o que tinha acontecido, concluímos que todas as partes desse processo possuem uma importância enorme. O barista tem uma tarefa que vai além de tirar um bom espresso. Ele é quem deve fazer o papel de contar ao cliente tudo o que envolve a produção de um café especial e como as pessoas que se mantém nesse ramo simplesmente amam o que fazem. E isso tem um valor que não se calcula.

Eu tive um dos dias mais legais da minha vida. O melhor foi saber que eles também gostaram de nos receber. Acho que foi uma troca bem interessante. Hoje agradeço imensamente por ter a sorte de viver em um país produtor de cafés tão bons e ter a possibilidade de ver de perto a origem disso.

 

Cinthia Bracco atuou quase 9 anos nas áreas de Comunicação e Marketing, mas não conseguiu fugir do que realmente queria o seu coração. Em novembro de 2016 tornou-se barista profissional e trabalha em uma cafeteria, em São Paulo, onde vem aprendendo e se desenvolvendo em sua nova profissão. É vegana, tem um Bull Terrier chamado Tofu, fã de Battlestar Galactica e simplesmente adora comer. Em seu tempo livre, vai a cafeterias (sim, o barismo acaba fazendo parte da vida), brinca com o cachorro, cozinha, assiste séries/filmes e cuida de suas plantas.

Fotos: Cinthia Bracco

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Como funciona uma fazenda de café?

Sempre tive vontade de saber como funciona uma fazenda de café, de conhecer mais a fundo como é todo o processo e o percurso do grão até chegar à xícara. Algumas oportunidades surgiram e não consegui comparecer. Até que no dia 23 de agosto deu certo, finalmente.

Litiene Andrighetti, do blog Cappuccino e Cia, e eu.

A convite da illy fui visitar uma das fazendas fornecedoras de café de qualidade para a marca italiana, aqui no Brasil. O destino era Pardinho, uma pequena cidade próxima de Botucatu, no interior do estado de São Paulo. Lá fica o Sítio Daniella, propriedade familiar da produtora Daniella Pelosini.

Sítio Daniella produz café de qualidade e premiado

A história do Sítio Daniella começou a ser escrita em 1977 pelo pai de Daniella, que chegou priorizar o investimento na produção de leite. Mas, foi só por um período até que o café voltasse a ser cultivado com força total por ali. Ainda bem.

Ainda bem porque estamos falando de 174 mil pés dos cafés Catuaí Amarelo e Vermelho a mil metros de altitude. A dedicação de Daniella rendeu alguns prêmios. Entre outros, ela é campeã do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café Para “Espresso” do Estado de São Paulo nos anos de 2016 e de 2017.

Daniella Pelosini e o marido, os anfitriões da visita

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Agora, confira mais um pouquinho sobre a visita e entenda melhor como funciona uma fazenda de café:

Dia no Campo com illycaffè: como funciona uma fazenda de café?

Chegamos ao Sítio Daniella e fomos conhecer os processos pós-colheita, antes de ver o cafezal. Eles trabalham com Natural e Cereja Descascado.

O Natural é um dos processos mais comuns no Brasil porque o clima favorece e o custo é menor. Depois de colhidos, os grãos de café são lavados e espalhados nos terreiros expostos ao sol para a secagem. É um processo mais lento, com risco um pouco maior de fermentação quando comparado com o Cereja Descascado. Exige mais cuidado na hora de separar os grãos verdes dos cereja.

Cereja Descascado é um processo mais caro, com baixo risco de fermentação, que exige investimento em máquinas específicas e mão de obra treinada. Essas máquinas lavam e separam os grãos verdes dos maduros. Nesse processo, os maduros são descascados facilmente e, em seguida, e passam por um cuidadoso processo de secagem e beneficiamento.

 

Depois, seguimos para o cafezal. No Sítio Daniella, eles têm uma máquina que passa duas vezes pelos pés de café para colher os grãos maduros. Por último, os frutos maduros restantes são colhidos manualmente. A ideia é garantir o aproveitamento máximo da safra.

 

Do cafezal, fomos para a casa da fazenda da anfitriã, onde havia uma linda mesa de café da tarde com degustação dos cafés illy.

Café na cafeteira italiana (moka), no Hario V60, na French Press e também o espresso na máquina, com as cápsulas exclusivas da marca, foram preparados e apresentados pelo Piero de Farias, barista da illy.

 

Confira o vídeo do passeio feito pela Litiene, do Cappuccino e Cia:

Visite uma fazenda de café em Itu, perto de São Paulo

Você quer conhecer uma fazenda de café? A Fazenda Santo Antônio da Bela Vista, em Itu, também no interior de São Paulo, recebe grupos de pessoas para o tour “Do cafezal ao cafezinho”. Para saber mais detalhes desse passeio, confira o texto no blog Cappuccino e Cia.

O caminho do café até a xícara é longo. Que bom que temos tanto empenho e dedicação de pessoas tão apaixonadas por cafezinho quanto nós, não é?

(*) Viajei a convite da illycaffè.

Gostou de saber como funciona uma fazenda de café? Conte nos comentários e compartilhe nas suas redes sociais usando a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo.     

Fotos: Maurício/MP Produtora

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Cafezinho em Campos do Jordão é grátis em julho

Vamos tomar um cafezinho em Campos do Jordão? O convite para aproveitar o clima serrano das montanhas paulistas combina mesmo com o aconchego de um café passado na hora. Aproveitando a temporada de inverno 2017 da cidade, a marca Melitta está montando um espaço exclusivo para receber o público, com degustação de cafés feitos na hora.

Cafezinho em Campos do Jordão ajuda a espantar o frio

O espaço funciona de 01 a 30 de julho, em um dos principais pontos do Centro Turístico de Campos do Jordão: na Avenida Doutor Vítor Godinho, nº 44.

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Além de preparar o cafezinho e servir na hora, os baristas da equipe estão aptos para explicar as características do produto escolhido e vão dar várias dicas do método de preparo. Tudo com o intuito de proporcionar aos moradores e turistas da cidade uma experiência diferente com o café.

No cardápio, estarão disponíveis as seguintes opções:

Passado na hora – café puro;

Macchiato – café com cremosa espuma do leite;

Cappuccino – café polvilhado com cacau e leite cremoso;

Mocaccino – café, leite condensado, leite cremoso e chantilly.

Quem passar pelo local, pode ficar à vontade para escolher a quantidade e os sabores que quiser.

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Espaço Melitta em Campos do Jordão 2017

Endereço: Avenida Doutor Vítor Godinho, nº 44 – Vila Capivari – Campos do Jordão/SP

Data: 01 a 30 de julho de 2017

Horário: 12h às 20h

Vamos tomar um cafezinho em Campos do Jordão e curtir o friozinho? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe nas redes sociais, com a hashtag #UmCafezinhoPeloMundo. 

Foto: Divulgação

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